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VII CONGRESSO PORTUGUÊS DE SOCIOLOGIA

PARA O VII CONGRESSO PORTUGUÊS DE SOCIOLOGIA

Ficha Técnica:

Organização e Edição:
Associação Portuguesa de Sociologia
Av. Prof. Aníbal de Bettencourt, 9
1600-189 Lisboa
Tel: 217804738 / Fax: 217940274 / E-mail: aps@aps.pt / http://www.aps.pt

Produção técnica:
Plug & Play
Rua José Augusto Coelho nº 117
2925-543 Azeitão
Tel: 210 854 236 / Fax: 210 854 236 / http://www.plugeplay.com

ISBN: 978-989-97981-0-6

Depósito legal: 281456/08

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©Associação Portuguesa de Sociologia – Lisboa, 2012

Associação Portuguesa de Sociologia

 

Como referenciar os textos desta edição

SOBRENOME DO AUTOR, Prenome(s) (2012). Título do texto. in Atas do VII Congresso Português de Sociologia, Lisboa: APS. ISBN: 978-989-97981-0-6. Disponível em http://www.aps.pt/vii_congresso/?area=016&lg=pt. Acesso em: Dia mês (abreviado) ano.

Editorial

ST10 Sociologia do Consumo[ Voltar às Áreas ]

Mesa nº 6 - Consumos, famílias e infância[ Voltar às Mesas ]

  • PAP1563 - Sociabilidades em volta da mesa
    Resumo de PAP1563 - Sociabilidades em volta da mesa PAP1563 - Sociabilidades em volta da mesa
    •  MASCARENHAS, Maria Paula de Vilhena CV - Não disponível 
    • PAP1563 - Sociabilidades em volta da mesa

      Neste artigo, procuramos compreender as formas de sociabilidades nas refeições a partir das narrativas de vinte e nove grupos domésticos. Após nos concentrarmos nos conceitos de “socialidade” e de "sociabilidade", caracterizamos as diferentes formas de sociabilidades nas refeições familiares e extrafamiliares, relacionando com o tipo de refeição, os lugares e conteúdos. É em volta da mesa que as sociabilidades se afirmam como processos interactivos no qual os indivíduos escolhem as formas de comunicação, as trocas que os ligam aos outros, em contextos delimitados no espaço e no tempo, teatralizando as normas e regras impostas pela socialidade. Assim sendo, destacamos três dimensões estruturantes de sociabilidades: a dimensão de cariz espacial, a dimensão de cariz qualitativa e a dimensão de cariz quantitativa. Os resultados deste estudo reforçam a relevância das refeições enquanto espaço de sociabilidades. Pretendemos demonstrar que as refeições se diferenciam em função de uma situação em que se desenrola o encontro e a partilha, em contextos sociais identificados (tipo de partilhas, festivo ou quotidiano, doméstico ou extra-doméstico, público ou privado) e segundo um alimento específico sobre o qual se agregam as representações no interior de um universo sociocultural dos contextos. Foi possível verificar, nos grupos domésticos estudados, a presença de múltiplas configurações e a emergência de novas formas de sociabilidades alimentares. Palavras chaves: práticas alimentares, sociabilidades alimentares, comensalidades.
  • PAP1447 - As crianças e suas múltiplas práticas de consumo
    Resumo de PAP1447 - As crianças e suas múltiplas práticas de consumo PAP1447 - As crianças e suas múltiplas práticas de consumo
    • FREITAS, Patrícia Oliveira de CV de FREITAS, Patrícia Oliveira de
    • PAP1447 - As crianças e suas múltiplas práticas de consumo

      O tema do consumo na sociedade contemporânea tornou-se um objeto de investigação e ação mais abrangentes. Nossas sociedades se caracterizam pelo consumo de bens e serviços. Entretanto, esse consumo não pode ser avaliado e analisado apenas a partir da ótica da produção desses bens e serviços que serão consumidos. A ampliação da problematização da questão do consumo não se deu apenas a partir da ampliação da importância dos aspectos simbólicos nela envolvidos. Limitada antes ao universo dos indivíduos com algum poder aquisitivo, o eixo da discussão passou a se deslocar também na direção dos adolescentes e das crianças. Assiste-se, assim, a uma transformação no status da criança também no universo do consumo. Antes considerada como um futuro consumidor, que deve ser preparado e cativado para ser fiel a determinados padrões e marcas de produtos, a criança passa a ser vista como um agente que já está apto a consumir esses produtos, independente de não possuir meios materiais que lhe possibilitem o consumo. Ela é reconhecida como consumidora de fato, na medida em que interfere e até mesmo direciona o consumo das unidades domésticas. Nos últimos tempos tem sido crescente a atenção para o público infanto-juvenil em diferentes aspectos, dentre eles o consumo. O objetivo da pesquisa é refletir sobre como as condições da cultura de consumo permeiam o comportamento de consumo de crianças e de adolescentes e se evidenciam no cotidiano escolar. Apesar de não restar dúvida sobre o caráter de transmissão de valores culturais desempenhado pela TV, devemos sempre nos lembrar que ela não atua sobre um público totalmente passivo. Esses valores sofrem uma releitura não sendo assimilados de maneira mecânica. Também se deve considerar que os valores apresentados pela publicidade não são os únicos presentes na sociedade. Embora seja inegável que as crianças cada vez mais estejam envolvidas com produtos industrializados e globalmente distribuídos, isso não as impede de fazer outros usos desses artefatos. Os sujeitos da pesquisa têm mostrado o quanto ressignificavam o que aprendem na TV, revelando-se como sujeitos criativos e não apenas consumidores compulsivos. Eles nos permitiram percebê-los como pertencentes a um mundo cada vez mais tecnológico, freqüentemente, nos mostraram como lidavam com as diferentes tecnologias, fazendo conexões e relações entre elas e ressignificando o que vêem na TV, no computador, no celular, por exemplo. Pensando nas ações das crianças, durante a realização da pesquisa, foi importante perceber a maneira como agem “[...] diante de uma produção racionalizada, expansionista, centralizada, espetacular e barulhenta [...]” (CERTEAU, 2004, p.94), gerando um tipo totalmente diverso do consumo, que tem como característica suas astúcias e sua invisibilidade na maneira de usar o que lhe é oferecido sedutoramente. E são essas práticas que estamos investigando.
  • Patrícia Oliveira de Freitas é atualmente professora da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, doutora em Educação pela Universidade Federal Fluminense (UFF), tendo realizado estágio doutoral em sociologia da infância, na UMINHO, sob orientação do prof Dr Manuel Jacinto Sarmento. Tem experiência na área de estudos do consumo, com interesse de investigação nos seguintes temas: educação financeira, comportamento do consumidor, publicidade e consumo e práticas de consumo de crianças e adolescentes. E na área de educação, tem interesse pelas questões relacionadas à infância, ao consumo e as novas tecnologias.
  • PAP1156 - O consumo e suas inferências pedagógicas na produção de identidades infantis contemporâneas
    Resumo de PAP1156 - O consumo e suas inferências pedagógicas na produção de identidades infantis contemporâneas 
    •  PETERSEN, Michele Luciana CV - Não disponível 
    • SCHMIDT, Saraí Patrícia CV de SCHMIDT, Saraí Patrícia
    • PAP1156 - O consumo e suas inferências pedagógicas na produção de identidades infantis contemporâneas

      O texto discute a sociologia do consumo a partir da análise de artefatos escolares que tematizam os filmes infantis. O estudo problematiza a ação que a pedagogia do consumo exerce sobre as identidades infantis do século XXI, instituindo referências que asseguram as crianças pertencer ao mesmo grupo dentro e fora da escola, postulando novas formas do ser infantil na sociedade contemporânea. A investigação realiza um mapeamento fotográfico de artefatos da mídia (cadernos, mochilas, lanches) analisando as evidências que apontam para as transformações que estão ocorrendo na sociedade atual, postuladas, sobretudo, pela materialização das práticas de consumo na cultura infantil que inundaram as escolas e por vezes, desestabilizam o fazer pedagógico dentro das salas de aulas. Em termos metodológicos, além do mapeamento dos artefatos escolares, foram realizadas discussões com dois grupos de professores de duas escolas de ensino fundamental (pública e outra privada), tendo como foco principal, o consumo e as suas inferências na vida das crianças, especialmente, na produção destas identidades. Desse modo, destaca-se a importância de uma pesquisa que tem como proposta discutir a educação continuada para o consumo e analisar como a sociedade vem gradativamente se transformando, apregoada pelos estudos do sociólogo Zygmunt Bauman, tendo efeitos dentro e fora das escolas. O estudo faz uma reflexão sobre os possíveis resultados da relação entre educação e consumo infantil que acabam por regular, governar e disciplinar as identidades infantis contemporâneas. Neste sentido, a investigação defende o entendimento de que o consumo de artefatos escolares da mídia – filmes infantis sugerem estar realizando um trabalho pedagógico cultural muito aquém de que às crianças estejam apenas consumindo artefatos escolares da mídia, mas indubitavelmente, que elas estejam remodelando e reproduzindo novas formas de pensar, de ser e de agir, atreladas, sobretudo, pelo atributo moderno consumo, principalmente, para não ficarem obsoletas e sentir-se incluídas e assim, pertenceram à sociedade atual.
  • Saraí Patrícia Schmidt possui Doutorado (2006) e Mestrado (1999) pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Graduada em Comunicação Social (1991) é Professora Titular da Universidade Feevale, docente do Mestrado Acadêmico em Processos e Manifestações Culturais e coordenadora do projeto de extensão Nosso Bairro em Pauta na mesma instituição. Tem experiência como pesquisadora nas áreas de Comunicação e Educação, atuando principalmente nos seguintes temas: juventude, infância e consumo.
  • PAP1142 - O CONSUMO CULTURAL NA INFÂNCIA COMO UM APRENDIZADO PARA A FORMAÇÃO DE CIDADÃOS
    Resumo de PAP1142 - O CONSUMO CULTURAL NA INFÂNCIA COMO UM APRENDIZADO PARA A FORMAÇÃO DE CIDADÃOS PAP1142 - O CONSUMO CULTURAL NA INFÂNCIA COMO UM APRENDIZADO PARA A FORMAÇÃO DE CIDADÃOS
    • CORREIA, Ligia Stella Baptista CV de CORREIA, Ligia Stella Baptista
    • PAP1142 - O CONSUMO CULTURAL NA INFÂNCIA COMO UM APRENDIZADO PARA A FORMAÇÃO DE CIDADÃOS

      Investir em conquistar a preferência das crianças é investir no futuro. Garantir que elas tenham afeição por uma marca, desejo e identificação por determinado produto é certamente um dos objetivos de negócios de grande parte das empresas que atuam no mercado mundial, ainda que elas não tenham produtos exclusivamente desenhados aos pequenos consumidores. Esse cenário é recente, o reconhecimento das crianças como público consumidor, que teve início na década de 1980, foi o primeiro passo para que elas fossem incluídas em diversas discussões, como a Convenção Internacional dos Direitos da Criança, estabelecida pela ONU, em 1989 reforçou a importância de incluir esse público nos debates sociais e também nos que se referiam ao consumo e às mídias. A relação entre consumo das crianças e a formação de futuros cidadãos parece uma proposta intrigante e por isso mesmo passível de ser estudada. Nestor Garcia Canclini, afirma que o consumo é que define como um indivíduo se integra à e se diferencia na sociedade e, a partir dele, cria e organiza novas identidades culturais. O espaço na esfera política está cada vez mais restrito, ou menos atrativo, aos cidadãos, que têm suas escolhas cada vez mais favorecidas no ambiente do mercado (2006), quando se trata das crianças então, essa possibilidade de atuação político-social é mais distante e a do mercado favorecida. Como, então, aprender com o exercício de uma atuação participativa no campo do consumo para gerar experiência e aprendizado para uma postura atuante no campo social e político? Isso é possível e, como em todos os aprendizados, quanto mais cedo acontecer, mais natural será, como ensina a sociologia do gosto, de Pierre Bourdieu (1999). O objetivo desse artigo é investigar como o consumo de um produto cultural por parte das crianças tem a possibilidade de incentivar o engajamento delas em causas voltadas ao coletivo, e conseqüentemente a formação de futuros cidadãos. Para isso foi estudado um produto cultural que esteve disponivel no mercado brasileiro em dois momentos diferentes, na década de 1970 e posteriormente em 2000. Esse produto é uma revista infantil cujo nome é Recreio que se propoe a divertir e isntruir seus leitores com uma abordagem diferenciada. Porém, após as análises é possivel identificar que utiliza o mesmo formato do mercado editorial destinado aos adultos.

  • Ligia Stella Baptista Correia
    Mestre em Ciências Sociais: antropologia pela PUC-SP (2010). Especialista em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas (2002). Bacharel em Comunicação Social: Publicidade e propaganda - habilitação Marketing pela Universidade Presbiteriana Mackenzie (2000). Áreas de pesquisa infância, mídia e educação, cultura e indústria cultural, práticas de consumo e consumo cultural.Atua no mercado de bens de consumo há 15 anos, dos quais a maior parte na área de marketing com foco em consumo infantil e conhecimento do consumidor.
  • PAP1019 - DISCUTINDO O CONSUMO E A CULTURA INFANTIL CONTEMPORÂNEA
    Resumo de PAP1019 - DISCUTINDO O CONSUMO E A CULTURA INFANTIL CONTEMPORÂNEA PAP1019 - DISCUTINDO O CONSUMO E A CULTURA INFANTIL CONTEMPORÂNEA
    • SCHMIDT, Saraí Patrícia CV de SCHMIDT, Saraí Patrícia
    • PAP1019 - DISCUTINDO O CONSUMO E A CULTURA INFANTIL CONTEMPORÂNEA

      A relação entre infância e mídia se reconfigura em função de processos históricos, econômicos e culturais que jamais podem ser dissociados do fenômeno da cultura do consumo. O trabalho tem como objetivo problematizar as representações da estreita relação do consumo e a criança contemporânea. A análise partiu das chamadas de anúncios publicitários e comerciais, tendo como questão norteadora a representação do universo infantil na mídia. Tomando contribuições de Zigmunt Bauman, Nestor Garcia Canclini e Beatriz Sarlo, o texto procura trazer elementos que possam potencializar a problematização das relações entre cultura infantil contemporânea e consumo. O texto resulta de pesquisa qualitativa que, em termos metodológicos, foi desenvolvida com base em duas abordagens técnicas: 1) análise de dois conjuntos de anúncios publicitários veiculados na mídia brasileira onde a infância esteja representada: o primeiro voltado para o público infantil e o segundo para o público adulto; 2) oficinas de Educação e Consumo desenvolvidas em uma escola pública. Este trabalho procura trazer ao centro do debate acadêmico as relações entre infância e cultura do consumo. A obesidade, a anorexia, a pedofilia e a erotização precoce fazem parte da rotina das crianças e são pautas recorrentes quando o assunto é infância e consumo na mídia brasileira. Ao mesmo tempo, no atual contexto em que vivemos, são inúmeros os argumentos e evidências para afirmar que o consumo infantil pode ser considerado a grande “descoberta mercadológica”. É neste sentido que este texto aposta na pertinência de problematizar a pedagogia do consumo que nos educa de diferentes formas para olhar, compreender e naturalizar o universo infantil. Quando o tema é a criança estamos lidando com narrativas culturais que nos interpelam e nos fazem crer em certezas naturalizadas como únicas e universais. Vivemos um tempo em que a criança aparece de forma multifacetada na mídia nossa de cada dia, onde os pequenos aprendem nas propagandas que o mundo é daqueles que tem o poder e sabem chegar antes e que as meninas precisam saber seduzir desde a mais tenra idade. Talvez com tais discussões seja possível estabelecer uma nova relação entre os campos da Comunicação, da Educação e da Sociologia, buscando os contornos de um debate sobre consumo e cultura infantil.
  • Saraí Patrícia Schmidt possui Doutorado (2006) e Mestrado (1999) pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Graduada em Comunicação Social (1991) é Professora Titular da Universidade Feevale, docente do Mestrado Acadêmico em Processos e Manifestações Culturais e coordenadora do projeto de extensão Nosso Bairro em Pauta na mesma instituição. Tem experiência como pesquisadora nas áreas de Comunicação e Educação, atuando principalmente nos seguintes temas: juventude, infância e consumo.
  • PAP0940 - A variabilidade das práticas alimentares das famílias com crianças em Portugal
    Resumo de PAP0940 - A variabilidade das práticas alimentares das famílias com crianças em Portugal PAP0940 - A variabilidade das práticas alimentares das famílias com crianças em Portugal
    • TEIXEIRA, José CV de TEIXEIRA, José
    • PAP0940 - A variabilidade das práticas alimentares das famílias com crianças em Portugal

      No período anterior à institucionalização da democracia em Portugal, a alimentação era uma dimensão da vida social fundamentalmente a cargo das famílias e, em alguns casos, do assistencialismo proveniente de organizações de carácter filantrópico. Com o surgimento do Estado Social, ela passou a estar fortemente mediada pelo Estado, especialmente nas famílias com menos recursos económicos. Mais tarde, com a modernização do Estado, o mercado passou a ter um impacto crescente na vida das populações e, particularmente, na alimentação dos indivíduos. Nos últimos anos, assistiu-se em Portugal, a um conjunto de tendências de modernização do tecido social que, embora assimétricas, conduziram, entre outros, à consolidação da sociedade de consumo. A alimentação está por isso sujeita a uma rede mais abrangente e complexa de interdependências. Importa compreender, neste contexto de múltiplas combinações de recursos e possibilidades de acção, o papel de intermediação destas esferas de sociabilidade na estruturação das práticas alimentares. Ainda assim, a família permanece uma instituição central no processo pedagógico-cultural e, particularmente, na produção das identidades alimentares das crianças e dos cônjuges. Este trabalho presta especial atenção à importância que as interacções domésticas têm na estruturação dos hábitos alimentares dos elementos das famílias com crianças. A partir de uma abordagem compreensiva das negociações envolvidas na produção de culturas alimentares familiares e, numa leitura co-dependente de um conjunto de interferências como o Estado (alimentação escolar), as sociabilidades infanto-juvenis, as culturas familiares, a territorialidade, a exposição ao mercado (media) e a as classes sociais, vou procurar desenvolver um modelo conceptual que permita identificar dinâmicas familiares determinantes na alimentação.

  • José Pedro Teixeira, licenciado em Sociologia no ISCTE-IUL (Instituto Universitário de Lisboa) em 2010, está actualmente está a terminar o mestrado em Comunicação, Cultura e Tecnologias de informação na mesma instituição e é bolseiro de investigação no ICS –UL (Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa) desde 2011 no âmbito do projecto “FCT (2011-2014) (PTDC/CS-SOC/111214/2009): “Entre a Escola e a Família: conhecimentos e práticas alimentares das crianças em idade escolar”. Os seus interesses de investigação são a sociologia do consumo, sociologia da alimentação e das desigualdades sociais.