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VII CONGRESSO PORTUGUÊS DE SOCIOLOGIA

PARA O VII CONGRESSO PORTUGUÊS DE SOCIOLOGIA

Ficha Técnica:

Organização e Edição:
Associação Portuguesa de Sociologia
Av. Prof. Aníbal de Bettencourt, 9
1600-189 Lisboa
Tel: 217804738 / Fax: 217940274 / E-mail: aps@aps.pt / http://www.aps.pt

Produção técnica:
Plug & Play
Rua José Augusto Coelho nº 117
2925-543 Azeitão
Tel: 210 854 236 / Fax: 210 854 236 / http://www.plugeplay.com

ISBN: 978-989-97981-0-6

Depósito legal: 281456/08

Requisitos Mínimos:
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©Associação Portuguesa de Sociologia – Lisboa, 2012

Associação Portuguesa de Sociologia

 

Como referenciar os textos desta edição

SOBRENOME DO AUTOR, Prenome(s) (2012). Título do texto. in Atas do VII Congresso Português de Sociologia, Lisboa: APS. ISBN: 978-989-97981-0-6. Disponível em http://www.aps.pt/vii_congresso/?area=016&lg=pt. Acesso em: Dia mês (abreviado) ano.

Editorial

ST12 Arte, Cultura e Comunicação[ Voltar às Áreas ]

Mesa nº 9 - Mediação e programação cultural: diálogos com a esfera pública[ Voltar às Mesas ]

  • PAP1345 - A crítica musical na imprensa lisboeta nos últimos anos da ditadura em Portugal (1970-1974): o caso do Teatro de São Carlos
    Resumo de PAP1345 - A crítica musical na imprensa lisboeta nos últimos anos da ditadura em Portugal (1970-1974): o caso do Teatro de São Carlos 
    • ROMÃO, João CV de ROMÃO, João
    • PAP1345 - A crítica musical na imprensa lisboeta nos últimos anos da ditadura em Portugal (1970-1974): o caso do Teatro de São Carlos

      Através de um estudo comparativo dos textos de crítica musical referentes ao Teatro de São Carlos - presentes nos periódicos lisboetas dos primeiros anos da década de 70, do século XX -, é o objectivo central desta comunicação interpretar as diferentes perspectivas dos agentes da crítica musical - críticos, compositores e músicos -, tendo em conta a conjuntura social, política e da imprensa. Partindo do pressuposto que o consumo de arte por parte de um grupo em particular tende a homogeneizar-se, servindo assim, muitas vezes, como denominador de distinção e/ou de integração (Bourdieu, 1979), o posicionamento dos agentes da crítica de arte, tende a reflectir o seu posicionamento ideológico relativamente ao mercado e à forma como o mesmo integra ou exclui os agentes de produção artística. Neste sentido, as reflexões por parte dos agentes da crítica musical tendem, por um lado, a defender e, por outro, a excluir, determinados repertórios, práticas performativas e posicionamentos de instituições no panorama artístico português.
  • Nome: João Romão
    Afiliação institucional: CESEM / FCSH-UNL (Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical / Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa)
    Área de Formação: Mestrando em Ciências Musicais, Variante de Musicologia Histórica; Licenciatura em Ciências Musicais
    Interesses de investigação: Sociologia da Música; Estudos de recepção; Estudos de instituições culturais; Relações entre estética e poder

    João Romão é Mestrando em “Ciências Musicais – Variante de Musicologia Histórica” (FCSH-UNL), tendo concluído a licenciatura em “Ciências Musicais” (FCSH-UNL) em 2010. Desde esse ano que é colaborador interno do CESEM, na área de Sociologia da Música.

    A tese de mestrado que se encontra a desenvolver, sob orientação da Professora Doutora Paula Gomes Ribeiro, abordará – por um lado - a forma como os conceitos de recepção, gosto, ideologia, arte e mercado, entre outros, se relacionam com a conjuntura social e artística da década de 70, em Lisboa – e por outro -, como a crítica musical os integra e articula.
  • PAP0860 - O trabalho de mediação cultural em Portugal: alguns contextos e os seus figurinos organizacionais
    Resumo de PAP0860 - O trabalho de mediação cultural em Portugal: alguns contextos e os seus figurinos organizacionais  PAP0860 - O trabalho de mediação cultural em Portugal: alguns contextos e os seus figurinos organizacionais
    • MARTINHO, Teresa Duarte CV de MARTINHO, Teresa Duarte
    • PAP0860 - O trabalho de mediação cultural em Portugal: alguns contextos e os seus figurinos organizacionais

      O aumento da programação de actividades pedagógicas para os públicos de museus, teatros e outros espaços culturais constitui uma das principais mudanças que marcam o sector cultural e artístico, em Portugal, nas últimas duas décadas. Possuindo um historial mais antigo nos museus, este tipo de intervenção tem vindo a intensificar-se num número crescente de instituições e de iniciativas. A prática da mediação cultural não é uma realidade homogénea, verificando-se a existência de percursos profissionais diversos e de diferentes modelos organizacionais nas instituições/contextos que promovem e acolhem actividades de mediação cultural. Esta comunicação foca algumas iniciativas de divulgação cultural e criação de novos públicos – nas áreas das artes visuais, música e livro e leitura –, dando destaque aos formatos organizacionais que, nos diversos contextos, estruturam o seu funcionamento. Na área das artes visuais, são abordados os Serviços educativos do Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão da Fundação Calouste Gulbenkian, em funcionamento desde 2002, e da Área de Exposições do Centro Cultural de Belém, com actividades pedagógicas desde 1998. No domínio da música analisam-se duas iniciativas de divulgação musical, com diferente longevidade: i) Música em Diálogo, orientada pelo maestro José Atalaya desde os anos 80 do século XX; ii) Descobrir. Programa Gulbenkian Educação para a Cultura, iniciativa da Fundação Calouste Gulbenkian, e em especial a intervenção pedagógica do Serviço da Música, intensificada desde 2005. Na área do livro e da leitura, consideram-se dois projectos de promoção e o incentivo do gosto pela leitura e pela escrita, ambos lançados em 1997: i) Programa de Acções de Promoção da Leitura/Itinerâncias, promovido pela tutela da cultura; ii) Artes na Escola, projecto coordenado pelo Ministério da Educação. A análise conjunta destas diferentes iniciativas e contextos evidencia traços comuns – desde logo, no que se refere aos figurinos organizacionais mas também no que respeita ao crescente investimento das políticas do sector público e do terceiro sector em iniciativas tendo por objectivo disseminar o conhecimento da cultura e das artes. E identifica características mais distintivas – como a centralidade que a figura do divulgador cultural pode assumir na dinamização de um projecto, reconfigurando-o de acordo com as transformações que vão ocorrendo no sector cultural.
  • Teresa Duarte Martinho é socióloga e completou o doutoramento em Sociologia em 2011 no ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL). É licenciada em Sociologia (1990) pelo Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE). É mestre em Comunicação, Cultura e Tecnologias de Informação (2000), pelo ISCTE, e em Estudos Curatoriais (2006), pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa (FBAUL).
    Actualmente, é investigadora de pós-doutoramento no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa (ICS-UL) (http://www.ics.ul.pt). Desde 1996, participou em diversos projectos de investigação no Observatório das Actividades Culturais (OAC) (http://www.oac.pt) entidade fundada em 1996 por: Ministério da Cultura, Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa e Instituto Nacional de Estatística (INE). Interesses de investigação: profissões e ocupações culturais e artísticas; políticas culturais; processos de mediação da arte e da ciência: práticas, actores e trajectórias.
  • PAP0776 - ENTRADO - andamentos breves de uma monitorização in progress
    Resumo de PAP0776 - ENTRADO - andamentos breves de uma monitorização in progress 
    • AZEVEDO, Natália CV de AZEVEDO, Natália
    • PAP0776 - ENTRADO - andamentos breves de uma monitorização in progress

      A comunicação tem por base um Relatório de Monitorização Externa do projecto teatral ENTRADO, realizada entre Dezembro de 2009 e Julho de 2011, no âmbito de uma parceria estabelecida entre a PELE e o Instituto de Sociologia da Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Quando iniciámos esta colaboração, a PELE e nós, foi com o intuito de acompanharmos o processo de criação teatral subjacente ao projecto ENTRADO (Setembro de 2009 a Maio de 2010). Fazê-lo não tanto dentro, e a partir, do espaço da prisão, mas sim fora, e à distância relativa dos actores, dos micro-espaços e tempos, das relações que, entretanto, se estabeleciam entre reclusos, equipa artística e equipa directiva e técnica da prisão. O primeiro andamento desta história foi o de decidir que tal acompanhamento incidiria sobre as percepções, as vivências, os afectos, as expectativas, os discursos daqueles actores, sem, de algum modo, interferir in loco num território que seria mais próximo e próprio dos actores directos, já integrados no terreno, do que de nós mesmos. Desta forma, o nosso primeiro momento de observação – no sentido do confronto com o meio social em causa – foi o das conversas regulares com a equipa artística e o da leitura atenta e orientada dos traços documentais que aquela ia desenhando com o grupo de reclusos e todos os outros intervenientes. Fizemo-lo entre Dezembro de 2009 e Setembro de 2010. Neste mesmo período, e com andamentos a velocidades diferenciadas, realizámos entrevistas a todos os actores institucionais envolvidos e inquéritos por questionário a alguns dos reclusos participantes. Com o acompanhamento externo do projecto, desde logo nos apercebemos das suas especificidades: por um lado, a singularidade da arte teatral como mecanismo de um co-processo de criação cultural (criadores, reclusos, técnicos, guardas e direcção); por outro, as dificuldades em tornar visível e exequível tal projecto no contexto institucional prisional. Dificuldades estas decorrentes tanto da lógica de funcionamento da instituição em causa – uma prisão, o Estabelecimento Prisional do Porto – como de algumas resistências dos diferentes actores participantes, internos e externos ao contexto prisional. Contudo, a temporalidade do processo transformou-o, pouco a pouco, num processo partilhado, conquistado e construído por todos.
  • Natália Azevedo.
    Professora Auxiliar da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, Departamento de Sociologia.
    Doutoramento, mestrado e licenciatura em Sociologia pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto.
    Áreas privilegiadas de investigação: sociologia da cultura e das artes e metodologias de investigação e avaliação, em particular nos temas das culturas urbanas, práticas e políticas culturais, turismo cultural e desenvolvimento, metodologias de investigação, intervenção e avaliação.
  • PAP0437 - Cultura e Música: Instrumentos de Transformação da Juventude da Periferia
    Resumo de PAP0437 - Cultura e Música: Instrumentos de Transformação da Juventude da Periferia PAP0437 - Cultura e Música: Instrumentos de Transformação da Juventude da Periferia
    •  GUIMARÃES, Sueli Maria Pereira CV - Não disponível 
    •  ALENCAR, Ana Lúcia Hazin CV - Não disponível 
    • PAP0437 - Cultura e Música: Instrumentos de Transformação da Juventude da Periferia

      Cultura e Música: Instrumentos de transformação da juventude da periferia. Sueli Maria Pereira Guimarães Ana Lucia Hazin Alencar Este trabalho é parte de uma pesquisa realizada na Fundação Joaquim Nabuco, com jovens da cidade do Recife, Estado de Pernambuco, participantes de programas culturais desenvolvidos pelos governos federal, estadual e municipal e tem como questão central o impacto dos programas culturais no jovem carente proveniente das camadas populares, onde vivenciam a violência e a pobreza. Com o objetivo de contribuir para a compreensão desse impacto no jovem, foi importante entrevistar gestores dos programas que lidam com este contingente que moram em localidades de baixa renda na periferia da cidade. Trabalhamos com a noção de juventude como categoria social, historicamente construída, segundo referenciais de Pierre Bourdieu, partindo do pressuposto de que não há uma cultura jovem única. O universo amostral é constituído de jovens com idade de 15 a 29 anos que participam do projeto cultural Orquestrando, do Conservatório Pernambucano de Música. Esses jovens mostram-se felizes e relatam a mudança pessoal trazida pela música. Muitos viviam na rua, sem nenhum objetivo de vida, em uma situação de total vulnerabilidade. Hoje, tornaram-se profissionais da música e passaram a se considerar cidadãos mais valorizados por todos da comunidade. Os instrumentos que tocam são de cordas: violino, violoncelo, viola, dentre outros. Foram realizadas entrevistas semi-estruturadas, através das quais se buscou identificar, a partir de depoimentos dos jovens, mudanças ocorridas nos seus valores e na sua vida, através do consumo cultural. Apesar de o tema cultura ser hoje mais valorizado, ainda não é uma prioridade nas discussões das políticas públicas nem dos orçamentos públicos. A cultura é um direito de todo jovem, indispensável à vida de qualquer pessoa, alarga os conhecimentos, através das informações, proporcionando, assim, uma maior participação no universo simbólico da sociedade. Assim, ela não deve ser vista simplesmente como uma medida para resolução de problemas dos jovens. A teoria de Bourdieu, o seu conceito de habitus, será uma ferramenta utilizada para explicar como o espaço social age sobre os indivíduos na esfera cultural e nas formas de apropriação da cultura e da identidade, através do aspecto simbólico do consumo.
  • PAP0375 - Social media como ferramenta de comunicação para museus: Tendências e práticas actuais
    Resumo de PAP0375 - Social media como ferramenta de comunicação para museus: Tendências e práticas actuais PAP0375 - Social media como ferramenta de comunicação para museus: Tendências e práticas actuais
    • CARVALHO, Joana CV de CARVALHO, Joana
    •  RAPOSO, Rui CV - Não disponível 
    • PAP0375 - Social media como ferramenta de comunicação para museus: Tendências e práticas actuais

      A evolução da Internet e especialmente da Web, originou mudanças expressivas na forma como o indivíduo comunica. Os social media permitem que os indivíduos interajam de formas inovadoras e colaborativas, alterando a forma como estes se relacionam. Os museus não são indiferentes a esta mudança de paradigma comunicacional, estando cada vez mais a desenvolver esforços para se integrarem com ferramentas que permitem novas estratégias de comunicação que facultem o acesso de forma mais eficaz ao seu público. Os social media oferecem novas formas de colaboração, o que permite ao museu conhecer melhor o público, podendo ajustar-se na gestão, curadoria e comunicação, com a contribuição dessas novas ideias e visões. O desafio, para o museu, da utilização dessas ferramentas com base em estratégias de comunicação com o público adequadas, representa uma tarefa que se mostra complexa devido à inexistência de directrizes de aplicação e medição de resultados nos social media. A utilização de social media por parte dos museus necessita mais do que ferramentas digitais ou novas tecnologias, visto que pressupõe formas alternativas de comunicação museológica, substituindo a inércia pela interactividade, a observação pela geração de conteúdos e elitismo pela heterogeneidade de públicos que concebem novas visões e perspectivas. Para tal são utilizados, estruturadamente, variados sistemas online que permitem a interacção dos indivíduos e a criação de forma descentralizada, colaborativa e participativa de conteúdos. Desta forma, os museus têm diversas aplicações concebidas com base nos fundamentos tecnológicos e ideológicos da Web 2.0, que permitem a concepção, troca e partilha de conteúdos concebidos pelo utilizador. São exemplos das aplicações de social media: os blogues e microblogues, as redes sociais, wikis, media sharing services, social bookmarking, social tagging, RSS feeds, etc. Concebe-se que os social media oferecem oportunidades significativas para as instituições museológicas se relacionarem com públicos diversos e heterogéneos, iniciando diálogos personalizados com o seu público com o objectivo de de aumentar o envolvimento deste com o museu promovendo a participação e a colaboração, e fornecendo informação mais direccionada para um público especifico podendo promover a utilização não só dos social media como a visita a outros canais de comunicação do museu e bem como a visita presencial ao museu.
  • Joana Carvalho, Professora do Instituto Superior de Tecnologias Avançadas. Doutoranda em Informação e Comunicação em Plataformas Digitais da Universidade de Aveiro e Faculdade de Letras da Universidade do Porto e licenciada em Engenharia Multimédia no ISTEC. Desenvolve atualmente trabalho de investigação em Social Media, Comunicação e Cibermuseologia, dedicando-se a construção da Tese de doutoramento com o título “A adopção de social media por museus como uma ferramenta de comunicação”.
  • PAP0079 - Cultura e educação: o papel da mediação e dos intermediários nas práticas e políticas culturais contemporâneas
    Resumo de PAP0079 - Cultura e educação: o papel da mediação e dos intermediários nas práticas e políticas culturais contemporâneas 
    • QUINTELA, Pedro CV de QUINTELA, Pedro
    • PAP0079 - Cultura e educação: o papel da mediação e dos intermediários nas práticas e políticas culturais contemporâneas

      A presente comunicação decorre da pesquisa desenvolvida no âmbito da minha dissertação de Mestrado em Sociologia – Cidade e Culturas Urbanas, bem como do Doutoramento em Sociologia em curso. Proponho-me a discutir o papel da mediação e dos intermediários na modelação de práticas culturais em contextos urbanos, centrando-me na crescente relevância dos chamados “serviços educativos” de organizações culturais. Num primeiro momento, procurarei inserir esta tendência no contexto mais alargado, explorando as principais dimensões que caracterizam as políticas culturais contemporâneas e, neste contexto, a importância do debate em torno da “democratização cultural” e da “formação de públicos”. Tentarei desenvolver, em seguida, uma breve analise da importância que o desenvolvimento de programas de formação, qualificação e atracção de públicos para as artes e a cultura tem vindo a assumir, particularmente na Europa, quer no plano das práticas culturais, mas também em toda a retórica política e técnica que, em geral, enquadra o surgimento de muitos deste projectos. Finalmente, exploram-se pistas de investigação para o contexto português, no sentido de colmatar a escassez de análises sociológicas em torno das estratégias de mediação cultural presentes em diferentes estruturas, organismos e instituições e, em particular, do papel dos serviços educativos neste contexto. Deste modo, procurarei evidenciar o interesse, a pertinência e a actualidade da análise da mediação e dos intermediários para a compreensão sociológica de novas e/ou renovadas formas das instituições culturais se relacionarem com os seus públicos e, em alguns casos, desenvolverem novos formas de tentar aproximar estes de práticas criativas em diversos campos artísticos.
  • Pedro Quintela – Nota Curricular

    Licenciado em Sociologia pelo ISCTE – IUL. Mestre em Cidades e Culturas Urbanas pela FEUC, onde actualmente frequenta o Doutoramento em Sociologia. Consultor da Quaternaire Portugal, onde desenvolve estudos nas áreas dos projectos e políticas culturais, planeamento estratégico e projectos e políticas urbanas. Os seus interesses de investigação académica centram-se em domínios relacionados com as cidades, políticas culturais e culturas urbanas.