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VII CONGRESSO PORTUGUÊS DE SOCIOLOGIA

PARA O VII CONGRESSO PORTUGUÊS DE SOCIOLOGIA

Ficha Técnica:

Organização e Edição:
Associação Portuguesa de Sociologia
Av. Prof. Aníbal de Bettencourt, 9
1600-189 Lisboa
Tel: 217804738 / Fax: 217940274 / E-mail: aps@aps.pt / http://www.aps.pt

Produção técnica:
Plug & Play
Rua José Augusto Coelho nº 117
2925-543 Azeitão
Tel: 210 854 236 / Fax: 210 854 236 / http://www.plugeplay.com

ISBN: 978-989-97981-0-6

Depósito legal: 281456/08

Requisitos Mínimos:
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©Associação Portuguesa de Sociologia – Lisboa, 2012

Associação Portuguesa de Sociologia

 

Como referenciar os textos desta edição

SOBRENOME DO AUTOR, Prenome(s) (2012). Título do texto. in Atas do VII Congresso Português de Sociologia, Lisboa: APS. ISBN: 978-989-97981-0-6. Disponível em http://www.aps.pt/vii_congresso/?area=016&lg=pt. Acesso em: Dia mês (abreviado) ano.

Editorial

Globalização, Política e Cidadania[ Voltar às Áreas ]

Mesa nº 4 - Questões Ideológicas, Instituições Globais e Governança[ Voltar às Mesas ]

  • PAP1499 - Democracia, Segurança e Desenvolvimento nos países do Magrebe
    Resumo de PAP1499 - Democracia, Segurança e Desenvolvimento nos países do Magrebe 
    • BALTAZAR, Maria da Saudade CV de BALTAZAR, Maria da Saudade
    • PAP1499 - Democracia, Segurança e Desenvolvimento nos países do Magrebe

      O Magreb é formado por estados soberanos com processos históricos muito díspares, mas com uma inequívoca vontade comum de afirmação no contexto internacional.As suas tendências de longo prazo evidenciam grandes progressos, ao nível do rendimento, saúde e educação. Tunísia, Argélia e Marrocos encontram-se entre os 10 países com melhor desempenho a nível mundial, e a Líbia surgia entre os 10 países do topo em termos de IDH de não-rendimento, de acordo com o PNUD/RDH de 2010. Progresso que se deve sobretudo a melhorias na educação e na saúde, enquanto o défice democrático se mantém. Os recentes protestos pró-democracia impulsionados por jovens citadinos instruídos, vêm evidenciar a ligação entre movimentos de democratização e o progresso do desenvolvimento humano. Com este trabalho pretende-se a partir do novo quadro conceptual de segurança e desenvolvimento reforçar a premissa de que a prevenção de conflitos e o desenvolvimento sustentável e equitativo se reforçam mutuamente. E em que os objectivos delineados para orientar a presente pesquisa são: analisar os níveis de desenvolvimento e relevância geoestratégica do Magrebe, no plano internacional e ainda contribuir para a identificação de impactos destas convulsões políticas na reconfiguração da actual ordem internacional.
  • MARIA DA SAUDADE BALTAZAR é professora auxiliar, com nomeação definitiva, do Departamento de Sociologia da Universidade de Évora e investigadora integrada no CESNOVA – FCSH da UNLisboa e colaboradora do CISA-AS da UÉvora. Licenciada em Sociologia pela Universidade de Évora, em 1990, Mestre em Sociologia pelo ISCSP - Universidade Técnica de Lisboa, em 1994 e Doutorada em Sociologia pela Universidade de Évora, em 2002. É Auditora de Defesa Nacional (IDN/Curso 2006). Tem diversas publicações sobre as áreas a que correspondem os seus principais interesses de investigação: Segurança, Defesa e Forças Armadas; Desenvolvimento; Planeamento (metodologia e instrumentos de intervenção). Tem coordenado e constituído várias equipas de investigação de projetos nacionais e internacionais sobre desenvolvimento regional e local, prospetiva, planeamento, intervenção comunitária e relações civil-militares. Tem uma vasta experiência no acompanhamento e apoio técnico a projetos de intervenção comunitária. Tem exercido diversos cargos de gestão na Universidade de Évora, entre os quais Diretora de vários cursos e do Departamento de Sociologia.
  • PAP1471 - Sociopolitical Values and the left-right divide across four continents
    Resumo de PAP1471 - Sociopolitical Values and the left-right divide across four continents PAP1471 - Sociopolitical Values and the left-right divide across four continents
    • FREIRE, André CV de FREIRE, André
    • KIVISTIK, Kats CV de KIVISTIK, Kats
    • PAP1471 - Sociopolitical Values and the left-right divide across four continents

      This study focus on the relationships between socio-political values and the Left-Right (LR) divide across 4 continents. Using data from the Comparative National Election Project III concerning 13 countries/elections from 4 continents, the paper analyses how well anchored in the socio-political value orientations that tap the most relevant political conflicts in the West since the XIX century individual LR self-placement is. Even previous studies that used world-wide surveys were not able to test the relationships between that “west European template” of values and the LR divide, simply because the batteries of values used in those other surveys relied in “highly personal orientations that are not necessarily relevant to politics”. Thus, here it is shown for the first time ever how well anchored in the “west European template” of values is individual LR self-placement across the countries/continents under scrutiny. Second, variation across countries is described and explained. The paper shows that values have an important and significant impact on the LR divide across the globe, but also that their importance is higher in Europe and the US than in other regions of the world. In a more systematic way, it shows that both politicization (“age of the democratic regime”, and “party system polarization”) and mass media “political intermediation” (freedom of press) have a significant role in explaining variation across countries.
  • André Freire
    Assistant Professor with Agrégation / Professor Auxiliar com Agregação
    Senior Researcher at CIES-IUL (Centre for Sociological Studies and Research),
    Department of Political Science and Public Policies, ISCTE - IUL (Lisbon University Institute), Avenidas Forças Armadas,
    1649-026 Lisboa, PORTUGAL, andre.freire@iscte.pt & andre.freire@meo.pt
    Kats Kivistik
    Phd Candidate (and Teaching Assistant) at the University of Tartu, Estonia,
    Visiting Researcher at CIES-IUL (Centre for Sociological Studies and Research).»
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  • PAP1312 - Governação Liberal Global e Assistência Internacional à Democratização na Bósnia-Herzegovina e na Federação Russa: Uma análise Pós-Colonial
    Resumo de PAP1312 - Governação Liberal Global e Assistência Internacional à Democratização na Bósnia-Herzegovina e na Federação Russa: Uma análise Pós-Colonial PAP1312 - Governação Liberal Global e Assistência Internacional à Democratização na Bósnia-Herzegovina e na Federação Russa: Uma análise Pós-Colonial
    • SEIXAS, Eunice Castro CV de SEIXAS, Eunice Castro
    • PAP1312 - Governação Liberal Global e Assistência Internacional à Democratização na Bósnia-Herzegovina e na Federação Russa: Uma análise Pós-Colonial

      Resumo Os processos de assistência internacional à democratização e de construção da paz assentam num quadro de governação liberal que tem sido amplamente criticado. As críticas incidem sobre o facto de esta intervenção ser feita tipicamente de modo estandardizado e de cima para baixo, usada para promover os interesses securitários dos doadores ocidentais, em vez de ser motivada por uma preocupação genuína pelo bem-estar dos recipientes, contribuindo deste modo para aumentar a divisão entre o Norte e o Sul, “vida segurada e vida não segurada”. As Organizações Não Governamentais (ONGs), em particular, são vistas como representantes desta perspectiva, ao promoverem as narrativas globais dos direitos humanos, democracia e cidadania global. Os objectivos desta comunicação são: 1) partindo das teorias críticas e pós-coloniais, propor uma análise das dinâmicas de poder situadas entre doadores e recipientes e do modo como os diversos actores sociais dos países recipientes reapropriam, contestam ou modificam os discursos e as práticas de democratização; 2) apresentar os resultados do meu projecto de doutoramento, um estudo de caso múltiplo que compara dois contextos deliberadamente escolhidos pelos seus resultados esperados de contraste, no modo como estes respondem à expansão do projecto de governação global para a Europa de leste, nos processos de democratização e ajuda ao desenvolvimento: o pequeno Estado periférico da Bósnia-Herzegovina e o poder emergente da Federação Russa. Focar-me-ei, em particular, nas ONGs ligadas aos direitos humanos, nos seus discursos, relação com os doadores e impacto na sociedade recipiente, com o objectivo de investigar as respectivas reacções e contestações ao projecto liberal global de democratização. Palavras Chave governação liberal global; democratização; ONG; Pós-Colonial; Federação Russa; Bósnia-Herzegovina
  • Nome: Eunice Cristina do Nascimento Castro Seixas
    Afiliação: Doutoranda do CES/FEUC no programa 'Pós-Colonialismos e Cidadania Global', recebe uma bolsa da FCT no âmbito do QREN - POPH - Tipologia 4.1 - Formação Avançada, comparticipado pelo Fundo Social Europeu e por fundos nacionais do MCTES.
    Área de Formação: Licenciada em Psicologia e Mestre em Psicologia Social pela FPCE da UP
    Experiência Profissional: na investigação, na educação (foi assistente na Universidade Fernando Pessoa, no Porto) e na psicologia clínica
    Interesses de Investigação: Perspetivas pós-coloniais/descoloniais; sociedade civil; democratização e governação global; migração e expatriados contemporâneos; análise crítica de discurso.
  • PAP1081 - Novos actores em cena: os “Indignados” na Europa e em Portugal. Processos, identidades e estratégias nas formas emergentes de acção colectiva.
    Resumo de PAP1081 - Novos actores em cena: os “Indignados” na Europa e em Portugal. Processos, identidades e estratégias nas formas emergentes de acção colectiva. PAP1081 - Novos actores em cena: os “Indignados” na Europa e em Portugal. Processos, identidades e estratégias nas formas emergentes de acção colectiva.
    • FONSECA, Dora CV de FONSECA, Dora
    • PAP1081 - Novos actores em cena: os “Indignados” na Europa e em Portugal. Processos, identidades e estratégias nas formas emergentes de acção colectiva.

      O contexto europeu é assolado por uma crise profunda, de traços estruturais, e cujas manifestações atingem os campos económico, político e social. Simultaneamente tem vindo a dar mostras inequívocas da emergência de novos actores colectivos que apresentam traços distintivos, tanto no que diz respeito aos modos de acção adoptados como ao afastamento relativamente às dinâmicas institucionais tradicionais. A conformação destes ocorre num contexto conturbado de mudanças que revela as dificuldades, das sociedades modernas, em acomodarem os processos de modernização: o crescimento do desemprego, o desmantelamento do Estado Social, a “ditadura dos mercados”, a segmentação do mercado de trabalho, entre outros factores. O contexto europeu e a sua tradição do Estado Social são afectados pela proliferação das ideologias de mercado e pelas novas políticas de produção. Os desafios impostos pela nova ordem são tanto difíceis de ultrapassar como indesejáveis. A exigência de soluções é premente, contudo as respostas institucionais – principalmente dos sindicatos – têm ficado aquém das expectativas. Não obstante, não podemos afirmar que são inexistentes as iniciativas para combater o cenário de crise. A sociedade civil tem vindo a revelar um dinamismo e capacidade de auto-organização surpreendentes, tornando-se locus de emergência de actores políticos e de processos de dinâmicas contenciosas (contentious dynamics). O nosso objectivo é identificar e analisar os processos subjacentes às recentes mobilizações no espaço europeu, mais conhecidas como o movimento dos “Indignados”. Este nasceu em Madrid mas disseminou-se rapidamente por outros países, muito graças à forte componente de cyberactivismo que permitiu a construção de novas identidades e gerar novos tipos de solidariedade. Ao analisar o contexto de mobilização internacional, temos também por objectivo demonstrar de que forma este interage com o contexto de mobilização português, decorrente em grande medida da tendência de precarização das relações laborais. Dadas as limitações apontadas tanto à perspectiva da Mobilização de Recursos como ao paradigma Europeu (abordagens da Identidade), no que concerne a análise destas formas de acção colectiva com traços inovadores, optámos – na análise a que nos propomos – por combinar outras opções teóricas, como a análise das dinâmicas contenciosas e os elementos fornecidos pelas abordagens de autores como Ernesto Laclau e Chantal Mouffe.
  • Dora Fonseca. É licenciada em Psicologia pela Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto. É aluna do programa de Doutoramento em Sociologia: Relações de Trabalho, Desigualdades Sociais e Sindicalismo, da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra e do Centro de Estudos Sociais. Desenvolve a sua investigação nas áreas da sociologia do trabalho, sindicalismo e movimentos sociais e tem publicado vários trabalhos a propósito desses temas.
  • PAP0796 - Liderança na UE em tempos de crise - [GT-Pensar a Europa – os paradoxos e desafios de um projecto em mudança].
    Resumo de PAP0796 - Liderança na UE em tempos de crise - [GT-Pensar a Europa – os paradoxos e desafios de um projecto em mudança]. 
    •  CAMISÃO, Isabel Ferraz CV - Não disponível 
    • PAP0796 - Liderança na UE em tempos de crise - [GT-Pensar a Europa – os paradoxos e desafios de um projecto em mudança].

      O grau de satisfação dos cidadãos em relação à UE tem vindo a decrescer, verificando-se atualmente um dos mais baixos níveis de apoio popular na história do processo de integração europeia. Dada esta tendência, somos levados a perguntar qual o problema da UE? Sustentamos que uma liderança política adequada é crucial para determinar o sucesso ou o fracasso de uma organização. Períodos de crise representam perigos, mas podem representar também o momento certo para reformar a organização e as suas políticas. Tal tarefa requererá líderes que sejam capazes de transformar desafios em oportunidades. Estarão os actuais líderes europeus à altura do enorme desafio com que nos deparamos? Que estilo de liderança servirá melhor a UE nestes períodos conturbados? Será uma liderança reactiva a melhor forma de gerir a actual mega-crise? Nesta comunicação abordaremos em detalhe os conceitos de liderança e crise. Analisaremos, em seguida, o actual tipo de liderança na UE. Concluiremos este trabalho com uma nota sobre a importância de uma liderança política oportuna e eficiente.
  • PAP0088 - Capital Social das elites parlamentares portuguesas: uma aproximação ao seu perfil associativo
    Resumo de PAP0088 - Capital Social das elites parlamentares portuguesas: uma aproximação ao seu perfil associativo PAP0088 - Capital Social das elites parlamentares portuguesas: uma aproximação ao seu perfil associativo
    • ALMEIDA, Jorge Manuel Fernandes Fonseca de CV de ALMEIDA, Jorge Manuel Fernandes Fonseca de
    • PAP0088 - Capital Social das elites parlamentares portuguesas: uma aproximação ao seu perfil associativo

      Portugal, quando comparado com os restantes países da União Europeia, exibe um baixo grau de Capital Social. O cumprimento das normas, regras e leis é reduzido, a abstenção é elevada, a confiança entre os cidadão e entre estes e as instituições governamentais reduzida e a luta contra a corrupção virtualmente inexistente. A existência de uma forte ligação entre o Capital Social e o grau de desenvolvimento económico, social e cívico das sociedades é hoje um facto bem estabelecido. Importantes trabalhos quer do lado da Economia quer da Sociologia coincidem na conclusão que as sociedades com menor Capital Social tendem a desenvolver-se menos e a tolerar índices superiores de desigualdades. No entanto o mecanismo de transmissão dos efeitos positivos do Capital Social no desenvolvimento económico e social prende-se, quase em exclusivo, com um tipo particular de Capital Social. Aquele que une pessoas de condições e grupos diferenciados (bridging). Em Portugal as elites políticas e sociais têm a obrigação de liderar o país na busca de estratégias que permitam ultrapassar a situação actual em que todos, ou quase todos, os actores perdem (lose-lose) por ausência dos níveis adequados de Capital Social. Mas para o fazerem precisam primeiro de reforçar o seu próprio Capital Social. Este trabalho analisa um dos aspectos mais relevantes do Capital Social o associativismo dos deputados portugueses, um importante subgrupo das elites políticas. O número de pertenças e a sua natureza permitem traçar uma tentativa de perfil do Capital Social dos Parlamentares nacionais.
  • JCurta nota curricular


    Jorge Fonseca de Almeida, 52 anos, casado, dois filhos, diretor bancário na área do Marketing com experiência profissional em Portugal, Holanda e Polónia, licenciado em Organização e Gestão de Empresas pelo Instituto Superior de Economia, Master in Business Administration (MBA) pela Universidade Nova de Lisboa, mestrado (parte escolar) em Comportamento Organizacional pelo Instituto Superior de Psicologia Aplicada. Aluno de Doutoramento em Sociologia no ISCTE-IUL, terceiro ano, a desenvolver tese “Elites económicas e Capital Social: o caso português”.

    Autor do livro “O essencial sobre o Capital Social” editado pela Imprensa Nacional Casa da Moeda (2011) e de várias apresentações a congressos e encontros científicos.

    Interesses de investigação: Capital Social, Redes Sociais, Entrelaçamento, Normas, Confiança, Sociedade e desenvolvimento, Elites económicas e políticas.
  • PAP0018 - LE ROLE DU GOUVERNEMENT DANS L’ÉCONOMIE SOCIALE ET SES POLITIQUES DE COOPÉRATION INTERNATIONALE POUR LE DÉVELOPPEMENT RÉGIONAL.
    Resumo de PAP0018 - LE ROLE DU GOUVERNEMENT DANS L’ÉCONOMIE SOCIALE ET SES  POLITIQUES DE COOPÉRATION INTERNATIONALE POUR LE DÉVELOPPEMENT RÉGIONAL.  
    •  SANÉ, Abdou CV - Não disponível 
    •  SILVEIRA, Luiz Alfredo CV - Não disponível 
    • PAP0018 - LE ROLE DU GOUVERNEMENT DANS L’ÉCONOMIE SOCIALE ET SES POLITIQUES DE COOPÉRATION INTERNATIONALE POUR LE DÉVELOPPEMENT RÉGIONAL.

      Cet article constitue une réflexion sur le rôle du gouvernement dans l’ Économie Sociale et ses politiques de Coopération Internationale pour le développement Régional. Il fait également objet d’ une étude exploratoire avec comme objectif, la réflexion sur les raisons par lesquelles les relations internes de la communauté européenne interviennent dans l’ État et sa politique de réglementation de ses activités de Coopération Internationale et dans la Communauté Universitaire. Dans la seconde moité du XX siècle, on a suivi avec intérêt certains débats intenses dans les domaines de l’ économie sociale et sur la théorie de l’ innovation faisant état à des différents courrants de pensées sur divers auteurs classiques qui recouvrent plusieurs matières telles que l’ économie, la sociologie, les sciences politiques parmi tant d’ autres.La thématique "intégration régionale et développement économique" est d’actualité, en l’occurrence dans les pays qui furent l’objet de processus colonisateurs très importants socialement. Des pays et des universités, mais aussi diverses organisations internationales sont préoccupés par la question: c’est le cas, parmi tant d’autres, de l’Organisation internationale de la francophonie, de l’Organisation internationale de l’anglophonie – COMMOWEALTH – ou de la Communauté des pays de langue portugaise (CPLP). Celles-ci sont des organisations qui désirent construire des liens d’union entre divers peuples avec comme programmes, intégration interétatique et développement socioéconomique dans cette ère du processus de globalisation. Ces programmes par défaut d’inadaptation aux réalités socioculturelles locales, ne parviennent pas à enregistrer des résultats espérés. Les enjeux sont nombreux, car ces pay