Ficha Técnica:
Organização e Edição:
Associação Portuguesa de Sociologia
Av. Prof. Aníbal de Bettencourt, 9
1600-189 Lisboa
Tel: 217804738 / Fax: 217940274 / E-mail: aps@aps.pt / http://www.aps.pt
Produção técnica:
Plug & Play
Rua José Augusto Coelho nº 117
2925-543 Azeitão
Tel: 210 854 236 / Fax: 210 854 236 / http://www.plugeplay.com
ISBN: 978-989-97981-0-6
Depósito legal: 281456/08
Requisitos Mínimos:
Windows XP ou superior.
Adobe Acrobat Reader
©Associação Portuguesa de Sociologia – Lisboa, 2012
Associação Portuguesa de Sociologia
-
PAP1425 - Imigração e trabalho em Portugal: entre relações laborais individuais e colectivas num contexto de flexibilização do trabalho. Percepção do sindicalismo e representação sindical.
- KOLAROVA, Marina
PAP1425 - Imigração e trabalho em Portugal: entre relações laborais individuais e colectivas num contexto de flexibilização do trabalho. Percepção do sindicalismo e representação sindical.
Baseado em análise documental e entrevistas semi-directivas com líderes sindicais, líderes de associações de imigrantes e trabalhadores imigrantes, o texto crusa as posições dos sindicatos face aos trabalhadores estrangeiros com a forma como são vistos os sindicatos pelos imigrantes. Descreve algumas das actividades desenvolvida pelos sindicatos para responder às necessidades destes trabalhadores ao longo da última década. Procura questionar a ideia convencional que os sindicatos tendem a defender políticas restrictivas de imigração porque os imigrantes poem em causa o seu controlo sobre à força de trabalho. Analisa a complexidade das relações entre imigrantes e sindicatos, assim como os desafios que os sindicatos enfrentam com a globalização, a flexibilização e individualização do trabalho.
O trabalho conclui que existe uma forte individualização das relações de trabalho que os imigrantes estabelecem no seus projectos migratórios fortemente individuais (ou familiares) num contexto de flexibilização dos mercados de trabalho e precariezação do emprego. Eles ocupam em grande parte os empregos mais desprotegidos e frequentemente informais onde o movimento sindical não tem influência. No entanto, regista-se uma abertura significativa no sindicalismo de acção em Portugal, apesar da existência de muitas lacunas, nomeadamente, no relacionamento e trabalho com as associações de imigrantes, assim como na informação sobre a actividade sindical dirigida aos trabalhadores estrangeiros.
-
PAP1136 - Sindicatos portugueses, utilização da internet e culturas digitais

- CORREIA, Manuel

- ALVES, Paulo Marques

- GARRIDO, Ulisses

- GONÇALVES, Luís

- FIDALGO, Fernando

PAP1136 - Sindicatos portugueses, utilização da internet e culturas digitais
A grande maioria dos movimentos sindicais dos países mais desenvolvidos passou a enfrentar uma crise a partir dos anos 70. Com vista a superar esses tempos difíceis (Chaison, 1996) desenvolveram um conjunto de estratégias
diversificadas, entre as quais se conta a adoção das TIC – Tecnologias da Informação e da Comunicação e, em particular, a utilização da internet.
Os sindicatos adotaram estas tecnologias mais tardiamente do que as empresas ou outro tipo de organizações (Ad-Hoc Committee on Labor and the Web, 1999; Fiorito et al., 2000; Pinnock, 2005), mas as vantagens competitivas que elas
oferecem e a sua flexibilidade encorajou-os a utilizarem-nas de uma forma crescente.
Um pouco por todo o mundo, os sindicatos estão a fazer um investimento significativo no campo das TIC, utilizando-as em diversas áreas com
determinados objetivos. Alguns estudos revelam que esse investimento tem tido um impacto relevante na organização mas um efeito mais mitigado na eficiência geral dos sindicatos (Fiorito et al, 2002). Contudo há autores
que vão mais longe enfatizando que as TIC têm não apenas um grande impacto nos resultados da atividade sindical mas contribuem também para uma transformação qualitativa levando à emergência de novas formas de organização sindical. Os conceitos de e-union (Darlington, 2000) e cyberunion (Shostak, 1999, 2002) são disso exemplos.
No entanto, o insuficiente ou baixo grau de literacia informática suscita a questão da mudança cultural na transição do uso de dispositivos e práticas analógicas para novos sistemas e práticas digitais. Esta transição
problemática poderá explicar, pelo menos parcialmente, a lentidão na adoção das TIC por parte de sindicatos cujas lideranças tiveram determinadas trajetórias específicas (Castells, 1999; Dantas, 1999; Kroker e Weinstein, 1994; Santos, 2002; Mattelart, 2000).
Com esta comunicação visa-se compreender as razões que levaram os sindicatos portugueses a adotar as TIC, a relativa lentidão com que tal foi feito sobretudo em alguns deles, e os fatores que condicionam essa adoção. Pretende-se também analisar as atitudes dos líderes sindicais para com as TIC. Metodologicamente, aliou-se a análise extensiva (inquérito realizado junto dos sindicatos portugueses ativos em 2011 e análise da presença sindical na internet), à análise intensiva (estudo de caso incidindo sobre a CGTP-IN).
Esta comunicação é o resultado de um trabalho colectivo envolvendo cinco sociólogos (Manuel Correia, Paulo Marques Alves, Ulisses Garrido, Luís Gonçalves e Fernando Fidalgo), cujos interesses de investigação incidem sobre o sindicalismo, as tecnologias da informação e da comunicação e as relações laborais e será apresentada por Ulisses Garrido, director do Departamento de Educação do ETUI – European Trade Union Institute.
Esta comunicação é o resultado de um trabalho colectivo envolvendo cinco sociólogos (Manuel Correia, Paulo Marques Alves, Ulisses Garrido, Luís Gonçalves e Fernando Fidalgo), cujos interesses de investigação incidem sobre o sindicalismo, as tecnologias da informação e da comunicação e as relações laborais e será apresentada por Ulisses Garrido, director do Departamento de Educação do ETUI – European Trade Union Institute.
Esta comunicação é o resultado de um trabalho colectivo envolvendo cinco sociólogos (Manuel Correia, Paulo Marques Alves, Ulisses Garrido, Luís Gonçalves e Fernando Fidalgo), cujos interesses de investigação incidem sobre o sindicalismo, as tecnologias da informação e da comunicação e as relações laborais e será apresentada por Ulisses Garrido, director do Departamento de Educação do ETUI – European Trade Union Institute.
Esta comunicação é o resultado de um trabalho colectivo envolvendo cinco sociólogos (Manuel Correia, Paulo Marques Alves, Ulisses Garrido, Luís Gonçalves e Fernando Fidalgo), cujos interesses de investigação incidem sobre o sindicalismo, as tecnologias da informação e da comunicação e as relações laborais e será apresentada por Ulisses Garrido, director do Departamento de Educação do ETUI – European Trade Union Institute.
Esta comunicação é o resultado de um trabalho colectivo envolvendo cinco sociólogos (Manuel Correia, Paulo Marques Alves, Ulisses Garrido, Luís Gonçalves e Fernando Fidalgo), cujos interesses de investigação incidem sobre o sindicalismo, as tecnologias da informação e da comunicação e as relações laborais e será apresentada por Ulisses Garrido, director do Departamento de Educação do ETUI – European Trade Union Institute.
-
PAP0839 - La organización sindical de base en Brasil y Argentina: potencialidades para una renovación de las prácticas de resistencia
- CATÓ, Juan Montes
PAP0839 - La organización sindical de base en Brasil y Argentina: potencialidades para una renovación de las prácticas de resistencia
El actor sindical en Brasil y Argentina, a contramano de los discursos que avecinaban su desaparición, vienen dando muestras de una fuerte vitalidad -especialmente desde el cambio de gobierno de principio del siglo XXI-. Mayor presencia pública, vínculos estratégicos con los gobiernos, aumento de la negociación colectiva de trabajo y mejoras en los salarios son algunos de los indicadores de esta tendencia. Sin embargo, estos procesos fueron acompañados por prácticas de construcción político-sindical similares a las observadas en el pasado donde se privilegía el fortalecimeinto de las cúpulas sindicales. En esta ponencia interpelamos a la organización sindical actual en ambos países desde el prisma de las construcciones sindicales de base, preguntándonos en qué medida este resurgimiento del actor sindical fue acompañado de una revitalización sindical en los lugares de trabajo a partir del aumento y amplitud de las reivindicaciones de las comisiones internas, delegados y activistas de base. A su vez, si el crecimiento o decrecimiento de estas experiencias de base fueron estimuladas o resistidas por las propias dirigencias de los sindicatos y en qué medida el capital personificado en las patronales llevaron adelante estrategias para erosionar su desarrollo. La ponencia se basa en un proyecto de investigación en curso que utiliza fuentes primarias como entrevistas así como fuentes secundarias.
-
PAP0818 - O desafio do poder de gerir pessoas e intermediar conflitos organizacionais nas sociedades contemporâneas

- MOREIRA, Ricardo Bessa

- CUNHA, Pedro

PAP0818 - O desafio do poder de gerir pessoas e intermediar conflitos organizacionais nas sociedades contemporâneas
Em muitas situações contingentes e de mudança, os colaboradores nas organizações dedicam-se à negociação informal. No entanto, é complexa a aferição da intensidade temporal despendida por sociólogos do trabalho, gestores e, sobretudo, pelos gestores de pessoas, ao debruçarem-se sobre questões negociais. Negociar é um acto contínuo à Gestão de Pessoas. Todavia, os estudos empíricos que relacionam o poder negocial com a eficácia organizacional não proliferam na literatura. A Gestão das Pessoas como função ‘partilhada’ e sistémica não se limita à participação das hierarquias em tarefas e actividades desempenhadas pelos responsáveis pela função, desde o Recrutamento à Avaliação de Desempenho. Trata-se de uma gestão dos colaboradores que deverá ser associada a uma gestão do processo de comunicação informal e matricial.
Os principais objectivos do estudo inscrevem-se numa lógica de complexidade ao analisar-se até que ponto o poder negocial inerente à Gestão das Pessoas extravasa uma perspectiva exclusivamente departamental. Pretendeu-se analisar a participação deste tipo de Gestão no processo de tomada de decisão, procurando-se identificar as percepções dos outros departamentos sobre o estatuto e a influência da Gestão das Pessoas na negociação. Paralelamente, estabeleceu-se uma ligação entre as várias formas/orientações de negociação (distributiva, integrativa e de motivação mista) e os recursos utilizados nas diferentes práticas negociais empreendidas, avaliando-se os efeitos da intervenção da Gestão de Pessoas, cada vez mais uma gestão emocional e de sensibilidades, que implica uma política de proximidade na influência dos (des)equilíbrios de poder na negociação.
A opção por uma amostra de conveniência fez-se sentir relativamente à escolha de quatro empresas consideradas, na sua quase totalidade, de grande dimensão.
Foram realizadas 20 entrevistas com o intuito de se analisarem as perspectivas inter-departamentais sobre o poder e a política, tendo como base as diferentes expectativas, preocupações e percepções dos entrevistados, os quais eram Directores de diferentes Departamentos/Unidades, posicionalmente situados no organigrama ao mesmo nível hierárquico de atribuições. O facto de pertencerem, na sua maioria, a organizações com mais de 5000 colaboradores facilita o desenho funcional e estratégico das Unidades de Negócio, dada a complexidade das mesmas.
Mestre em Gestão de Recursos Humanos pela Universidade do Minho
Doutorado em Ciências Sociais pela Universidade Fernando Pessoa
Professor Auxiliar na Universidade Lusófona do Porto
Professor Convidado Equiparado a Auxiliar na UMinho
Interesses e áreas de Investigação: Gestão de Recursos Humanos, poder e negociação
Pedro Cunha
Pós-Doutorado em Psicologia na USC, sob orientação dos Profs. Doutores Gonzalo Serrano (Espanha) e Jorge Correia Jesuíno (Portugal). Doutor em Psicologia pela USC (bolseiro da Fundação para a Ciência e Tecnologia), Licenciado em Psicologia e Mestre em Psicologia Clínica e da Saúde pela FEP da Universidade Católica e Licenciado em Sociologia pela Faculdade de Letras do Porto, possui Certificado de Mediador de Conflitos e Mediador Familiar.
Director da Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da Universidade Fernando Pessoa (2001-2004), na qual é Professor Associado com Agregação. Docente convidado da FEP – Faculdade de Economia e na EGP/Business School da Universidade do Porto. Os seus interesses de investigação direccionam-se prioritariamente para as áreas de gestão de conflitos, negociação e mediação.
-
PAP0696 - Práticas laborais em Conselhos de Empresa Europeus em tempo de crise. Exemplos a partir dos setores metalúrgico, químico e financeiro

- COSTA, Hermes Augusto
PAP0696 - Práticas laborais em Conselhos de Empresa Europeus em tempo de crise. Exemplos a partir dos setores metalúrgico, químico e financeiro
Este trabalho
resulta de um
projeto de
investigação sobre o
impacto sectorial de
Conselhos de Empresa
Europeus (CEEs) –
instituições de
informação e
consulta nas
empresas/grupos de
empresas de dimensão
comunitária (ao
abrigo das Diretivas
94/45/CE e
2009/38/CE) – em
Portugal. Tem sido
mais recorrente
identificar
obstáculos à
constituição e
funcionamento de
CEEs do que realçar
as suas conquistas,
traduzidas na
capacitação de boas
práticas. Em
contexto de crise
económica não
surpreende que esses
obstáculos
verificados no plano
das práticas
laborais quotidianas
possam ser mais
notórios.
Partindo de um
estudo realizado
junto de
representantes de
trabalhadores em
CEEs de três
sectores
(metalúrgico,
químico e
financeiro) e de
três multinacionais
(Autoeuropa, Air
Liquide e Banco
Espírito Santo) –
procura-se, no
entanto, salientar
alguns dos
contributos para uma
boa implementação de
formas de democracia
laboral nas
multinacionais, em
especial como forma
de superar
impedimentos de
facto e de jure ao
modus operandi dos
CEEs.
Após a identificação
de algumas das
principais
transformações
associadas à
Diretiva 2009/38/CE
(que entrou
formalmente em vigor
em Junho de 2011,
substituindo a
Diretiva 94/45/CE),
bem como à exposição
de algumas das
tipologias
associadas ao
funcionamento dos
CEEs (que vão de um
grau mínimo a um
grau máximo da
valorização da
participação laboral
no âmbito das
multinacionais),
procede-se a um
breve enquadramento
sectorial da
constituição de CEEs
em Portugal, nos
sectores
metalúrgico, químico
e financeiro. Por
fim, expõe-se a
visão dos
representantes de
trabalhadores em
CEEs desses
sectores,
conferindo-se
destaque especial a
três multinacionais
que se têm destacado
pela sua capacidade
não só de lidar com
a crise económica
internacional, como
pelo modo como têm
sabido valorizar os
mecanismos de
informação de
consulta de
trabalhadores.
-
PAP0338 - Negociación colectiva en las empresas multinacionales en Argentina

- DELFINI, Marcelo - Drolas Ana

PAP0338 - Negociación colectiva en las empresas multinacionales en Argentina
En los últimos treinta años y en el marco de la llamada globalización, las empresas multinacionales (EMN) se han transformado en actores predominantes de la economía mundial en general y del mundo del trabajo en particular. Este predominio económico condujo a que se convirtiesen en agentes clave para el desarrollo de nuevas prácticas vinculadas con las relaciones laborales. De esta manera, las EMN incorporarían prácticas desarrolladas en el país de origen a sus filiales, dando como resultado en el país la instalación de relaciones laborales convergentes con los modelos desarrollados en otros países.
El objetivo de esta comunicación es doble. En primera instancia se busca establecer las formas de gestión de la fuerza de trabajo, su impacto sobre las relaciones laborales en la firma y las estrategias hacia los representantes de las organizaciones sindicales en el marco de esas formas de gestión en las filiales de EMN instaladas en Argentina, determinando en qué medida las estrategias de las empresas están definidas por variables estructurales tales como el país de origen, el sector y el momento de instalación. Por otra parte se busca dar cuenta de los cambios y continuidades operados en la negociación colectiva vinculada al conjunto de empresas analizadas para poder observar los efectos de las instituciones sobre las lógicas de gestión de la fuerza de trabajo.
El presente análisis parte de los siguientes interrogantes: ¿Cuáles son las estrategias de las EMN en torno a las relaciones laborales? ¿Existen prácticas convergentes en torno a la negociación colectiva? ¿Se observan diferencias en las estrategias empresarias en relación a las variables estructurales? ¿Qué efectos tiene las nuevas formas de gestión de la fuerza de trabajo sobre la acción sindical? ¿Cuáles son las continuidades y rupturas en torno a la década del 90?
Para el desarrollo de este trabajo, se analizará la negociación colectiva llevada adelante en empresas transnacionales en los últimos años, estableciendo los elementos vinculados a la gestión de la fuerza de trabajo y la inscripción en éstas de las lógicas vinculadas a las relaciones entre empresarios y representantes sindicales en la firma.
Marcelo Delfini: Lic. En sociología y Dr. en Ciencias Sociales Universidad de Buenos Aires (UBA). Investigador CONICET. Docente de las carreras de Relaciones del Trabajo, UBA. Publicó en revistas nacionales e internacionales artículos referidos a las temáticas de Sociología del trabajo, procesos de producción, gestión de la fuerza de trabajo y relaciones laborales. mdelfini@conicet.gov.ar
-
PAP0207 - A negociação colectiva em Portugal: dinâmicas de investigação e resultados empíricos

- FERNANDES, Paulo

PAP0207 - A negociação colectiva em Portugal: dinâmicas de investigação e resultados empíricos
A partir da condução do presente trabalho de investigação pretendeu-se interrogar e reconstituir os processos de negociação colectiva em Portugal, bem como as alterações que têm ocorrido ao longo dos últimos anos - decorrentes das mudanças que têm acontecido em termos de relações profissionais – as quais parecem reflectir as alterações ocorrida em termos de peso que alguns sectores de actividade têm ganho. Procura-se também verificar se os modelos negociais adoptados têm influenciado os resultados ou se as estratégias que os actores mobilizam acabam por ser mais decisivas que estes modelos para os conteúdos resultantes da negociação.
A negociação colectiva enquanto objecto empírico tem um conjunto de dimensões que lhe estão associadas e que foram analisadas ao longo desta investigação. Em primeiro lugar podemos considerar o papel regulador que esta tem, já que estabelece um conjunto de regras e princípios para determinados grupos profissionais ou sectores.
A entrevista foi um dos instrumentos de recolha de informação utilizado para sustentar e perceber aspectos mais profundos, sendo que o alvo, neste caso foram os actores chave que desempenham o papel central nestes processos e que por vezes poderão não estar presentes ou actores que tenham estado presentes em situações particulares, durante estes processos, onde a necessidade por características do processo negocial ou dos próprios negociadores o tenha justificado.
Os sectores que serviram de objecto a esta investigação foram determinados a partir de três critérios: a contribuição do cada sector em volume de emprego; a exposição do sector à concorrência internacional (sectores competitivos, sectores sensíveis) e a modernização tecnológica e organizacional que estes sectores têm realizado ou estão a realizar.
Paulo Jorge Martins Fernandes, docente na ESCE do Instituto Politécnico de Setúbal, Sociologia e com um Mestrado em sociologia do Trabalho, Organizações e Emprego, áreas de investigação/trabalho negociação colectiva, relações laborais, sindicalismo, etc.
Saudações académicas.