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VII CONGRESSO PORTUGUÊS DE SOCIOLOGIA

PARA O VII CONGRESSO PORTUGUÊS DE SOCIOLOGIA

Ficha Técnica:

Organização e Edição:
Associação Portuguesa de Sociologia
Av. Prof. Aníbal de Bettencourt, 9
1600-189 Lisboa
Tel: 217804738 / Fax: 217940274 / E-mail: aps@aps.pt / http://www.aps.pt

Produção técnica:
Plug & Play
Rua José Augusto Coelho nº 117
2925-543 Azeitão
Tel: 210 854 236 / Fax: 210 854 236 / http://www.plugeplay.com

ISBN: 978-989-97981-0-6

Depósito legal: 281456/08

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©Associação Portuguesa de Sociologia – Lisboa, 2012

Associação Portuguesa de Sociologia

 

Como referenciar os textos desta edição

SOBRENOME DO AUTOR, Prenome(s) (2012). Título do texto. in Atas do VII Congresso Português de Sociologia, Lisboa: APS. ISBN: 978-989-97981-0-6. Disponível em http://www.aps.pt/vii_congresso/?area=016&lg=pt. Acesso em: Dia mês (abreviado) ano.

Editorial

ST5 Trabalho, Organizações e Profissões[ Voltar às Áreas ]

Mesa nº 18 - Profissões, organizações e mercado de trabalho II[ Voltar às Mesas ]

  • PAP1396 - Mercados de trabajo flexibles y la profesión de ingeniero
    Resumo de PAP1396 - Mercados de trabajo flexibles y la profesión de ingeniero PAP1396 - Mercados de trabajo flexibles y la profesión de ingeniero
    • PANAIA, Marta CV de PANAIA, Marta
    • PAP1396 - Mercados de trabajo flexibles y la profesión de ingeniero

      sobre el tema de las profesiones surgen algunas primeras constataciones importantes para todos los que estudiosos de este tipo de problemática: La primera es la importancia decisiva que posee el tema de las formas de organización del proceso de trabajo profesional, pero también la importancia del conjunto de creencias y racionalizaciones que acompañan sus actividades en un momento dado del tiempo y del espacio.En realidad no existe una receta universal de como ser un profesional, no hay como postula el taylorismo un "one best way" para organizar el trabajo profesional y tampoco hay una definición científica de lo que es un grupo profesional. Esto sumado a la alta heterogeneidad de las prácticas profesionales justifica el fuerte pluralismo encontrado en la teoría sociológica donde cada corriente de pensamiento desarrolla un modelo privilegiando sobre las profesiones, su estructura, su dinámica, su función y sus efectos. No todos estos modelos se plantean las mismas cuestiones, ni recortan sus objetos de la misma manera ni recogen el mismo tipo de datos. En ese sentido no se puede afirmar que exista una sociología de las profesiones, sino que hay acercamientos variados al estudio de los grupos profesionales. Una segunda constatación encontrada entre los enfoques teóricos más frecuentes , como el funcionalismo y el liberalismo, que han planteado con mayor consecuencia el tema de las profesiones, es que para ellos las profesiones constituyen los elementos esenciales de la estructura social y de su regulación moral y reconocen como problema prioritario el de la reproducción de los grupos profesionales. Para los interaccionistas, en cambio, las profesiones no son "entidades" o suerte de viejas comunidades que comparten la misma cultura, sino movimientos permanentes de desestructuración y de reestructuración de segmentos profesionales en competencia y frecuente conflicto. Para estas corrientes de pensamiento, las profesiones representan los desafíos inscriptos en trayectorias históricas y las formas de acción colectiva constituyen modelos para las carreras individuales.En este caso se analiza el caso argentino que se encuentra en plena transformación de su perfil de ingeniero.
  • Marta Panaia
    Socióloga (UBA) Master en Ciencias Sociales (FLACSO) Dra. en Ciencias Económicas (UBA).Investigadora Principal del CONICET, con sede en el Instituto de Investigaciones Gino Germani de la Facultad de Ciencias Sociales de la Universidad de Buenos Aires. Categoría I del Ministerio de Educación. Titular Regular de Sociología del Trabajo, en grado y postgrado de la UBA, de la UTN y de la Universidad de Mar del Plata. Está especializada en Sociología y Economía del Trabajo. Sus principales publicaciones son sobre mercados de trabajo regionales, el sector de la construcción, el sector informal de la economía, la relación formación-empleo y sociología de las profesiones.
  • PAP1121 - O OUTRO LADO DO PRAZER: um estudo de caso das travestis que atuam nos pontos de prostituição do Centro do bairro de Campo Grande (R.J.– BR)
    Resumo de PAP1121 - O OUTRO LADO DO PRAZER: um estudo de caso das travestis que atuam nos pontos de prostituição do Centro do bairro de Campo Grande (R.J.– BR) PAP1121 - O OUTRO LADO DO PRAZER: um estudo de caso das travestis que atuam nos pontos de prostituição do Centro do bairro de Campo Grande (R.J.– BR)
    • SOARES, Maurício Caetano M. CV de SOARES, Maurício Caetano M.
    •  FERREIRA, Silvia da S. CV - Não disponível 
    • PAP1121 - O OUTRO LADO DO PRAZER: um estudo de caso das travestis que atuam nos pontos de prostituição do Centro do bairro de Campo Grande (R.J.– BR)

      Trata-se do estudo de caso de um grupo de travestis, profissionais do sexo, de um determinado ponto do centro do bairro de Campo Grande, Zona Oeste da Cidade do Rio de Janeiro (Brasil), o qual proporcionou a construção de uma amostragem para a identificação e possível análise dos aspectos sociais, que fazem parte do cotidiano deste grupo de trabalhadores. Este retrata um perfil de profissionais que se confrontam com a realidade perversa do mercado de trabalho, a qual se agrava pelas questões de ordem cultural e de identidade sexual dessas trabalhadoras, que por vezes pouco se reconhecem como trabalhadores ou mesmo indivíduos portadores de direitos. Partindo do debate sobre identidades e sua relação com a construção de espaços societários, este ensaio, promove uma reflexão sobre o papel social e mercadológico desenvolvido pelas travestis, apontando a necessidade e a importância de sua existência como trabalhador alienado e desprotegido para o processo de acumulação capitalista, retratando o binômio exclusão x aceitação, que é referido da sociedade para a travesti, da travesti para outra travesti e do trabalhador para a travesti. Para tal a análise, conta com um arcabouço teórico apoiado em literaturas, filmes e reportagens que versam sobre a temática, esboçando seu caráter qualitativo e exploratório, uma vez que, não consegue analisar os dados de forma quantificada, ela se define por meio dentre os discursos coletados, ao passo que explora quando visa obter-se mais informações sobre um determinado assunto, como no caso do presente estudo. Desta forma foi possível pautar o debate sobre a travesti na sociedade e no mercado de trabalho, bem como o processo de construção de identidade destas travestis como trabalhadoras e como homossexuais, articulado com as lutas sociais e ações públicas implantadas no cenário nacional e estadual de defesa e reconhecimento da cidadania deste segmento da sociedade.
  • Maurício Caetano Matias Soares
    Graduado em Serviço Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e Mestre em Política socail pela Universidade Federal Fluminense atua como asssitente social na área da saúde há 9 anos e há 10 anos realiza pesquisas na área da súde voltadas para atuação profissional frente as políticas sociais de saúde brasileira e avaliação das políticas sociais brasileira frente ao acesso a elas como efetivação de direito através do Nucleo de Pesquisa de Questão Social, Serviço Social e Polítca Social da Escola de Serviço Social da UFRJ e faz parte como membro do corpo docente do centro Universitário Augusto Motta (UNISUAM/RJ).
  • PAP1091 - Conflito entre uma profissão instituída e uma actividade profissional em emergência: quais as percepções dos profissionais do Direito sobre a eficácia e a pertinência da mediador de conflitos no âmbito dos Julgados de Paz em Portugal?
    Resumo de PAP1091 - Conflito entre uma profissão instituída e uma actividade profissional em emergência: quais as percepções dos profissionais do Direito sobre a eficácia e a pertinência da mediador de conflitos no âmbito dos Julgados de Paz em Portugal? 
    • CUNHA, Pedro CV de CUNHA, Pedro
    • PAP1091 - Conflito entre uma profissão instituída e uma actividade profissional em emergência: quais as percepções dos profissionais do Direito sobre a eficácia e a pertinência da mediador de conflitos no âmbito dos Julgados de Paz em Portugal?

      A comunicação apresenta uma investigação em curso na área da mediação de conflitos, na qual se procura analisar o possível conflito entre os profissionais do Direito e uma nova actividade profissional de gestão do social, o mediador, no contexto dos Julgados de Paz. A actuação dos Julgados de Paz está vocacionada para permitir a participação cívica dos interessados e para estimular a justa composição dos litígios por acordo das partes. Os procedimentos estão orientados por princípios de simplicidade, adequação, informalidade, oralidade e absoluta economia processual. São tribunais com características especiais, competentes para resolver causas de valor reduzido de natureza cível, excluindo as que envolvam matérias de Direito de Família, Direito das Sucessões e Direito do Trabalho. Cada Julgado de Paz possui um serviço de mediação, de acesso totalmente voluntário, constituindo uma forma de desmaterialização da justiça e de proximidade ao cidadão, cujas características apontam no sentido de celeridade na resolução das contendas, informalidade e baixo custo. Esse serviço de mediação tem como principal objectivo proporcionar às partes a possibilidade de resolverem as suas divergências de forma amigável e concertada, sendo o papel do mediador o de conduzir a mediação em cooperação com as partes, de forma a que esta se conclua em prazo adequado à natureza e complexidade do litígio em causa. Esta intervenção é feita com recurso a técnicas específicas próprias da mediação. Assemelha-se inegável a importância do mediador, com uma intervenção que se pauta por critérios integradores, em que as partes assumem o papel de protagonistas na construção da sua realidade, promovendo-se uma atitude de cooperação entre as elas e a busca dos seus interesses. O objectivo principal da investigação consiste em identificar e analisar as percepções de vários “actores da justiça” sobre a mais-valia, a pertinência e a eficácia da mediação como forma alternativa na resolução dos litígios. Os objectivos específicos passam por identificar as percepções dos sujeitos da amostra seleccionada (advogados sem formação em mediação, advogados sem formação em mediação, mas que já nela participaram acompanhando os seus clientes, advogados que simultaneamente sejam mediadores nos Julgados de Paz e Juízes de Paz) quanto às características dos mediadores com vista ao êxito da mediação; identificar as percepções desses Profissionais do Direito em relação à pertinência da mediador como agente social alternativo na resolução de contendas; e identificar as percepções dos mesmos quanto ao modus operandi dos Julgados de Paz. Aposta-se na complementaridade dos métodos quantitativo e qualitativo, que se consubstancia na aplicação, respectivamente, de um questionário de elaboração própria para o efeito e na aplicação de um guião de entrevista semi-estruturada.
  • Pedro Cunha

    Pós-Doutorado em Psicologia na USC, sob orientação dos Profs. Doutores Gonzalo Serrano (Espanha) e Jorge Correia Jesuíno (Portugal). Doutor em Psicologia pela USC (bolseiro da Fundação para a Ciência e Tecnologia), Licenciado em Psicologia e Mestre em Psicologia Clínica e da Saúde pela FEP da Universidade Católica e Licenciado em Sociologia pela Faculdade de Letras do Porto, possui Certificado de Mediador de Conflitos e Mediador Familiar.

    Director da Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da Universidade Fernando Pessoa (2001-2004), na qual é Professor Associado com Agregação. Docente convidado da FEP – Faculdade de Economia e na EGP/Business School da Universidade do Porto. Os seus interesses de investigação direccionam-se prioritariamente para as áreas de gestão de conflitos, negociação e mediação.

  • PAP1085 - Animação Sociocultural: imprecisões e ambiguidades de uma ocupação profissional
    Resumo de PAP1085 - Animação Sociocultural: imprecisões e ambiguidades de uma ocupação profissional PAP1085 - Animação Sociocultural: imprecisões e ambiguidades de uma ocupação profissional
    • BAPTISTA, António Manuel Rodrigues Ricardo CV de BAPTISTA, António Manuel Rodrigues Ricardo
    • PAP1085 - Animação Sociocultural: imprecisões e ambiguidades de uma ocupação profissional

      O presente artigo – surgido no âmbito do projecto de doutoramento “Animação Sociocultural, Actores e Controvérsias Públicas”, a decorrer na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa – tem como objectivo dar conta das problemáticas suscitadas no seio da Animação Sociocultural, problemáticas relacionadas com a definição do conceito de “Animação Sociocultural”, com as “licenças” e o “mandato” (Hughes, 1993), com o “poder profissional” (Freidson, 1986 e 1994), com a “jurisdição profissional” (Abbott, 1988) e com o “estatuto profissional”. Ao mesmo tempo, procura-se dar conta da pluralidade de justificações e/ou críticas apresentadas pelos seus protagonistas (Animadores Socioculturais com formação superior, estudantes finalistas de cursos superiores de Animação Sociocultural, professores desses mesmos cursos e dirigentes das associações que representam os Animadores Socioculturais) para as posições que vão assumindo nas controvérsias públicas em que se envolvem em torno dessas mesmas problemáticas. O trabalho de recolha exploratória de informação – através de documentos e através de entrevistas – com o propósito de perceber, por um lado, as posições que os vários protagonistas da Animação Sociocultural assumem face às problemáticas enunciadas e, por outro lado, os meios utilizados para dar expressão a essas mesmas posições, deixou clara a diversidade de posições que estes assumem, bem como a diversidade de meios utilizados para a sua expressão pública (jornais, revistas, fóruns de discussão, blogues, congressos, encontros, entre outros). Desta maneira, à luz da perspectiva da Sociologia Pragmática (Thévenot, 2006) – perspectiva que considera a acção como o produto de um encontro entre as situações/contextos /acontecimentos e as formas como os actores nelas se envolvem em determinados regimes –, tudo indica que a acção dos Animadores é orientada num regime de envolvimento em público, onde se realçam as questões da justiça e do bem comum. Verificado, pois, o seu envolvimento em controvérsias públicas em torno de situações problemáticas de justiça suscitadas pela Animação Sociocultural, importa perceber que dispositivos servem de base às justificações da sua acção e/ou à produção de juízos críticos sobre acção dos outros. Os dados resultantes do trabalho exploratório indicam que esses dispositivos resultam de “diferentes mundos” (cités) justificativos (Boltanski e Thévenot, 1991; Bolthanski e Chiapello, 1999, Boltanski, 2001), especialmente do mundo cívico, parecendo ser este o regime de acção justificativo mais presente e em que o bem colectivo, a promoção da participação na vida da cidade e a igualdade constituem as formas de expressão privilegiadas. Mas não deixam também de resultar do mundo industrial e, ao mesmo tempo, do mundo inspirado e do mundo assente numa lógica de projectos.
  • NOTA BIOGRÁFICA
    • António Manuel Rodrigues Ricardo Baptista, aricardo1959@gmail.com.
    • Formação académica: Doutorando em Sociologia, Faculdade de Ciências Sociais e
    Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Diploma de Estudos Avançados em
    Sociologia, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de
    Lisboa (Novembro de 2010). Mestrado em Sociologia, Faculdade de Ciências Sociais
    e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (Janeiro de 2010). Pós-Graduação em
    Sociologia. Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de
    Lisboa (Agosto de 2008). Licenciatura em Sociologia, ISCTE – Instituto Superior de
    Ciências do Trabalho e da Empresa (Julho de 1985).
    • Experiência profissional após a licenciatura até ao presente: áreas do emprego, da
    educação e da formação profissional.
    • Áreas de investigação: trabalho, organizações e profissões.
  • PAP0700 - OS PRINCÍPIOS POLÍTICOS DO PROGRAMA BH CIDADANIA: O OLHAR DOS PROFISSIONAIS DO LAZER
    Resumo de PAP0700 - OS PRINCÍPIOS POLÍTICOS DO PROGRAMA BH CIDADANIA: O OLHAR DOS PROFISSIONAIS DO LAZER PAP0700 - OS PRINCÍPIOS POLÍTICOS DO PROGRAMA BH CIDADANIA: O OLHAR DOS PROFISSIONAIS DO LAZER
    • LOPES, Carolina Gontijo CV de LOPES, Carolina Gontijo
    • ISAYAMA, Hélder CV de ISAYAMA, Hélder
    • PAP0700 - OS PRINCÍPIOS POLÍTICOS DO PROGRAMA BH CIDADANIA: O OLHAR DOS PROFISSIONAIS DO LAZER

      O mercado de trabalho na administração pública para atuar com políticas de lazer no Brasil compreende em sua maioria a intervenção do profissional com formação em Educação Física. Tal realidade requer a percepção desse profissional das novas formas de fazer política social e para tanto trato da problemática para averiguar seus avanços e limitações relativos à gestão governamental das políticas públicas de lazer. A inserção dos princípios políticos de descentralização, intersetorialidade, participação popular e territorialidade para orientar a gestão de políticas sociais fazem parte do processo de mudanças na administração da Prefeitura de Belo Horizonte. O programa BH Cidadania, espaço de análise deste estudo, foi implantado no município desde 2002 e utiliza das diretrizes desses princípios para trabalhar a inclusão social das famílias residentes em territórios de vulnerabilidade social propondo consolidar unidades integradas de atuação profissional na esfera pública. Nesse contexto, buscamos identificar as compreensões dos profissionais da Secretaria Municipal Adjunta de Esportes (SMAES) de Belo Horizonte que atuam nesse programa na condição de analista técnico com relação a esses princípios políticos. A investigação qualitativa compreendeu observação nos espaços de trabalho do profissional nas ações cotidianas como reuniões internas, entre os setores e com representantes da população, bem como entrevistas semi-estruturadas com os analistas. A análise permite dizer que para esses profissionais trabalharem com a complexidade desses territórios, as estruturas organizativas propostas pelo programa devem compreender ações integradas locais dos serviços públicos da assistência social, da psicologia, da educação, da saúde, da justiça, da educação física e outros. Para tanto, essa reconfiguração encontra impasses provindos da resistência das formas tradicionais de trabalho setorial, da hierarquia profissional na gestão social limitando o reconhecimento técnico das diferentes áreas. Na tensão entre interesses técnicos, governo e população, a expansão do programa repercute no aumento da acessibilidade dos atendidos aos serviços e na ampliação do quadro de funcionários. A ampliação envolve por um lado autonomia dos analistas, funcionários públicos efetivos, para selecionar e contratar e pelo outro a proletarização da profissão da educação física pela composição do quadro de funcionários de maneira terceirizada, com salários inferiores e ainda a maioria na condição de estagiários e estudante.
  • Carolina Gontijo Lopes

    Graduada em Educação Física e especialista em Pedagogia do Esporte Escolar pela Universidade Estadual de Campinas e mestre em Lazer pela Universidade Federal de Minas Gerais. Atuou em políticas de esporte e lazer municipais, em instituições não governamentais e em escolas públicas. Possui interesse de investigação em políticas públicas de lazer; práticas culturais no tempo livre; espaço urbano e atuação profissional.
    Hélder Ferreira Isayama

    Possui graduação em Educação Física pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (1993), mestrado em Educação Física pela Universidade Estadual de Campinas (1997) e doutorado em Educação Física pela Universidade Estadual de Campinas (2002). Atualmente é professor adjunto da Universidade Federal de Minas Gerais, Docente do Programa de Mestrado em Lazer da UFMG (área Interdisciplinar - Câmara de Ciências Humanas e Sociais) e Líder do grupo de pesquisa Oricolé - Laboratório de Pesquisas sobre Formação e Atuação Profissional em Lazer da UFMG. Membro do Grupo de Pesquisa em Lazer (GPL) da Unimep. Editor da Revista Licere. Tem experiência na área de Educação Física com ênfase na perspectiva interdisciplinar, atuando principalmente nos seguintes temas: lazer, educação física, recreação, políticas públicas, formação e atuação profissional.