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VII CONGRESSO PORTUGUÊS DE SOCIOLOGIA

PARA O VII CONGRESSO PORTUGUÊS DE SOCIOLOGIA

Ficha Técnica:

Organização e Edição:
Associação Portuguesa de Sociologia
Av. Prof. Aníbal de Bettencourt, 9
1600-189 Lisboa
Tel: 217804738 / Fax: 217940274 / E-mail: aps@aps.pt / http://www.aps.pt

Produção técnica:
Plug & Play
Rua José Augusto Coelho nº 117
2925-543 Azeitão
Tel: 210 854 236 / Fax: 210 854 236 / http://www.plugeplay.com

ISBN: 978-989-97981-0-6

Depósito legal: 281456/08

Requisitos Mínimos:
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©Associação Portuguesa de Sociologia – Lisboa, 2012

Associação Portuguesa de Sociologia

 

Como referenciar os textos desta edição

SOBRENOME DO AUTOR, Prenome(s) (2012). Título do texto. in Atas do VII Congresso Português de Sociologia, Lisboa: APS. ISBN: 978-989-97981-0-6. Disponível em http://www.aps.pt/vii_congresso/?area=016&lg=pt. Acesso em: Dia mês (abreviado) ano.

Editorial

Cidades, Campos e Territórios[ Voltar às Áreas ]

Mesa nº 9 - Questionando evidências urbanas[ Voltar às Mesas ]

  • PAP1218 - Teorías de los procesos de desconcentración urbana. Una aplicación al caso español.
    Resumo de PAP1218 - Teorías de los procesos de desconcentración urbana. Una aplicación al caso español. PAP1218 - Teorías de los procesos de desconcentración urbana. Una aplicación al caso español.
    • OTERO, Raimundo CV de OTERO, Raimundo
    • TOURIÑO, Ana CV de TOURIÑO, Ana
    • PAP1218 - Teorías de los procesos de desconcentración urbana. Una aplicación al caso español.

      En los últimos años los fenómenos de desconcentración urbana han copado un número creciente de investigaciones desde una ingente variedad de perspectivas. El principal objetivo de este estudio es el de presentar las diferentes teorías que han tratado de sistematizar las pautas causales y descriptivas de estos fenómenos de desconcentración urbana, así como la de hacer un balance de la adecuación de estos paradigmas con una serie de datos demográficos. Por tanto, en primer lugar, se realiza una sistematización de la teoría existente como fruto de una extensa revisión de la literatura sobre los procesos de desconcentración urbana –fundamentalmente suburbanización/rururbanización y contraurbanización—. En segundo lugar, se realiza una radiografía de los comportamientos de las principales áreas urbanas y municipios dinámicos en España para, finalmente, proponer un nuevo modelo teórico sobre la Transición Territorial con el objeto de explicar los ciclos de desarrollo urbano.
  • Raimundo Otero Enríquez es licenciado en Sociología por la Universidade da Coruña. Actualmente es profesor asociado de la UDC, consultor de la empresa EDESGA y miembro del Grupo de Estudios Territoriales (GET) de la UDC. Su línea de investigación principal se centra en el estudio de los procesos internacionales de desconcentración urbana, tema en el cual desarrolla su tesis doctoral.
    Ana Touriño Sánchez es licenciada en Sociología por la Universidade da Coruña. Ha trabajado como investigadora en la Escola Galega de Administración Pública y el Instituto Galego de Estatística. Actualmente es miembro del Equipo de Investigación en Sociología de las Migraciones (ESOMI) de la UDC y se encuentra realizando su tesis doctoral con el título "Estudo da baixa fecundidade galega dende a perspectiva de xénero. Explicacións causais e propostas de intervención pública".
  • PAP0968 - A Educação partilhada: a perspetiva de técnicos/as autárquicos da área da educação
    Resumo de PAP0968 - A Educação partilhada: a perspetiva de técnicos/as autárquicos da área da educação 
    • COSTA, Isabel CV de COSTA, Isabel
    • ARAÚJO, Helena C. CV de ARAÚJO, Helena C.
    • LOUREIRO, Armando CV de LOUREIRO, Armando
    •  SOUSA, Florbela CV - Não disponível 
    •  PORTELA, José CV - Não disponível 
    •  FONSECA, Laura CV - Não disponível 
    • SILVA, Sofia Marques da CV de SILVA, Sofia Marques da
    •  PINTO, Graça CV - Não disponível 
    •  MACEDO, Eunice CV - Não disponível 
    •  COUTINHO, Vanessa CV - Não disponível 
    •  ANDRADE, Diana CV - Não disponível 
    • OLIVEIRA, Alexandra Alves CV de OLIVEIRA, Alexandra Alves
    • PAP0968 - A Educação partilhada: a perspetiva de técnicos/as autárquicos da área da educação

      Em Portugal, e nas últimas décadas, a escola tem vindo a contar com outros parceiros para a consecução da sua missão, entre eles, as autarquias. Concretizando os princípios de âmbito geral da descentralização administrativa e da autonomia do poder local, o papel das autarquias na esfera educativa tem vindo a ganhar expressão, a partir dos anos 80, mas com mais ênfase a partir da viragem do milénio. Os enquadramentos legislativos têm estabelecido os marcos e as regras para a atuação do poder local em diversos âmbitos, incluindo a educação. O poder autárquico tem vindo a ganhar, assim, um espaço de relevo na área educativa, no qual não estarão alheias as intervenções na promoção do sucesso educativo, entendido como desiderato, não apenas do sistema educativo, mas de todo um conjunto de atores sociais que se pressupõe desenvolvam o seu trabalho em alguma forma de cooperação. Neste contexto, as autarquias têm um papel significativo, pois passam a assumir, de formas mais ou menos contratualizadas, funções que vão desde a construção e manutenção de equipamentos, passando pela ação social escolar até à responsabilidade em ações especificamente educativas de colaboração na promoção do sucesso escolar. Através deste papel, acrescem os mecanismos de regulação local da educação com particularidades de natureza colaborativa, de acção indirecta e com vários actores intermédios. Neste quadro, importa perceber, então, quais são as perspetivas de atores diretamente implicados neste esforço coletivo que pretende, como é exposto num dos textos legislativos, promover o fortalecimento da coesão nacional e da solidariedade inter- regional, ao mesmo tempo que contribui para a eficiência e a eficácia da gestão pública. Esta comunicação insere-se num projeto de âmbito nacional que se centra na análise do comprometimento das autarquias locais na promoção do sucesso escolar no ensino básico. Trata-se do projeto “Trabalhar em Rede na Educação: discursos e estratégias do poder autárquico em torno do sucesso e abandono escolar”, financiado pela FCT, que envolve três equipas, Universidade do Porto, Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro e Universidade de Lisboa, e que estuda 13 distritos, cobrindo boa parte do território nacional. A presente comunicação tem como objetivo contribuir para a compreensão das perspetivas de técnicos/as autárquicos de educação sobre as atribuições, competências e ações das autarquias na área educativa, bem como sobre as formas de cooperação em que estão envolvidas. Salienta-se aqui o técnico autárquico como sendo um actor privilegiado no acompanhamento das diversas ações de carácter educativo cujo discurso aponta para a definição de um processo político em construção, materializado em instrumentos que reforçam estas políticas locais nas suas funções simbólicas, axiológicas e pragmáticas.
  • (Maria Isabel Barros Morais Costa)
    Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro
    Doutoramento em Ciências da educação
    Áreas de interesse: Metodologias de investigação em educação; educação formal versus educação não formal; educação e turismo; pedagogia na universidade; e-learning; formação de profissionais de ciências sociais e humanas.
    Helena Costa Araujo
    hcgaraujo@mail.telepac.pt;
    haraujo@fpce.up.pt
    Professor of Sociology of Education
    and Gender Studies
    University of Porto/Faculty of Psychology and Education
    and Director of the
    Centre for Research in Education (CIIE)
    tel. 351.22.6079700
    fax. 351.22.6079725
    http://www.fpce.up.pt/ciie/?q=researchers/helena-c-araújo
    Armando Loureiro
    É Professor Auxiliar de Sociologia da Educação e de Educação de Adultos na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro – Departamento de Educação e Psicologia. É vice-presidente da Escola de Ciências Humanas e Sociais da mesma Universidade. É professor visitante na UNIMONTES/Brasil. É licenciado em Sociologia, mestre em Desenvolvimento Local e doutor em Educação. Tem investigado nas áreas da sociologia da educação de adultos e do conhecimento profissional. É autor ou co-autor de mais de dez capítulos de livros, três livros e mais de quinze artigos publicados em revistas científicas nestas áreas.
    Sofia Marques da Silva
    Afiliação institucional: Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da U.Porto (Docente)
    Área de formação: Ciências da Educação
    Interesses de investigação: Culturas Juvenis e educação, Metodologias de Investigação e Sociologia da Educação.
    Alexandra Oliveira é professora da Universidade do Porto, na Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação, onde exerce funções de docente e de investigadora na área da Psicologia do Comportamento Desviante e da Justiça. Os seus interesses relacionam-se com o género e a sexualidade; a norma, o desvio e a reação social, tendo vindo a dedicar as suas pesquisas ao trabalho sexual. Das suas publicações destaca o livro "Andar na vida: prostituição de rua e reacção social" (Almedina, 2011), uma adaptação da sua tese de doutoramento.
  • PAP0934 - Os espaços das agriculturas urbanas na Grande Lisboa: trajectórias transversais à cidade
    Resumo de PAP0934 - Os espaços das agriculturas urbanas na Grande Lisboa: trajectórias transversais à cidade PAP0934 - Os espaços das agriculturas urbanas na Grande Lisboa: trajectórias transversais à cidade
    •  LUIZ, Juliana CV - Não disponível 
    •  VERONEZ, Leonardo CV - Não disponível 
    • PAP0934 - Os espaços das agriculturas urbanas na Grande Lisboa: trajectórias transversais à cidade

      Nos últimos 15 anos o tema das Agriculturas Urbanas (AU’s) adquiriu grande relevância, bem como reconhecimento social e político pelas suas potencialidades socioeconómicas e ambientais, para diferentes actores: governos locais, regionais e nacionais; agências de cooperação internacional; movimentos sociais; organizações do chamado terceiro sector e centros de investigação científica. Apesar de ser uma prática milenar, o recente contexto sociopolítico formado em torno da problemática das AU’s, tem provocado a necessidade de se revisitar diferentes tradições do pensamento sociológico e da história social sobre a cidade e os fenómenos urbanos. Alguns destes fenómenos actuais se sobrepõem às dimensões de agriculturas urbanas pós 1970 em diferentes contextos dos hemisférios norte e sul, lançando o desafio para uma construção conceitual holística e para o aprimoramento de quadros analíticos que rompam com uma abordagem simplista e dicotómica. O contexto português, considerado periférico em relação aos demais países da União Europeia e semi-periférico no quadro do sistema mundial, torna-se metodologicamente (e epistemologicamente) estratégico para se discutir as práticas vividas no território que estão fora das “best practice”. As experiências portuguesas sugerem diferentes discussões contemporâneas a partir da escala urbana, circunscritas no território da Cidade, ao exemplo do Direito à Cidade e suas premissas, a questão da soberania alimentar e a incorporação de políticas de agriculturas urbanas no discurso das cidades sustentáveis (PNUD – Programa Habitat II). Considerando este contexto propomos uma analise critica sobre a distribuição socio-espacial das políticas públicas de hortas urbanas criadas e surgidas nos últimos anos, em particular na Grande Lisboa, onde a ocupação do espaço urbano pela sociedade e o cultivo de hortas são transversais à sua história, numa trajectória que compreende urbanização e práticas de agricultura. A análise desses dois espaços – o das hortas institucionalizadas e o das hortas não planeadas – sugere outros elementos para possíveis compreensões da sociedade urbana contemporânea. Para além do paradigma da cidade (i)legal, esta análise aponta para os elementos que reflectem as vivências formadas no território e que despertam valores associados aos espaços de produção, ao direito à moradia e ao conjunto de elementos situados ao seu entorno e à própria cidade. Palavras-chave: agriculturas urbanas, Área Metropolitana de Lisboa, políticas públicas, espaço urbano não planeado e sociedade.
  • PAP0712 - Dinâmicas sociais da metropolização: uma abordagem longitudinal das trajectórias residenciais da população da AML
    Resumo de PAP0712 - Dinâmicas sociais da metropolização: uma abordagem longitudinal das trajectórias residenciais da população da AML  PAP0712 - Dinâmicas sociais da metropolização: uma abordagem longitudinal das trajectórias residenciais da população da AML
    • PEREIRA, Sandra Marques CV de PEREIRA, Sandra Marques
    • FERREIRA, Ana Cristina CV de FERREIRA, Ana Cristina
    • RAMOS, Vasco CV de RAMOS, Vasco
    •  COTO, Marta CV - Não disponível 
    • PAP0712 - Dinâmicas sociais da metropolização: uma abordagem longitudinal das trajectórias residenciais da população da AML

      O estudo das trajectórias residenciais situa-se na confluência de duas questões distintas: a das dinâmicas sociais de (re)composição dos territórios e aquela outra das biografias residenciais individuais que, nesta pesquisa, se desenvolve a partir da abordagem do curso de vida. Nesta comunicação, analisa-se as trajectórias residenciais da população da Área Metropolitana de Lisboa num aprofundamento do conhecimento das lógicas de desenvolvimento deste território nos últimos 60 anos, justamente o período coincidente com o arranque e expansão do respectivo processo de metropolização. Esta análise desenvolve-se a partir de uma metodologia longitudinal que, distintamente dos procedimentos metodológicos dominantes centrados em análises transversais, põe a tónica na diacronia e na reconstituição dos percursos de vida dos indivíduos ao longo do tempo, os quais no caso da habitação têm três componentes fundamentais: 1. a localização que reenvia para o sentido geográfico dos percursos; 2. o modelo habitacional que remete mais directamente para a questão da morfologia dos espaços; 3. o regime de ocupação que ganha no actual contexto de crise, marcado pelas crescentes dificuldades de acesso ao crédito de onde resulta o recuo da propriedade, um interesse redobrado. Serão apresentados os resultados de um inquérito (N=1500) à população residente na AML nascida entre 1945-1975 e cuja aplicação decorreu em 2011. Focar-nos-emos, apenas, na exploração da primeira componente supra-referida de modo a identificar as trajectórias dominantes (ex: Norte Portugal – AML Norte; Sul Portugal – AML Sul; LX-LX, etc.). Segue-se uma discussão acerca dos diversos perfis sociológicos dos protagonistas das trajectórias dominantes, percebendo as múltiplas constelações de variáveis - classe social (ISPC) e respectiva trajectória, idade, tipo de família, estado civil e género - que os caracterizam e diferenciam mutuamente.
  • Sandra Marques Pereira,
    Doutorada Em Sociologia
    Investigadora Pós-Doc do Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL), DINÂMIA’CET
    Áreas de Interesse: habitação, cidades, arquitectura
    Ana Cristina Ferreira, nascida em Lisboa em 1962, licenciada em Sociologia, pelo ISCTE, 1984 e Doutoramento em Sociologia, especialidade em Sociologia da Família e da Vida Quotidiana (Família e Habitat (ISCTE 2002)). Sou actualmente professora Auxiliar do ISCTE, na área dos Métodos Quantitativos para Ciências Sociais, Departamento de Métodos de Pesquisa Social e Investigadora do DINAMIA/CET (ISCTE).

    Os meus principais interesses relacionam-se com os domínios da sociologia do Território (modos de vida e apropriação do alojamento e território) e com a Demografia (nomeadamente a integração dos imigrantes em Portugal).
    Vasco Ramos
    Doutorando FCT no ICS-UL.
    Mestre em Sociologia pelo ISCTE-IUL
    Interesses: Classes e Estratificação Social; Família e Género; Populações, Gerações e Ciclos de Vida.
  • PAP0211 - Que “outras” cidades? A (re)visão epistémica do urbano.
    Resumo de PAP0211 - Que “outras” cidades? A (re)visão epistémica do urbano. 
    • FORTUNA, Carlos CV de FORTUNA, Carlos
    • PAP0211 - Que “outras” cidades? A (re)visão epistémica do urbano.

      Uma mudança acentuada na análise do fenómeno urbano global está a lançar desafios de relevo sobre a leitura convencional da cidade. Este texto trata dessa reforma epistémica através (a) da questão do que é e não é tornado visível à teoria; (b) da problematização da interdisciplinaridade na análise; (c) do lugar atribuído às pequenas cidades, por contraposição com um corpus teórico feito à imagem dos grandes aglomerados e (d) da necessária inclusão a das “outras cidades” do Sul global para a renovada visão do atual mundo das cidades. Palavras-chave: Sociologia urbana; reforma epistémica; “outras” cidades.
  • CARLOS FORTUNA
    Professor de Sociologia na Fac. de Economia da Univ. de Coimbra. Investigador do CES. Doutorado em Sociologia pela Universidade de Nova Iorque (Binghamton), produz hoje investigação na área da Sociologia das Cidades. Foi Presidente da Direção APS (1998-2002).