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VII CONGRESSO PORTUGUÊS DE SOCIOLOGIA

PARA O VII CONGRESSO PORTUGUÊS DE SOCIOLOGIA

Ficha Técnica:

Organização e Edição:
Associação Portuguesa de Sociologia
Av. Prof. Aníbal de Bettencourt, 9
1600-189 Lisboa
Tel: 217804738 / Fax: 217940274 / E-mail: aps@aps.pt / http://www.aps.pt

Produção técnica:
Plug & Play
Rua José Augusto Coelho nº 117
2925-543 Azeitão
Tel: 210 854 236 / Fax: 210 854 236 / http://www.plugeplay.com

ISBN: 978-989-97981-0-6

Depósito legal: 281456/08

Requisitos Mínimos:
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©Associação Portuguesa de Sociologia – Lisboa, 2012

Associação Portuguesa de Sociologia

 

Como referenciar os textos desta edição

SOBRENOME DO AUTOR, Prenome(s) (2012). Título do texto. in Atas do VII Congresso Português de Sociologia, Lisboa: APS. ISBN: 978-989-97981-0-6. Disponível em http://www.aps.pt/vii_congresso/?area=016&lg=pt. Acesso em: Dia mês (abreviado) ano.

Editorial

Crenças e Religiosidades[ Voltar às Áreas ]

Mesa nº 5 - Religião e política II[ Voltar às Mesas ]

  • PAP0882 - Ditadura Militar no Brasil e Igreja evangélica: tensões, anuências e implicações
    Resumo de PAP0882 - Ditadura Militar no Brasil e Igreja evangélica: tensões, anuências e implicações 
    •  SILVA, Anaxsuell Fernando da CV - Não disponível 
    • PAP0882 - Ditadura Militar no Brasil e Igreja evangélica: tensões, anuências e implicações

      Antes do golpe militar de 1964, os evangélicos no Brasil podiam facilmente ser distinguidos em quatro grandes grupos. A saber, os pentecostais, os carismáticos, os tradicionais e os liberais (ou os ecumênicos). Nos quatro anos que se seguiram ao golpe, o cenário protestante mudou completamente. Alguns sairiam deste período histórico fortalecidos numericamente, mas notabilizados por uma postura política indiferente; outros grupos empreendem uma dura autocensura através de intervenções nos movimentos progressistas que resistiam dentro das comunidades eclesiásticas, alinhando-se assim aos interesses do regime. É nesse contexto, enquanto padecia sob ditaduras de extrema direita, a América Latina viu nascer a Teologia da Libertação, com foco na revolução política e com uma leitura bíblica centrada na luta de classes. Além disto, vários líderes protestantes ligados a outros movimentos que pregavam a responsabilidade social da igreja e a transformação do país sofreram perseguição. Este trabalho pretende configurar e problematizar, sob uma ótica socioantropológica, este cenário histórico-político dando maior ênfase às implicações das tensões ocorridas na igreja evangélica. Para uma maior pujança analítica, nesta comunicação privilegiaremos a análise de um caso específico, de um ex-pastor protestante e uma das principais referências no que diz respeito à Teologia da Libertação: Rubem Alves. Esta abordagem irá assinar desde o ingresso de Rubem Alves no pastorado da Igreja Presbiteriana (evidenciando as influências progressistas e os laços construídos ao longo deste percurso que o levaram a ser rotulado de "inimigo do Regime"), passando pelo difícil rompimento entre o pesquisado e a igreja a qual ele estava vinculado. Rompimento este ocasionado, em parte, devido ao posicionamento da igreja em relação ao regime militar que se instaurava no Brasil. Alguns presbíteros planejaram entregar Rubem aos militares acusando-o de subversivo. A partir desta análise será possivel ponderar sobre as tensões entre política e religião na história recente do Brasil, e, as implicações destas tensões na vida de líderes e intelectuais protestantes.
  • PAP0649 - Clivagens e cumplicidades entre o Estado e a Igreja católica em Portugal: os temas fraturantes
    Resumo de PAP0649 - Clivagens e cumplicidades entre o Estado e a Igreja católica em Portugal: os temas fraturantes 
    • VILAÇA, Helena CV de VILAÇA, Helena
    • OLIVEIRA, Maria João CV de OLIVEIRA, Maria João
    • PAP0649 - Clivagens e cumplicidades entre o Estado e a Igreja católica em Portugal: os temas fraturantes

      Portugal é um país maioritariamente católico e com indicadores de religiosidade significativos no contexto europeu. Contudo, tal fato não impediu a liberalização da sociedade em relação a temas delicados e fraturantes relacionados com os costumes e a bioética. São de assinalar os dois referendos sobre o aborto e as mudanças legislativas no que respeita ao divórcio, ao casamento homossexual e à procriação medicamente assistida. A eutanásia é punida criminalmente e ainda não existe um debate alargado sobre o assunto. O divórcio, admitido pela primeira vez em Portugal em 1910, foi objeto de diversas legislações ao longo de quase um século. Durante o Estado Novo os católicos casados deixaram de poder divorciar-se civilmente, situação que mudou em 1975 na sequência do estabelecimento da democracia. Recentemente, em 2008, o divórcio passou a ser aceite como resultante da vontade declarada de apenas um dos cônjuges. O primeiro referendo sobre a despenalização do aborto ocorreu pela primeira vez em 1998 tendo vencido o “não”. Em 2007 a descriminalização do aborto foi novamente referendada e a interrupção voluntária passou a ser admitida até às dez semanas de gravidez. A lei sobre a procriação medicamente assistida foi aprovada em 2005 de uma forma relativamente discreta em termos públicos. O parlamento aprovou ainda, em 2010, o casamento entre casais do mesmo sexo. Estas mudanças não foram propriamente pacíficas tendo originado debates mais ou menos alargados ora num registo moderado ora provocando a radicalização dos campos. Nesta comunicação pretendemos analisar o modo como diversos setores sociais se posicionaram, defendendo o pressuposto de que tal reflete o tipo de relação que tem vindo a ser construída entre o Estado e a Igreja Católica na sociedade portuguesa, a partir de 1974. Para o efeito, dedicaremos especial atenção aos vários tipos de manifestação no campo católico sobre estas matérias, desde as posições oficiais da Comissão Episcopal, às declarações do Cardeal Patriarca, de bispos e padres isolados, passando pelas modalidades de intervenção de organizações católicas e de movimentos cívicos de raiz católica. Serão de igual modo analisadas as declarações de católicos com protagonismo na vida pública, muito em particular no campo político, bem como as propostas dos diversos partidos e a argumentação subjacente.
  • Com um doutoramento em Sociologia, atribuído pela Universidade do Porto, Helena Vilaça é Professora Auxiliar com Agregação do Departamento de Sociologia da Faculdade de Letras e investigadora do Instituto de Sociologia da Universidade do Porto. O seu trabalho científico tem incidido de modo dominante sobre a sociologia das religiões, nomeadamente, pluralismo religioso e étnico, religião e política, novas formas de religiosidade e espiritualidade.
    Oliveira, Maria João
    Licenciada em Sociologia pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto, é atualmente estudante de doutoramento em Sociologia pela mesma faculdade. Encontra-se a desenvolver uma tese sobre imigração brasileira no Grande Porto, que mereceu financiamento da FCT. É ainda investigadora integrada do Instituto de Sociologia da UP e, para além da pesquisa de doutoramento, está ligada ao Groupe Européen de Recherche Interdisciplinaire sur le Changement Religieux (Gericr), pelo que concilia o interesse pela Sociologia das Migrações e das Religiões.
  • PAP0504 - As Transformações da Alta Esfera Eclesiástica e as Disputas no Espaço do Poder no Brasil
    Resumo de PAP0504 - As Transformações da Alta Esfera Eclesiástica e as Disputas no Espaço do Poder no Brasil  PAP0504 - As Transformações da Alta Esfera Eclesiástica e as Disputas no Espaço do Poder no Brasil
    •  SEIDL, Ernesto CV - Não disponível 
    • PAP0504 - As Transformações da Alta Esfera Eclesiástica e as Disputas no Espaço do Poder no Brasil

      A comunicação está baseada em trabalho que explora as intersecções entre as estratégias de legitimação do alto clero católico – em especial, a aquisição de novos e mais diversificados recursos culturais e a internacionalização dos quadros dirigentes – e as redefinições dos discursos e dos modos de exercício da autoridade católica no Brasil nas últimas cinco décadas. Para tanto, a partir de informações biográficas relativas aos bispos brasileiros em exercício e daqueles que compuseram as presidências da Conferência Nacional dos Bispos Brasileiros (CNBB) desde sua fundação, o estudo privilegia dados relativos a seus itinerários sociais e profissionais, com destaque aos recursos escolares e culturais acumulados, às carreiras e às estratégias de elaboração e apresentação de discursos institucionais a públicos variados. A problemática combina três níveis de análise: a) a realização de estudo morfológico sincrônico do episcopado brasileiro na atualidade; b) a análise diacrônica dos padrões de recrutamento para os postos centrais da CNBB; e c) a comparação entre trajetórias, recursos e tomadas de posição de bispos em contextos socioculturais diversos. Acredita-se que o trabalho avança, assim, na demonstração de correspondências entre as redefinições dos mecanismos de legitimação da autoridade religiosa; as experiências, competências culturais e destinos dos agentes no conjunto de posições que compõem a alta esfera católica; e as novas modalidades de intervenção dos especialistas da Igreja em um mercado religioso crescentemente competitivo, no qual o catolicismo tem perdido na distribuição dos bens culturais e da salvação, sobretudo frente a denominações neopentecostais. Os resultados apontam a imposição de novos recursos culturais e escolares, com destaque a um capital internacional de competência e de relações, dentre as estratégias de legitimação da Igreja nas disputas no espaço de poder. Os sérios investimentos na dotação de novas e diversificadas formas de competência religiosa do alto clero brasileiro a partir dos anos 70 deixam claro um expediente institucional ancorado na esfera escolar (religiosa e “profana”), especialmente nos canais de formação intelectual via internacionalização. A meio caminho entre funções estritamente intelectuais e tarefas administrativas, os bispos enfrentam desafios de ordem múltipla: adaptar-se a sociedades com novas estruturas e formas de viver, produzir discursos de temática variada, complexa e mutável, fazer frente aos novos dados da competição religiosa e garantir sua legitimação dentro das lutas pela dominação simbólica. Tudo indica que Roma continua a ser peça fundamental nessas engrenagens a produzir religiosos mais e melhor diplomados, com acúmulo de experiências no exterior e culturalmente mais versáteis.
  • PAP0350 - A Sociedade Bíblica em Portugal no século XIX: a difusão da Bíblia em português como motor de diversificação sociocultural
    Resumo de PAP0350 - A Sociedade Bíblica em Portugal no século XIX: a difusão da Bíblia em português como motor de diversificação sociocultural 
    • LEITE, Rita Mendonça CV de LEITE, Rita Mendonça
    • PAP0350 - A Sociedade Bíblica em Portugal no século XIX: a difusão da Bíblia em português como motor de diversificação sociocultural

      A Sociedade Bíblica desenvolveu-se ao longo do século XIX em Portugal com base num objectivo fundamental de difusão da Bíblia, participando dum movimento de grande escala, iniciado na Grã-Bretanha, em 1804, com a criação da British and Foreign Bible Society (BFBS). Originária de um ambiente protestante e formatada por esse mesmo ambiente, colocou, em Portugal, os problemas essenciais da pluralidade das traduções da Bíblia e da vulgarização dos textos bíblicos com todas as questões de legitimação e fundamentação que as mesmas colocam, donde resultou um importante impacto cultural na sociedade portuguesa. Pretende-se analisar esse processo de estruturação da Sociedade Bíblica em Portugal enquanto movimento de natureza não-denominacional e gerador de um espaço próprio no seio da larga escala da reconfiguração missionária oitocentista e, num sentido mais estrito, no interior da sociedade portuguesa. Organizando-se na transição do século XIX para o século XX como uma plataforma de encontro entre todos os grupos protestantes, consensualmente unidos em torno da centralidade conferida à Bíblia, a análise da história da Sociedade Bíblica em Portugal conduz também à reflexão sobre o modo como esse movimento se desenvolveu enquanto experiência de diversificação sociocultural num ambiente religioso (e cultural) maioritariamente católico romano, onde a relação com a Bíblia é substancialmente distinta da do universo protestante.
  • Rita Mendonça Leite é licenciada em História e Mestre em História Contemporânea pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. É investigadora integrada do Centro de Estudos de História Religiosa -da Universidade Católica Portuguesa. Trabalha na área da História Religiosa e das correntes cristãs na época moderna e contemporânea, com destaque para as questões do Protestantismo e da pluralidade religiosa no Portugal Contemporâneo. Actualmente encontra-se a fazer o seu doutoramento em História e Cultura das Religiões (CEHR-UCP e FL-UL) em torno da temática: “A Sociedade Bíblica em Portugal como experiência de diversificação sociocultural e religiosa no século XIX: o debate entre texto e autoridade”. É Bolseira da Fundação para a Ciência e Tecnologia.
  • PAP0242 - As trocas culturais entre intelectuais luso-brasileiros durante o movimento de Restauração Católica (1910 – 1937)
    Resumo de PAP0242 - As trocas culturais entre intelectuais luso-brasileiros durante o movimento de Restauração Católica (1910 – 1937) 
    •  MOURA, Carlos André Silva de CV - Não disponível 
    • PAP0242 - As trocas culturais entre intelectuais luso-brasileiros durante o movimento de Restauração Católica (1910 – 1937)

      As primeiras décadas do século XX em Portugal e no Brasil foram marcadas por debates políticos, econômicos, culturais e religiosos que envolveram os vários setores da sociedade. Nesse momento, os intelectuais conservadores e religiosos apresentaram grande importância para a formação dos discursos que defendiam a ordem e a moral religiosa, baseados em propostas da Igreja Católica. Entre as temáticas que se destacaram estava o Movimento de Restauração Católica, que defendia a retomada do poder político, social e a politização do clero nos países que passavam por processos de laicização. Projeto liderado pela Sé Romana, as discussões sobre a recatolização no país ibérico teve início após a Proclamação da República, em 05 de outubro de 1910, que foi seguida pela lei de separação entre o Estado e a Igreja. Como resposta aos movimentos laicos, os bispos portugueses publicaram a Pastoral Collectiva do Episcopado Português ao Clero e fieis de Portugal, em 24 de dezembro do mesmo ano. O documento destacou a importância das relações do político com o religioso, apresentando as contribuições da Igreja Católica para o crescimento social do país, defendendo assim, a sacralização da política em Portugal. Com o anticlericalismo, a perseguição religiosa e o confisco dos bens da Igreja pelo governo republicano, líderes católicos portugueses observaram no Brasil um modelo de convivência pacífica entre o poder político e o poder religioso em uma república laica. É a partir desse contexto histórico e social que analisaremos as trocas culturais entre intelectuais lusitanos e brasileiros para a formação dos discursos de recatolização, entre os anos de 1910 e 1937. Para isso, serão analisados periódicos editados nos dois países, como as revistas Brasil-Portugal, Fronteiras, Brotéria, Mundo Português e Atlântida, observando as propostas dos homens das letras, os debates entre as organizações políticas de massa, como o Movimento Integralista Lusitano e a Ação Integralista Brasileira, a migração de membros de ordens religiosas portuguesas para o Brasil e as semelhanças e especificidade das ações que contribuíram para o projeto de retomada da participação política do clero.
  • PAP0177 - A FESTA DE SANTA BÁRBARA: CORPOS MISCIGENADOS QUE SE “TRAMAM” E SE “CONTRACENAM” DE VERMELHO E BRANCO
    Resumo de PAP0177 - A FESTA DE SANTA BÁRBARA: CORPOS MISCIGENADOS QUE SE “TRAMAM” E SE “CONTRACENAM” DE VERMELHO E BRANCO PAP0177 - A FESTA DE SANTA BÁRBARA: CORPOS MISCIGENADOS QUE SE “TRAMAM” E SE “CONTRACENAM” DE VERMELHO E BRANCO
    • JÚNIOR, Flávio Cardoso dos Santos CV de JÚNIOR, Flávio Cardoso dos Santos
    • PAP0177 - A FESTA DE SANTA BÁRBARA: CORPOS MISCIGENADOS QUE SE “TRAMAM” E SE “CONTRACENAM” DE VERMELHO E BRANCO

      Este trabalho é um recorte mais amplo de uma pesquisa sobre as festas populares baianas que teve como proposta central descobrir e compreender os saberes que os corpos expressam utilizando-se de signos, tipos de linguagem e expressão próprias da cultura popular. Para esta análise, contextualizamos historicamente a Festa de Santa Bárbara que acontece todo dia 4 do mês de dezembro no Centro histórico da cidade de Salvador-Ba. O culto a Bárbara foi trazido de Portugal para a Bahia, ainda no período da colonização do Brasil, tendo como responsáveis os negros e comerciantes locais. Com o tempo a santa “alcançou” uma quantidade significativa de devotos, seja do Catolicismo, ou do Candomblé, pois a mesma no ‘sincretismo’ “afro-católico” representa o orixá Iansã, “senhora dos ventos, raios e tempestades” que se veste de vermelho. Para tanto, o nosso objetivo central consiste em compreender as relações societárias do corpo naquela celebração, a partir de estudos culturais, bem como identificar as estéticas corporais produzidas durante o folguedo. Assim, investimos na pesquisa etnografica, pois a mesma permitir-nos um envolvimento concreto com os atores sociais que compõem o exame, fator este facilitador para um maior entendimento e compreensão dos dados colhidos e observados no campo empiríco, seja acompanhando o culto à santa, na missa, na procisão ou até mesmo na festa de largo e ritos do candomblé, que acontecem no Mercado de Santa Bárbara. Se por um lado, na comemoração, há uma forte presença do catolicismo, por outro, encontramos elementos do candonblé, a “fusão” de ambos componentes gera a representação de inúmeras identidades. No que tange a estética corporal, identificamos formas de dançar, adorar e brincar nas quais os corpos “miscigenados”, vestidos de vermelho e branco, se “tramam” e se “contracenam” simbolizando a resistência da Cultura Afro-Baiana ligada ao cultivo das tradições advindas de fora do país. Assim, o culto a Santa Bárbara/Iansã se traduz num acontecimento religioso de matriz católica e ao mesmo tempo afro-descendente. Palavras-Chave: Bárbara, Miscigenados, Vermelho e Branco.
  • Flávio Cardoso dos Santos Júnior - Professor Pesquisador do GEPAC - Grupo de Estudos, Pesquisa e Extensão Artes do Corpo: Memória, Imagem e Imaginário da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS) é Graduado em Educação Física e tem como foco de estudo o corpo dentro das manifestações culturais, principalmente as Festas Populares.