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VII CONGRESSO PORTUGUÊS DE SOCIOLOGIA

PARA O VII CONGRESSO PORTUGUÊS DE SOCIOLOGIA

Ficha Técnica:

Organização e Edição:
Associação Portuguesa de Sociologia
Av. Prof. Aníbal de Bettencourt, 9
1600-189 Lisboa
Tel: 217804738 / Fax: 217940274 / E-mail: aps@aps.pt / http://www.aps.pt

Produção técnica:
Plug & Play
Rua José Augusto Coelho nº 117
2925-543 Azeitão
Tel: 210 854 236 / Fax: 210 854 236 / http://www.plugeplay.com

ISBN: 978-989-97981-0-6

Depósito legal: 281456/08

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©Associação Portuguesa de Sociologia – Lisboa, 2012

Associação Portuguesa de Sociologia

 

Como referenciar os textos desta edição

SOBRENOME DO AUTOR, Prenome(s) (2012). Título do texto. in Atas do VII Congresso Português de Sociologia, Lisboa: APS. ISBN: 978-989-97981-0-6. Disponível em http://www.aps.pt/vii_congresso/?area=016&lg=pt. Acesso em: Dia mês (abreviado) ano.

Editorial

ST1 Sociologia da Educação[ Voltar às Áreas ]

Mesa nº 8 - Programas educativos e seus efeitos sociais[ Voltar às Mesas ]

  • PAP1456 - Entre o estigma e a afirmação positiva: os territórios educativos como espaços de mediação sociopedagógica
    Resumo de PAP1456 - Entre o estigma e a afirmação positiva: os territórios educativos como espaços de mediação sociopedagógica PAP1456 - Entre o estigma e a afirmação positiva: os territórios educativos como espaços de mediação sociopedagógica
    • VIEIRA, Ana CV de VIEIRA, Ana
    • VIEIRA, Ricardo CV de VIEIRA, Ricardo
    • PAP1456 - Entre o estigma e a afirmação positiva: os territórios educativos como espaços de mediação sociopedagógica

      O aumento da diversidade de públicos na escola portuguesa tem originado políticas de discriminação positiva que investem na luta contra a indiferença à diversidade sociocultural, e num ensino centrado na organização e gestão de situações diferenciadas e interactivas de aprendizagem que contemple a educação social na própria escola. Temos, assim, vindo a assistir à criação de pedagogias que conjugam políticas de discriminação positiva e sua aplicação num território específico. A territorialização das políticas públicas visa colmatar necessidades específicas tendo em conta as características de determinado território, contando, para tal, com a participação da população territorializada, buscando a articulação entre o Estado e o Local. Estas práticas implicam alterações profundas nas formas de trabalhar dos professores e dos novos actores sociais na escola. Num Territórios Educativos de Intervenção Prioritária (TEIP) e num Gabinete de Apoio ao Aluno e à Família (GAAF), de que aqui daremos conta, tem-se optado por dotar os agrupamentos escolares com equipas de profissionais sociais (educadores sociais, técnicos de serviço social, mediadores, outros trabalhadores sociais…) que, em conjunto com os professores, respondam à multiplicidade de solicitações e responsabilidades que são pedidos à escola actualmente. Os principais objectivos desta comunicação são dar conta de um trabalho de natureza etnográfica feito num TEIP e num GAAF para construir projectos educativos inclusivos e significativos para todos os alunos. Nos dois territórios educativos que apresentaremos, situados na região de Leiria, há um estigma associado à maioria dos alunos que os frequentam e a educação social e mediação sociopedagógica pretende pôr em diálogo a cultura da escola com a cultura dos bairros donde provêm os alunos. Através de narrativas dos actores sociais destes agrupamentos escolares, discutir-se-ão as vantagens e desvantagens desta mediação sociopedagógica e seus efeitos perversos que têm levado à coisificação dos territórios e dos alunos que os habitam. Dar-se-á ainda conta da interacção, complementaridade e tensões várias nestes processos de mediação que são alguns dos temperos que constroem as representações sociais destes territórios.
  • Ana Vieira é Assistente Convidada do Instituto Politécnico de Leiria e investigadora do CIID-IPL. Foi professora no ensino básico durante 20 anos. É doutorada em Ciências da Educação, na área da educação social e mediação sociopedagógica. A sua investigação incide sobre mediação sociocultural, área onde tem publicado em revistas nacionais e estrangeiras e onde tem desenvolvido comunicações que tem apresentado em congressos nacionais e internacionais.
    Ricardo Vieira, antropólogo e sociólogo, é Professor Coordenador Principal da Escola Superior de Educação e Ciências Sociais do Instituto Politécnico de Leiria e investigador do CIID-IPL. Concluiu a sua Agregação em 2006. A sua investigação tem incidido sobre multiculturalidade e educação intercultural; histórias de vida e identidades; identidades pessoais e profissionais; identidades e velhices; mediação intercultural; educação e serviço social. No ano de 2000 foi galardoado com o prémio Rui Grácio, prémio para a melhor investigação em Portugal no domínio das Ciências da Educação. É autor e co-autor de uma dúzia de livros e de dezenas de artigos publicados em revistas nacionais e estrangeiras.
  • PAP1042 - Eles sabem que são os mal amados da escola: representações dos CEF na blogoesfera
    Resumo de PAP1042 - Eles sabem que são os mal amados da escola: representações dos CEF na blogoesfera 
    •  ALVES, Natália CV - Não disponível 
    •  MARCELO, Marques CV - Não disponível 
    •  CANÁRIO, Rui CV - Não disponível 
    •  CAVACO, Carmen CV - Não disponível 
    • PAP1042 - Eles sabem que são os mal amados da escola: representações dos CEF na blogoesfera

      Os Cursos de Educação Formação para jovens assumem uma particular importância no panorama educativo português. Criados para combater o insucesso e abandono escolares e permitirem a inserção na vida activa, eles constituíram-se numa via alternativa à conclusão da escolaridade obrigatória, principalmente a partir do no lectivo de 205/2006. Ainda que os poucos estudos realizados sobre esta modalidade formativa (Clemente, 201; Ouro, 2009; Figueiredo, 2009; Cunha 2010) não sejam conclusivos quanto ao efectivo cumprimento das finalidades a que se propõem, eles têm sido objecto de uma forte polémica na esfera pública. Nesta comunicação propomo-nos analisar as representações sobre os CEF enquanto medida política e oferta curricular nas escolas e as representações sobre os alunos que os frequentam. A netnografia (Montardo & Passerino, 2006) aplicada a blogues foi a opção metodológica escolhida para a prossecução destes objectivos. Iniciámos a pesquisa na comunidade de bloggers em língua portuguesa blog.com.pt, na categoria alusiva a educação e ensino, considerando para efeito de análise blogues de autores portugueses e tópicos de entrada que versassem sobre os Cursos de Educação e Formação. Tendo como ponto de partida este directório, fomos guiados, numa fase posterior, pelo método de amostragem purposive–snowball (Patton, 2002), a partir da lista de blogues que outros autores recomendavam e/ou seguiam. Posteriormente, escolhemos os blogues que estavam há pelo menos três anos em actividade e no activo, de forma a consolidar a sua presença na blogosfera e que tivessem entradas que discutissem os CEF, reunindo um conjunto de 6 blogues, 64 tópicos de entrada e 1552 comentários. Numa primeira leitura, fomos escolhendo e rejeitando elementos de análise segundo as nossas sensibilidades interpretativas (Philips & Hardy, 2002). A análise de conteúdo que realizámos incidiu sobre 53 tópicos de entrada e 234 comentários. Os resultados mostram que a maioria das representações dos professores sobre os CEF é bastante negativa: estes cursos foram criados para as estatísticas e legitimam uma cultura de laxismo facilitismo. Além disso, a forma como são implementados nas escolas gera também algum descrédito/desmotivação por parte dos professores. Por último, os alunos são também eles objecto de representações maioritariamente negativas. Eles são descritos como mal-educados, preguiçosos, desmotivados… e sabem que são os mal amados da escola.
  • PAP0971 - As TIC na escola: práticas e representações por parte dos professores
    Resumo de PAP0971 - As TIC na escola: práticas e representações por parte dos professores 
    •  ALVES, Nuno de Almeida CV - Não disponível 
    •  RODRIGUES, Carla CV - Não disponível 
    •  DIAS, Paulo Coelho CV - Não disponível 
    •  ABRANTES, Pedro CV - Não disponível 
    • PAP0971 - As TIC na escola: práticas e representações por parte dos professores

      Ao longo das últimas décadas, as tecnologias da informação e da comunicação têm vindo a tomar um lugar preponderante nas diversas dimensões da vida social. A Educação não constitui excepção. Os últimos anos foram de assinalável investimento neste âmbito, através do plano tecnológico da educação e dos programas e-escolas e e-escolinhas. Por meio da respectiva execução modernizou-se a infra-estrutura tecnológica do parque escolar e democratizou-se o acesso aos computadores e à internet a alunos e professores, mediante a respectiva oferta a preços abaixo do valor de mercado. A crescente presença das tecnologias da informação e da comunicação no espaço escolar procurou também propiciar uma crescente implicação das mesmas nos processos de ensino e aprendizagem. O computador, a internet e outros equipamentos passaram a constituir presença assídua na sala de aulas, por vezes apenas como auxílio à exposição ou demonstração, noutros casos como instrumentos activamente utilizados por parte dos alunos no desenvolvimento de actividades específicas. Contudo, a introdução da tecnologia na relação pedagógica não é neutra, especialmente perante um artefacto tecnológico relativamente ao qual a detenção de competências e de capacidade de manipulação é bem mais repartida do que o habitual entre os pares da relação pedagógica. Como se adaptaram os professores a estas circunstâncias? Que estratégias adoptaram na utilização das tecnologias da informação e da comunicação em sala de aula? Para que actividades são utilizadas? Que benefícios trazem à aprendizagem e à motivação para a mesma por parte dos alunos? E, finalmente, que avaliação fazem da presença das tecnologias da informação na escola e na sala de aula? A resposta a este conjunto de questões constitui uma pertinente base empírica para o conhecimento detido acerca das tecnologias da informação e da comunicação no processo de ensino. No entanto, o eventual contraste de posições consoante a idade, o sexo, o número de anos de experiência lectiva e a formação científica de base dos professores não o é menos, propiciando um entendimento alargado das diferentes modalidades de utilização consoante as características do corpo docente. Nesta comunicação serão utilizados dados provenientes do projecto de investigação “Learn-Tech: tecnologias da informação e da comunicação e aprendizagem”, em curso no CIES-IUL, coordenado por Nuno de Almeida Alves e financiado pela FCT. Estes dados dizem respeito ao segmento de inquirição efectuado junto dos professores, compreendendo as respostas a um questionário realizado a uma amostra de 324 professores de 12 escolas do país, bem como um conjunto de 15 entrevistas semi-directivas.
  • PAP0597 - Crianças e computador Magalhães: usos e contextos
    Resumo de PAP0597 - Crianças e computador Magalhães: usos e contextos PAP0597 - Crianças e computador Magalhães: usos e contextos
    •  SILVA, Pedro CV - Não disponível 
    •  COELHO, Conceição CV - Não disponível 
    •  FERNANDES, Conceição CV - Não disponível 
    •  VIANA, Joana CV - Não disponível 
    • PAP0597 - Crianças e computador Magalhães: usos e contextos

      Propomo-nos apresentar resultados provenientes de uma pesquisa sociológica sobre os usos e efeitos, escolares e sociais, do computador Magalhães num agrupamento de escolas de Leiria. Centrar-nos-emos aqui nos seus usos por parte das crianças, em diversos contextos (casa, escola e outros espaços de sociabilidade), a partir do cruzamento do olhar de distintos atores sociais: as próprias crianças, pais e professores. Um dos desafios que se coloca na sociedade da informação refere-se às desigualdades e relações de poder que lhe estão subjacentes, fenómeno que tem assumido designações diferentes, como infoexclusão, divisão digital ou fosso digital. Genericamente, o que parece estar em causa é a clivagem entre dois grupos opostos: os que têm e os que não têm acesso às tecnologias de informação. Múltiplas investigações realizadas nos últimos anos têm vindo a mostrar os contornos destas clivagens noutros países (Cruz, 2008) e em Portugal (Cardoso et al., 2005), apontando estudos relativamente recentes para uma realidade crescentemente complexa e multifacetada. Assim, por um lado, Almeida et al. (2008) sugerem uma rápida disseminação no uso de computadores e da internet, com algum esbatimento das desigualdades sociais entre as crianças e jovens em idade escolar; por outro, Rodrigues e Mata (2003) notam que a utilização das TIC apresenta uma correlação mais forte com o nível de escolaridade do que com a idade, parecendo esbater, pois, o efeito geracional; paralelamente, dados recentes mostram que em Portugal o número de crianças que usa computadores tende a aumentar, mas diminui a vantagem que este grupo tinha sobre os adultos quanto ao uso da internet, estando, agora, quase a par (EU Kids on-line, 2011). A presente pesquisa visa encontrar respostas para um variado leque de questões, nomeadamente: quem usa o computador Magalhães? Quais os seus usos? Em que contextos? Quais os modos de regulação sobre os usos? Por parte de quem? Que efeitos, escolares e sociais, dos seus usos nos vários atores sociais e nas suas interações? Em particular, na sala de aula e na relação escola-família? Perante o problema e este conjunto de questões, a pesquisa assumiu uma natureza longitudinal (2009-2011), pelo que se optou por um design metodológico misto, com uma natureza extensiva (questionários a crianças, professores e famílias) e intensiva (etnografia de uma turma). O tratamento da informação incluiu procedimentos estatísticos com recurso ao SPSS e análise de conteúdo. Os dados apontam para a) uma adesão maciça ao computador Magalhães, mais notória nas famílias de meios desfavorecidos; e b) um uso regular deste portátil pelas crianças, em particular no espaço doméstico. Ele sobressai ainda como c) um computador pessoal para a criança; d) parcialmente, um computador familiar; e, e) um instrumento que permite respeitar os ritmos de aprendizagem, o que se revela particularmente significativo no contexto de sala de aula.
  • PAP0449 - Entre a escola e a família: usos do computador Magalhães
    Resumo de PAP0449 - Entre a escola e a família: usos do computador Magalhães PAP0449 - Entre a escola e a família: usos do computador Magalhães
    •  DIOGO, Ana CV - Não disponível 
    •  GOMES, Carlos CV - Não disponível 
    • PAP0449 - Entre a escola e a família: usos do computador Magalhães

      A distribuição de computadores portáteis às crianças do 1º ciclo do ensino básico, em Portugal, constituiu uma medida política que, no seguimento de outras, teve como desígnios democratizar o acesso às tecnologias de informação e comunicação (TIC) e, assim, promover a utilização destas nos processos de ensino-aprendizagem, preparando precocemente as novas gerações para a sociedade do conhecimento. Contudo, a ideia de que as TIC, por si sós, podem ser geradoras de mudança e progresso, presente em muitos discursos sobre a sociedade da informação, parece padecer de algum determinismo tecnológico que tem vindo a ser denunciado pela evidência empírica (Lyon, 1992). No campo da educação, estudos têm revelado que a aplicação simples das TIC, sem nada modificar as práticas de ensino, não traz mudanças significativas aos sistemas educativos e pode agravar desigualdades de aprendizagem iniciais (Eurydice, 2001; Miranda, 2007). Ao distribuir computadores às famílias, o programa e.escolinha veio amplificar o potencial alcance deste tipo de iniciativas, colocando questões relativas ao processo de integração das novas tecnologias no espaço escolar, como também no espaço familiar, e, em particular, em relação à articulação entre estes dois contextos. A sociologia da educação tem dado conta de obstáculos estruturais e dificuldades de interacção na relação escola-família (Dubet, 1997; Montandon e Perrenoud, 2001; Silva, 2003) que poderão contribuir para compreender a forma como a medida política em causa está a ser apropriada pelos actores sociais. Com o objectivo de investigar os usos e efeitos do computador Magalhães no 1º ciclo do ensino básico no quadro da relação escola-família, temos em curso um estudo de caso numa Escola Básica Integrada de Ponta Delgada (Açores), baseado em métodos extensivos (inquérito a pais, alunos e professores) e intensivos (entrevistas a pais e professores e registos etnográficos de uma turma). Entre os resultados já apurados (Diogo, Gomes e Barreto, 2010), foi possível constatar que o computador Magalhães tem sido muito mais amplamente utilizado em casa do que na escola, quer pela frequência do uso, quer pela amplitude do tipo de utilizações que lhe é dado. Trata-se de resultados que não são surpreendentes, na medida em que estão em consonância com os encontrados noutros trabalhos em relação ao uso das TIC em geral (Almeida, Alves e Delicado, 2008; Fluckinger, 2007). Nesta comunicação iremos centrar-nos na exploração de pistas para a compreensão desta constatação, incidindo, especialmente, na hipótese relativa aos modos de articulação e colaboração estabelecidos entre escola e família. Para o efeito, serão mobilizados dados provenientes de inquéritos por questionário, entrevistas e registos etnográficos realizados na comunidade escolar onde o estudo decorre.
  • PAP0119 - Literacia mediática: Novas competências para infoadictos
    Resumo de PAP0119 - Literacia mediática: Novas competências para infoadictos PAP0119 - Literacia mediática: Novas competências para infoadictos
    • LOPES, Paula Cristina CV de LOPES, Paula Cristina
    • PAP0119 - Literacia mediática: Novas competências para infoadictos

      Nas culturas multimediáticas típicas da contemporaneidade, a propagação global e extremamente intensa de informação, em particular via digital e em rede, parece estar a potenciar o nascimento de uma geração de infoadictos. A multiplicação de (novos) meios multiplataforma e a correspondente multiplicação de “utilizadores-participantes” (Silverstone) e dos seus conteúdos/mensagens traduz-se na emergência de um novo paradigma sociocomunicacional de grande complexidade. Novas competências interpretativas, críticas e comunicativas são requeridas na sociedade da informação, na sociedade do “tempo-espaço comprimido” (Harvey), e essas competências são, em rigor, competências de literacia mediática. Esta comunicação – versão abreviada de um dos capítulos de “Literacia Mediática e Cidadania”, trabalho de investigação actualmente em curso no âmbito do Programa de Doutoramento em Sociologia do ISCTE-IUL, com apoio da FCT, que indaga acerca da relação específica entre competências de literacia mediática e práticas de cidadania – reflecte, por um lado, sobre a centralidade da literacia mediática nas sociedades contemporâneas [evidenciada, de forma mais ou menos explícita, desde a “Declaração de Grünwald sobre a Educação para os Media” (1982)], e, por outro, sobre a pesquisa empírica que tem sido desenvolvida neste domínio de investigação científica (na verdade, ainda manifestamente insuficiente), colocando a tónica numa muito adequada distinção entre avaliação de práticas e avaliação de competências de literacia mediática, reflexão que obriga à identificação rigorosa dos principais estudos e investigadores, tanto a nível nacional como internacional.
  • Paula Cristina Lopes (n. 06.12.1967, Lisboa). Investigadora no Centro de Investigação e Estudos de Sociologia (CIES-IUL) do ISCTE-IUL. Bolseira de Doutoramento da Fundação para a Ciência e Tecnologia (desde 2010). Professora de Jornalismo na Universidade Autónoma de Lisboa (desde 1996).
    Licenciada e mestre em Ciências da Comunicação.
    Interesses de investigação: Sociologia da Comunicação; Sociologia da Educação. Ciências da Comunicação.