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VII CONGRESSO PORTUGUÊS DE SOCIOLOGIA

PARA O VII CONGRESSO PORTUGUÊS DE SOCIOLOGIA

Ficha Técnica:

Organização e Edição:
Associação Portuguesa de Sociologia
Av. Prof. Aníbal de Bettencourt, 9
1600-189 Lisboa
Tel: 217804738 / Fax: 217940274 / E-mail: aps@aps.pt / http://www.aps.pt

Produção técnica:
Plug & Play
Rua José Augusto Coelho nº 117
2925-543 Azeitão
Tel: 210 854 236 / Fax: 210 854 236 / http://www.plugeplay.com

ISBN: 978-989-97981-0-6

Depósito legal: 281456/08

Requisitos Mínimos:
Windows XP ou superior.
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©Associação Portuguesa de Sociologia – Lisboa, 2012

Associação Portuguesa de Sociologia

 

Como referenciar os textos desta edição

SOBRENOME DO AUTOR, Prenome(s) (2012). Título do texto. in Atas do VII Congresso Português de Sociologia, Lisboa: APS. ISBN: 978-989-97981-0-6. Disponível em http://www.aps.pt/vii_congresso/?area=016&lg=pt. Acesso em: Dia mês (abreviado) ano.

Editorial

Sessões Intertemáticas[ Voltar às Áreas ]

Mesa nº 4 - Trabalho e ensino superior (Trabalho, Oganizações e Profissões com Educação)[ Voltar às Mesas ]

  • PAP1501 - ENSINO SUPERIOR E GÉNERO: DIPLOMADOS E MERCADO DE TRABALHO
    Resumo de PAP1501 - ENSINO SUPERIOR E GÉNERO: DIPLOMADOS E MERCADO DE TRABALHO PAP1501 - ENSINO SUPERIOR E GÉNERO: DIPLOMADOS E MERCADO DE TRABALHO
    • BALTAZAR, Maria da Saudade CV de BALTAZAR, Maria da Saudade
    • CALEIRO, António CV de CALEIRO, António
    •  REGO, Conceição CV - Não disponível 
    • PAP1501 - ENSINO SUPERIOR E GÉNERO: DIPLOMADOS E MERCADO DE TRABALHO

      A inserção profissional dos jovens diplomados continua a ser uma preocupação, muito em particular em momentos como o actual em que a taxa de desemprego tende a subir, e em que os diplomados do ensino superior encontram dificuldades acrescidas no acesso ao mercado de trabalho europeu. E se são as mulheres que apresentam taxas de conclusão do ensino superior mais elevadas, inversamente são elas que têm maiores dificuldades em ingressar no mundo do trabalho. Partindo do pressuposto que as políticas de promoção a igualdade de género têm nos últimos anos sido reforçadas, com particular destaque no âmbito da UE27, estamos perante algumas constatações reveladoras de diferenças de género no conhecimento assim como nas trajectórias académicas e carreiras. Com recurso à metodologia da análise de clusters, será desenvolvido um estudo comparativo em países da UE27, com vista à identificação dos factores com maior significância para a compreensão das formas de segregação no acesso ao mercado de trabalho.As relações de poder subjacentes à problemática do género assim como o produto do trabalho colectivo de socialização difusa e contínua corporiza em habitus claramente diferenciados, de acordo com P. Bourdieu (1990), leva-nos a admitir que as áreas de formação preferencialmente escolhidas pelas mulheres são as que denotam menor procura no mercado de trabalho.
  • MARIA DA SAUDADE BALTAZAR é professora auxiliar, com nomeação definitiva, do Departamento de Sociologia da Universidade de Évora e investigadora integrada no CESNOVA – FCSH da UNLisboa e colaboradora do CISA-AS da UÉvora. Licenciada em Sociologia pela Universidade de Évora, em 1990, Mestre em Sociologia pelo ISCSP - Universidade Técnica de Lisboa, em 1994 e Doutorada em Sociologia pela Universidade de Évora, em 2002. É Auditora de Defesa Nacional (IDN/Curso 2006). Tem diversas publicações sobre as áreas a que correspondem os seus principais interesses de investigação: Segurança, Defesa e Forças Armadas; Desenvolvimento; Planeamento (metodologia e instrumentos de intervenção). Tem coordenado e constituído várias equipas de investigação de projetos nacionais e internacionais sobre desenvolvimento regional e local, prospetiva, planeamento, intervenção comunitária e relações civil-militares. Tem uma vasta experiência no acompanhamento e apoio técnico a projetos de intervenção comunitária. Tem exercido diversos cargos de gestão na Universidade de Évora, entre os quais Diretora de vários cursos e do Departamento de Sociologia.
    António B.R. Caleiro, é professor auxiliar no Departamento de Economia da Universidade de Évora. Licenciou-se em Economia, na Universidade de Évora, em 1988, concluiu o curso de Mestrado em Matemática Aplicada à Economia e à Gestão, no Instituto Superior de Economia e Gestão da Universidade Técnica de Lisboa, em 1993, e realizou o seu Doutoramento em Economia, no Instituto Universitário Europeu (Florença), em 2001. A sua visão multi-disciplinar, facilmente identificável no âmbito das suas publicações, tem conduzido o autor a realizar investigação em diversos temas, incluindo alguns associados às interfaces Economia-Demografia, Economia-Política e Economia-Sociologia.
  • PAP0822 - Entre a ‘gaiola de ferro’ e a ‘gaiola de cristal’: percepções dos académicos portugueses sobre o controlo e a regulação política e institucional do trabalho académico
    Resumo de PAP0822 - Entre a ‘gaiola de ferro’ e a ‘gaiola de cristal’: percepções dos académicos portugueses sobre o controlo e a regulação política e institucional do trabalho académico  PAP0822 - Entre a ‘gaiola de ferro’ e a ‘gaiola de cristal’: percepções dos académicos portugueses sobre o controlo e a regulação política e institucional do trabalho académico
    • SANTIAGO, Rui CV de SANTIAGO, Rui
    • FERREIRA, Andreia CV de FERREIRA, Andreia
    • PAP0822 - Entre a ‘gaiola de ferro’ e a ‘gaiola de cristal’: percepções dos académicos portugueses sobre o controlo e a regulação política e institucional do trabalho académico

      O objectivo geral deste estudo é compreender a forma como os académicos, em Portugal, se posicionam face às crescentes tentativas de institucionalização de novas tecnologias de controlo e regulação das suas acções e condutas profissionais. Seguindo de perto a conceptualização de Foucault (2004), sobre a emergência e ascensão do neoliberalismo nas sociedades ocidentais, estas tentativas parecem traduzir dinâmicas governamentais ‘construtivistas’ (Gordon, 1991; Rose, 1996) visando a hegemonização do modelo de empresa e de concorrência/competição no ensino superior. Activa e deliberadamente, as políticas governamentais procuram construir, artificialmente, um ‘ambiente institucional’ de mercado no ensino superior, visando a transformação do habitus e modus operandi (Bourdieu, 1989, 2006) herdados do modelo humboldtiano. Neste processo, a Nova Gestão Pública (NGP), é assumida como um paradigma político-instrumental e uma tecnologia de controlo e regulação (Deem, Hillyard e Reed, 2007) usado para criar esta ‘nova ordem’ no sistema e nas IES. Elege, como alvo principal, a conquista dos académicos para este ´projecto’empreende. Tal tem significado a mobilização de dois modos contraditórios de controlo e regulação do trabalho académico – as técnicas de dominação (Weber, 1999) e as técnicas do ‘self’ (Foucault, 1991; 2004; Costea et al., 2007). O suporte empírico deste estudo é constituído pelos dados obtidos com um questionário internacional – ‘Mudanças na Profissão Académica’ – administrado a académicos portugueses (N=1320) vinculados às IES públicas. A análise dos dados permite suportar as seguintes principais conclusões. A maioria dos académicos inquiridos: a) percepciona de forma tendencialmente negativa as mudanças ocorridas na governação e gestão das IES; b) mantém um relativo auto-controlo da divisão e das condições de desenvolvimento do trabalho académico (ensino e investigação); c) enfatiza os valores e práticas profissionais ‘tradicionais’ (colegialidade e autonomia individual) face ao ‘modelo de empresa’ e aos mecanismos de concorrência/competição injectados no sistema. Nesta lógica, a intersecção das técnicas de dominação e do ‘self’ ainda não são sentidas como uma dimensão estruturante do controlo e regulação do comportamento e do trabalho profissional dos académicos.
  • “Rui Santiago é professor associado com agregação na Universidade de Aveiro e investigador no Centro de Investigação de Políticas do Ensino Superior. Os seus principais interesses de investigação são a governação e a gestão institucional do ensino superior e a profissão académica. Publicou, recentemente, vários artigos nas revistas internacionais Higher Education, Higher Education Quarterly , Higher Education Policy, Minerva e European Journal of Education. É co-editor dos livros Non-University Higher Education in Europe (Springer, 2008) e The Changing Dynamics of Higher Education Middle Management (Springer, 2010). Ao nível nacional é, igualmente, co-editor, entre outros, do livro Grupos Profissionais, Profissionalismo e Sociedade do Conhecimento: tendências, problemas e perspectivas (Edições Afrontamento, 2012).”
    Andreia Ferreira
    Bolseira de projecto FCT – Universidade de Aveiro e CIPES – Doutoranda no Programa Doutoral ‘Estudos em Ensino Superior” (Universidade de Aveiro e Universidade do Porto)
    Área de Formação: Sociologia
    Interesses de investigação: Profissões; Ensino Superior
  • PAP0746 - Entre a profissão e a comunidade académica: Contributos para uma caracterização sócio-organizacional
    Resumo de PAP0746 - Entre a profissão e a comunidade académica: Contributos para uma caracterização sócio-organizacional   PAP0746 - Entre a profissão e a comunidade académica: Contributos para uma caracterização sócio-organizacional
    • CARVALHO, Teresa CV de CARVALHO, Teresa
    •  SOUSA, Sofia CV - Não disponível 
    • PAP0746 - Entre a profissão e a comunidade académica: Contributos para uma caracterização sócio-organizacional

      A profissão académica foi apelidada em 1969 por Harold Perkins de ‘profissão-chave’. O autor pretendia com esse termo, enfatizar a influência e o papel central destes profissionais na sociedade em geral. A associação da actividade académica a uma ‘profissão’ tem sido amplamente discutida na literatura (Altbach, 2000; Askling, 2001; Becher, Trowler, 2001; Enders, 1999; 2001). Tendo por referência o contexto anglo-saxónico alguns autores criticam a existência de uma ‘profissão’ académica dado que não lhe reconhecem a existência de boa parte das características associadas às profissões na literatura do campo (Brennan, Locke & Naidoo, 2007). Com isto não pretendemos argumentar a recusa da utilização do termo ‘profissão académica’, mas, pelo contrário, defendemos uma discussão comparativa do termo em relação ao conceito de ‘comunidade académica’. A ‘comunidade académica’, baseada no ethos mertoniano e no próprio conceito de ‘profissão académica’, emerge na sociedade portuguesa como errática (Sousa, 2010) não sendo claro quem constitui a comunidade académica e como se caracterizam os académicos. Tal carácter errático permite-nos enfatizar a única dimensão em comum a todos os académicos: o conhecimento. Seja ele relativo à sua transmissão (na docência), produção (na investigação), difusão ou aplicação (no serviço). Não obstante a problemática em torno da sua classificação os académicos têm, nos últimos anos, enfrentado desafios importantes decorrentes do impacto das alterações da sociedade em geral e, de forma mais particular, das mudanças nas Instituições de Ensino Superior (IES). Face aos desafios colocados por estas alterações os académicos são cada vez mais interpretados como meros assalariados, em lugar de ‘profissionais de elite’ (Carvalho, 2011; Musselin, 2004; 2008; Carvalho, 2011). Em Portugal os estudos neste domínio são relativamente escassos (Sousa, 2010, 2011; Meira-Soares, 2001; Santiago & Carvalho, 2008; Carvalho & Santiago, 2010). Assim, é objectivo desta comunicação contribuir para a discussão desta problemática usando os conceitos de profissão académica e o de comunidade académica para caracterizar o corpo de profissionais das instituições de ensino superior em Portugal. Para que se inicie uma discussão mais profunda sobre esta temática importa saber quem são os académicos em Portugal. Esta análise é empiricamente suportada pela discussão de dados quantitativos provenientes de uma base de dados compilada pela Agência Nacional de Avaliação e Acreditação no Ensino Superior (A3ES) relativa a docentes do ensino superior português. A comparação com estudos anteriores permite-nos analisar e discutir o sentido da evolução deste grupo profissional no contexto nacional.
  • BIOGRAFIA
    Teresa Carvalho é professora auxiliar no Departamento de Ciências Sociais, Políticas e do Território da Universidade de Aveiro. Licenciada em Sociologia pela Universidade de Coimbra, Mestre em Gestão de Recursos Humanos pela Universidade do Minho e Doutorada em Ciências Sociais pela Universidade de Aveiro. É investigadora no Centro de Investigação e Políticas do Ensino Superior (CIPES). É membro eleito da Comissão Executiva da RN19 – Sociologia das Profissões da ESA (European Sociological Association).
  • PAP0556 - A FORMAÇÃO PARA O TRABALHO EM SAÚDE E O DEBATE SOBRE AS NOVAS COMPETÊNCIAS
    Resumo de PAP0556 - A FORMAÇÃO PARA O TRABALHO EM SAÚDE E O DEBATE SOBRE AS NOVAS COMPETÊNCIAS 
    •  BORGES, J.Lusitânia de J CV - Não disponível 
    •  CRUZ, Maria Helena Santana CV - Não disponível 
    • PAP0556 - A FORMAÇÃO PARA O TRABALHO EM SAÚDE E O DEBATE SOBRE AS NOVAS COMPETÊNCIAS

      Os anos noventa do século XX configuram-se como espaço de ruptura do modelo de organização e institucionalização do sistema de saúde brasileiro. A saúde é entendida como um direito com base nos princípios da integralidade, universalidade e equidade. Em tempos de ajustes macro-econômicos e politicas neoliberais ocorreu, no pais, a reforma democrática consubstanciada na Constituição Federal de 1988, espaço privilegiado para o protagonismo de vários movimentos sociais. Neste espaço, o movimento sanitário, exerceu uma contra-hegemonia política e cultural, ensejando a implantação de um modelo de saúde baseado no ideais da Reforma Sanitária, conseguindo incorporar legalmente parte de sua proposta na legislação do Sistema Único de Saúde (SUS). Neste cenário de modificações, reorganização, reestruturação do trabalho em saúde e redefinição do seu objeto, novas exigências são postas para os trabalhadores em saúde, e amplia-se o debate em relação a uma formação voltada para a construção de novas competências que não se restrinja ao aspecto técnico-instrumental, mas que possibilite uma ampliação e construção de competências organizacionais, comunicativas, comportamentais sociais, intelectuais e técnicas. Adotando a perspectiva histórico/crítica e a visão de totalidade na abordagem da relação entre Educação, Trabalho e Saúde, esta pesquisa objetivou analisar o processo de formação dos enfermeiros participantes do Centro de Educação Permanente em Saúde (CEPS) em Aracaju/SE/Brasil, desenvolvido com base na reestruturação organizacional do modelo de saúde e da política de qualificação empreendida no período de 2002 a 2006, conforme princípios orientadores da Política de Gestão do Trabalho e da Educação do Ministério da Saúde. A abordagem qualitativa por meio estudo de caso possibilitou a consulta de diferentes fontes bibliográficas (revisão da literatura) e documentais como: o relatório de gestão, projeto político pedagógico do Curso de Especialização Integrado em Saúde Coletiva (EISC). O acesso aos respondentes da pesquisa ocorreu com a realização de dezessete entrevistas semi-estruturadas com os enfermeiros que participaram da EISC. Especial destaque foi atribuído à pedagogia do fator de exposição, utilizada no CEPS, significando um modo de ver e intervir, uma possibilidade pedagógica real e coerente de se exercer uma ação educacional política problematizadora da realidade, visando à transformação das práticas com base nos conteúdos trabalhados. Os resultados descobr
  • PAP0343 - A EXPANSÃO DO ACESSO AO ENSINO JURÍDICO E AS DESIGUALDADES DE OPORTUNIDADES NAS PROFISSÕES JURÍDICAS NO BRASIL: UMA ANÁLISE SOCIOLÓGICA
    Resumo de PAP0343 - A EXPANSÃO DO ACESSO AO ENSINO JURÍDICO E AS DESIGUALDADES DE OPORTUNIDADES NAS PROFISSÕES JURÍDICAS NO BRASIL: UMA ANÁLISE SOCIOLÓGICA 
    •  GOULART, Barbara Valentim CV - Não disponível 
    • PAP0343 - A EXPANSÃO DO ACESSO AO ENSINO JURÍDICO E AS DESIGUALDADES DE OPORTUNIDADES NAS PROFISSÕES JURÍDICAS NO BRASIL: UMA ANÁLISE SOCIOLÓGICA

      No pós 1988, o Brasil passou por vasto processo de “democratização” do ensino superior, o que permitiu a pulverização de instituições de ensino superior e o acesso formal das classes economicamente menos favorecidas às faculdades de Direito. Considerados cursos baratos, muitos foram os pedidos de autorização para funcionamento dos bacharelados em Direito, acompanhando o aumento da demanda por esses cursos. A atuação daqueles que se graduam em Direito está diretamente relacionada com o poder estatal, com a possibilidade de ascensão profissional, aquisição de status e estabilidade econômica em uma sociedade consumerista. Esta pesquisa discute o acesso ao ensino do Direito, tendo por hipótese que o aumento do acesso às faculdades de Direito não modificou a desigualdade de oportunidades no acesso às profissões jurídicas, apenas modificou o seu locus. A desigualdade de acesso ao campo jurídico deixou de ser causada pelo ensino jurídico, tendo sido transferida para o acesso às carreiras jurídicas, o que implica em reconhecer que as desigualdades de oportunidades permanecem. As fontes teóricas que suscitaram as reflexões são: Max Weber, Pierre Bourdieu, Magali Larson, Richard L. Abel, Roberto Fragale Filho e Celi Scalon. Para as análises pretendidas serão utilizados dados e documentos obtidos, principalmente, junto ao Tribunal de Justiça do Espírito Santo e do Polícia Civil do mesmo ente federativo. Será apresentada história da implementação dos cursos de Direito no Brasil e definido o papel desempenhado pelas faculdades de Direito para o ingresso nas profissões jurídicas para, em seguida, explicar o funcionamento do campo jurídico, demonstrando as desigualdades de oportunidades no acesso ao ensino jurídico e às profissões jurídicas.