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VII CONGRESSO PORTUGUÊS DE SOCIOLOGIA

PARA O VII CONGRESSO PORTUGUÊS DE SOCIOLOGIA

Ficha Técnica:

Organização e Edição:
Associação Portuguesa de Sociologia
Av. Prof. Aníbal de Bettencourt, 9
1600-189 Lisboa
Tel: 217804738 / Fax: 217940274 / E-mail: aps@aps.pt / http://www.aps.pt

Produção técnica:
Plug & Play
Rua José Augusto Coelho nº 117
2925-543 Azeitão
Tel: 210 854 236 / Fax: 210 854 236 / http://www.plugeplay.com

ISBN: 978-989-97981-0-6

Depósito legal: 281456/08

Requisitos Mínimos:
Windows XP ou superior.
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©Associação Portuguesa de Sociologia – Lisboa, 2012

Associação Portuguesa de Sociologia

 

Como referenciar os textos desta edição

SOBRENOME DO AUTOR, Prenome(s) (2012). Título do texto. in Atas do VII Congresso Português de Sociologia, Lisboa: APS. ISBN: 978-989-97981-0-6. Disponível em http://www.aps.pt/vii_congresso/?area=016&lg=pt. Acesso em: Dia mês (abreviado) ano.

Pesquisa:

Resultados da pesquisa por: «Ação coletiva»

PAP0932 - Desigualdades sociais e acção colectiva: propostas teóricas para o estudo das práticas associativas em contexto local
Resumo de PAP0932 - Desigualdades sociais e acção colectiva: propostas teóricas para o estudo das práticas associativas em contexto local PAP0932 - Desigualdades sociais e acção colectiva: propostas teóricas para o estudo das práticas associativas em contexto local
PAP0932 - Desigualdades sociais e acção colectiva: propostas teóricas para o estudo das práticas associativas em contexto local

A relevância do estudo da acção colectiva enquanto elemento configurador central das dinâmicas das sociedades contemporâneas tem constituído, ao longo do percurso pelas teorias sociológicas (desde os clássicos até à actualidade), um terreno de fértil e desafiante conhecimento sociológico acumulado. A persistência e perenidade das desigualdades sociais nas sociedades contemporâneas terão relevância sobre a acção colectiva e cidadania modernas? Mais especificamente, é proposta uma discussão teórica com vista ao aprofundamento do estudo das práticas associativas sob a óptica problemática das desigualdades sociais. Com vista a um profícuo e acutilante «estado da arte» das relações entre as desigualdades sociais e a acção colectiva, serão convocados os contributos de Marx, Weber e Simmel; procurar-se-á um debate actualizado das teorias das classes sociais e do conflito (nas suas variantes neo-marxistas, neo-weberianas e interaccionistas); tal implicará a discussão das teorias organizacionais, da mobilização dos recursos e dos novos movimentos sociais; e incorporar-se-ão os novos contributos teóricos de autores como Pierre Bourdieu, Margaret Archer e Nicos Mouzelis. As propostas teóricas avançadas visam o aprofundamento de perspectivas de pesquisa em contexto local, que procurem analisar a relevância e o impacto das desigualdades sociais sobre as práticas associativas dos actores colectivos e individuais, e respectivas dinâmicas de identidade cultural geradas. Ancorando no conceito de práticas associativas, e partindo da mobilização dos actuais e principais instrumentos da sociologia das classes sociais, constituem objectivos de investigação sociológica, a parametrização de um programa holístico no estudo da acção colectiva que, articulando os níveis macro, meso e micro–sociais, entrecruze os processos e as dinâmicas estruturais, institucionais, configuracionais, simbólicas, interactivas, posicionais e disposicionais que atravessam um determinado espaço social associativo. Este é um contributo para um maior conhecimento das dinâmicas da acção colectiva, relativamente aos perfis e relações das classes sociais, condições objectivas, modos e estilos de vida, valores e referentes simbólico-ideológicos e correspondente produção de identidades culturais (individuais e colectivas), características e dinâmicas dos actores colectivos e do conflito, presença das instituições, configurações e processos de reprodução e mudança social. São propostos horizontes teóricos que integrem no estudo da acção colectiva os efeitos multidimensionais e das intersecções das desigualdades sociais contemporâneas, no que diz respeito aos domínios das relações de produção, das sociedades do conhecimento e das instituições políticas.
  • NUNES, Nuno CV de NUNES, Nuno
Envio a seguinte Nota Biográfica: Nuno Nunes é investigador do CIES-IUL do Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE) e membro do Observatório das Desigualdades. As desigualdades sociais, a análise de classes, a ação coletiva e a mudança social são os seus principais interesses de investigação. A participação em projetos internacionais como o "European Social Survey" e o desenvolvimento de uma investigação pós-doutoral intitulada "Desigualdades sociais, atores coletivos e identidades culturais: práticas associativas em contexto local" visam o aprofundamento da problemática das desigualdades sociais. Destacam-se as seguintes publicações: Carmo, Renato and Nunes, Nuno (2012). Class and social capital in Europe: a transnational analysis of the European Social Survey, European Societies; Nunes, Nuno and Josué Caldeira (2011), "Desigualdades sociais e ação coletiva na sociedade portuguesa", in Carmo, Renato Miguel (coord.), Desigualdades em Portugal: Problemas e Propostas, Lisboa, Edições 70; e, Nunes, Nuno, and Renato Miguel do Carmo (2010), “Condições de classe e acção colectiva na Europa” in Carmo, Renato Miguel do (org.), Desigualdades Sociais 2010. Estudos e Indicadores, Lisboa, Editora Mundos Sociais.

PAP0725 - Dos “antigos” aos “novos” movimentos sociais
Resumo de PAP0725 - Dos “antigos” aos “novos” movimentos sociais PAP0725 - Dos “antigos” aos “novos” movimentos sociais
PAP0725 - Dos “antigos” aos “novos” movimentos sociais

Contestação social sempre existiu ao longo dos tempos, de acordo com as conjunturas de cada período histórico. No século XVIII, a transição do Antigo Regime para o Liberalismo provocou revoltas consideradas por alguns autores como “primitivas” ou “pré-modernas”. O século XIX trouxe a afirmação do movimento operário e do sindicalismo com a consequente organização das manifestações sociais, como as greves. O século XX assistiu ao surgimento de uma série de movimentos sociais que se demarcam dos tradicionais quanto aos objetivos e atores envolvidos, como os movimentos pacifistas, ecologistas, feministas, atuando à margem de partidos e sindicatos. Hoje, o mundo assiste a movimentos sociais como o dos “Indignados”. Estaremos perante uma nova forma de protesto? É tudo isto que procuraremos analisar.
  • SILVA, Célia Maria Taborda da CV de SILVA, Célia Maria Taborda da
Célia Taborda Silva é doutorada em História Contemporânea pela Faculdade de Letras do Porto. É Professora Auxiliar na Universidade Lusófona do Porto e membro Efetivo do CETRAD (Centro de Estudos Transdisciplinares para o Desenvolvimento) da UTAD. A sua área de investigação são os Movimentos Sociais no século XIX, história política e económica. Tem dois livros publicados, um deles intitulado:Movimentos sociais no Douro no período de implantação do liberalismo (1834-1855). Porto: Gehvid, 2007, e vários artigos em revistas científicas portuguesas e estrangeiras.

PAP0596 - Identidade e Ação Coletiva: caracterização do associativismo em jovens recém-licenciados na área de informática.
Resumo de PAP0596 - Identidade e Ação Coletiva: caracterização do associativismo em jovens recém-licenciados na área de informática. PAP0596 - Identidade e Ação Coletiva: caracterização do associativismo em jovens recém-licenciados na área de informática.
PAP0596 - Identidade e Ação Coletiva: caracterização do associativismo em jovens recém-licenciados na área de informática.

Este artigo tem por base uma investigação integrada num doutoramento em sociologia na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, concluído em Junho de 2009. Analisamos as práticas associativas de recém-licenciados em informática em instituições de ensino superior localizadas na área metropolitana do Porto. Pretendeu-se situar as práticas associativas no contexto da temática das identidade e da negociação coletiva, obtendo um panorama do conjunto de interesses deste grupo específico da população no que respeita à negociação no e do espaço público. A vertente do associativismo e da identidade é são dimensões de análise dos moldes que caracterizam o exercício da cidadania num grupo da população que reúne todas as habilidades vendáveis para uma integração no mercado de trabalho em termos internacionais e para uma participação e na lógica conexionista que carateriza os fluxos que correm em termos planetários. Este grupo da população é entendido aqui como um indicador de práticas e representações de uma sociedade em transição para a sociedade em rede, proto-industrial e proto-informacional. Assumindo a negociação coletiva como uma das formas de destradicionalização individual, coletiva e institucional,avaliamos continuidades entre características estruturais nacionais e os desafios que se apresentam em termos de mudança social, num contexto de incerteza e de risco. As tecnologias de informação e comunicação apresentam um conjunto de possibilidades, insuspeitadas à algum tempo atrás, em termos do alargamento da negociação coletiva, pelo que a avaliação do interesse pela arena política da negociação do espaço público pode ser aferido não só pela identificação dos cidadãos com temáticas e interesses individuais e coletivos, ou ainda com instituições nacionais e supra-nacionais, mas também por praticas associativas tradicionais ou de tipo novo, estas últimas vocacionadas mais para a mudança social e para as temáticas dos novos movimentos sociais do que para a preservação de traços culturais tradicionais. Apresentam-se dados numéricos de modo a caracterizar as referidas práticas associativas, cruzadas com indicadores de caracterização social, evidenciando-se continuidades e transformações entre instâncias de estruturação de habitus primário e secundário. Mais do que abordar a integração destes cidadãos pela via do trabalho, perspectiva-se um exercício da cidadania contemplador de outras dimensões que caracterizam o social para além do económico, num exercício de imaginação sociológica que pretendeu ligar o «local» (mão-de-obra, espaços concretos de lugares,significações construídas em torno de traços culturais,históricos e geográficos estruturas nacionais, «nível» de desenvolvimento nacional e local, vontades individuais) e o «global», o espaço dos fluxos, e a sua intemporalidade e simultaneidade.
  • MORAIS, José Carlos Pereira de CV de MORAIS, José Carlos Pereira de
José Carlos Pereira de Morais licenciou-se em sociologia no ISCTE em 1992. Conclui mestrado em sociologia na FLUP em 1997. Posteriormente concluiu Doutoramento em Sociologia pela Universidade do Porto em 2010. É Professor Coordenador no Instituto Superior Politécnico Gaya, sendo professor do ensino superior desde 1997. Publicou 7 artigos em revistas especializadas e 4 trabalhos em atas de eventos, possui 1 livro publicado. Atua nas áreas de Ciências Sociais com ênfase em Sociologia e Humanidades com ênfase nas problemáticas das exclusões sociais contextualizadas na sociedade em rede. Os termos mais frequentes na contextualização da produção científica, tecnológica e artístico-cultural são: Políticas Sociais; Exclusões Sociais; Democracia; Lógica Conexionista; Sociedade em Rede; Desenvolvimento; Associativismo; Acesso ao Ensino Superior; Cidadania; Democracia; Ensino Superior; Ética.
É investigador do Centro de Investigação e Desenvolvimento do Ispgaya, perspetivando o contínuo envolvimento em projetos de investigação vocacionados para o desenvolvimento e mudança social.


PAP0674 - Sentidos de ação e desmobilização – ameaça e ação coletiva na construção da democracia participativa
Resumo de PAP0674 - Sentidos de ação e desmobilização – ameaça e ação coletiva na construção da democracia participativa PAP0674 - Sentidos de ação e desmobilização – ameaça e ação coletiva na construção da democracia participativa
PAP0674 - Sentidos de ação e desmobilização – ameaça e ação coletiva na construção da democracia participativa

A Plataforma do Choupal é um movimento cívico criado em Coimbra, em 2008, e cuja ação, até 2010, se orientou para a defesa da Mata Nacional do Choupal e contra a construção de um viaduto rodoviário sob aquele espaço de lazer e natureza. A análise da ação coletiva realizada pelo movimento, considerado como «pequeno grupo», conduziu a questionamentos, hipóteses e propostas que aqui se apresentam. 1. Os questionamentos prendem-se com o desencadear e o papel da ação coletiva, e dos seus atores sociais, na construção dos movimentos sociais e na reformulação do exercício da democracia. Questiona-se a pertinência de ações coletivas pontuais, face a estas ambições, tendo em conta a vulnerabilidade dos movimentos cívicos e das ações de natureza pontual. 2. No campo das hipóteses, aponta-se para a existência de dois sentidos da ação coletiva que resultam da relação entre «interesse» e «energia» do grupo e a percepção de «ameaça» pelos seus elementos, incluindo aqui as percepções pessoais de «risco» perante os bens de que desfrutam os sujeitos do grupo. Surgem assim o «sentido ascendente» e o «sentido descendente» da ação coletiva. O sentido ascendente refere-se a uma ação coletiva intensa e participada por todos os elementos do grupo. Acontece mediante um impulso do grupo, resultante de uma concreta percepção de proximidade da «ameaça», pelos elementos que o integram, face aos bens que desfrutam. O sentido descendente alude ao enfraquecimento da ação coletiva e à desmobilização do grupo, devido à percepção de distanciamento da «ameaça», pelos elementos do grupo, face aos bens de que desfrutam. 3. As propostas apresentadas orientam-se para a ação coletiva pontual enquanto ponto de partida para a mudança social e para a concretização de um diferente panorama de exercício de democracia, assumindo, para isso, os seguintes pressupostos: a importância da compreensão da dimensão da ação coletiva assente em dois sentidos e numa relação particular com a «ameaça»; a persistência da ação coletiva no tempo que conduza à evolução de movimento cívico a movimento social; a existência de uma estrutura organizativa de liderança definida na ação coletiva, ao contrário do que é habitual nos grupos de iniciativas locais de caráter «militante». Por último, propõe-se a integração de profissionais da animação sociocultural nos movimentos cívicos, que, enquanto detentores de um conjunto de saberes técnicos e de um potencial ativista, podem consolidar a ação coletiva no tempo e no espaço, ao encontro dos seus objetivos.
  • MONTEZ, Mário CV de MONTEZ, Mário
  • MONTEIRO, Alcides A. CV de MONTEIRO, Alcides A.
Mário Miguel Montez

Mário Miguel Montez é animador sociocultural, mestre em Desenvolvimento pelo ISCTE-IUL e docente na Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Coimbra onde orienta estágios curriculares e leciona no curso de animação socioeducativa. Foi coordenador de projetos no âmbito do Programa Escolhas, animador sociocultural na Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, no Programa Nacional de Luta Contra a Pobreza e em ATL's escolares, entre outras experiências. Os seus interesses de investigação e de práticas contemplam a Ação Coletiva, Desenvolvimento Local, Economia Solidária, Projetos de Intervenção Comunitária e Metodologias Participativas. Da colaboração em publicações destacam-se: Umas e Outras pessoas – considerações finais in: Somos Diferentes, Somos Iguais – educação para os Direitos Humanos; AJPaz, 2008. e Trocas por Cá – Mercados Solidários pela Voz de um Prossumidor In: Revista de Economia Solidária; ACEESA, Dezembro 2010.

Alcides A. Monteiro é doutorado em Sociologia, investigador do CIES-IUL e Professor Auxiliar na Universidade da Beira Interior – Covilhã. Nesta instituição dirige o Curso de 2º Ciclo em Empreendedorismo e Serviço Social. Os seus interesses principais de investigação incluem o desenvolvimento regional / local, Terceiro Sector e o voluntariado, investigação-acção, metodologias participativas e de avaliação, empreendedorismo social e aprendizagem ao longo da vida. Para além de vários artigos e colaborações em livros dedicados a esses temas, co-editou a obra Redes Sociais – Experiências, Políticas e Perspectivas, Ribeirão, Edições Húmus, 2008.

PAP0619 - Sentidos de ação e desmobilização – ameaça e ação coletiva na construção da democracia participativa.
Resumo de PAP0619 - Sentidos de ação e desmobilização – ameaça e ação coletiva na construção da democracia participativa.  PAP0619 - Sentidos de ação e desmobilização – ameaça e ação coletiva na construção da democracia participativa.
PAP0619 - Sentidos de ação e desmobilização – ameaça e ação coletiva na construção da democracia participativa.

A Plataforma do Choupal é um movimento cívico criado em Coimbra, em 2008, e cuja ação, até 2010, se orientou para a defesa da Mata Nacional do Choupal e contra a construção de um viaduto rodoviário sob aquele espaço de lazer e natureza. A análise da ação coletiva realizada pelo movimento, considerado como «pequeno grupo», conduziu a questionamentos, hipóteses e propostas que aqui se apresentam. 1. Os questionamentos prendem-se com o desencadear e o papel da ação coletiva, e dos seus atores sociais, na construção dos movimentos sociais e na reformulação do exercício da democracia. Questiona-se a pertinência de ações coletivas pontuais, face a estas ambições, tendo em conta a vulnerabilidade dos movimentos cívicos e das ações de natureza pontual. 2. No campo das hipóteses, aponta-se para a existência de dois sentidos da ação coletiva que resultam da relação entre «interesse» e «energia» do grupo e a percepção de «ameaça» pelos seus elementos, incluindo aqui as percepções pessoais de «risco» perante os bens de que desfrutam os sujeitos do grupo. Surgem assim os sentidos «ascendente» e «descendente» da ação coletiva. O sentido ascendente refere-se a uma ação coletiva intensa e participada por todos os elementos do grupo. Acontece mediante um impulso do grupo, resultante de uma concreta percepção de proximidade da «ameaça», pelos elementos do grupo, face aos bens de que desfrutam. O sentido descendente alude ao enfraquecimento da ação coletiva e à desmobilização do grupo, devido à percepção de distanciamento da «ameaça», pelos elementos do grupo, em relação aos mesmos bens. 3. As propostas apresentadas orientam-se para a ação coletiva pontual enquanto ponto de partida para a mudança social e para a concretização de um diferente panorama de exercício de democracia, assumindo, para isso, os seguintes pressupostos: a importância da compreensão da dimensão da ação coletiva assente em dois sentidos e numa relação particular com a «ameaça»; a persistência da ação coletiva no tempo, gerando evolução de movimento cívico a movimento social; a existência de uma estrutura organizativa de liderança definida na ação coletiva, ao contrário do que é habitual nos grupos de iniciativas locais de caráter «militante». Por último, propõe-se a integração de profissionais da animação sociocultural nos movimentos cívicos, que, enquanto detentores de um conjunto de saberes técnicos e de um potencial ativista, podem consolidar a ação coletiva no tempo e no espaço, ao encontro dos seus objetivos e propostas enunciadas.
  • MONTEZ, Mário CV de MONTEZ, Mário
  • MONTEIRO, Alcides A. CV de MONTEIRO, Alcides A.
Mário Miguel Montez

Mário Miguel Montez é animador sociocultural, mestre em Desenvolvimento pelo ISCTE-IUL e docente na Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Coimbra onde orienta estágios curriculares e leciona no curso de animação socioeducativa. Foi coordenador de projetos no âmbito do Programa Escolhas, animador sociocultural na Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, no Programa Nacional de Luta Contra a Pobreza e em ATL's escolares, entre outras experiências. Os seus interesses de investigação e de práticas contemplam a Ação Coletiva, Desenvolvimento Local, Economia Solidária, Projetos de Intervenção Comunitária e Metodologias Participativas. Da colaboração em publicações destacam-se: Umas e Outras pessoas – considerações finais in: Somos Diferentes, Somos Iguais – educação para os Direitos Humanos; AJPaz, 2008. e Trocas por Cá – Mercados Solidários pela Voz de um Prossumidor In: Revista de Economia Solidária; ACEESA, Dezembro 2010.

Alcides A. Monteiro é doutorado em Sociologia, investigador do CIES-IUL e Professor Auxiliar na Universidade da Beira Interior – Covilhã. Nesta instituição dirige o Curso de 2º Ciclo em Empreendedorismo e Serviço Social. Os seus interesses principais de investigação incluem o desenvolvimento regional / local, Terceiro Sector e o voluntariado, investigação-acção, metodologias participativas e de avaliação, empreendedorismo social e aprendizagem ao longo da vida. Para além de vários artigos e colaborações em livros dedicados a esses temas, co-editou a obra Redes Sociais – Experiências, Políticas e Perspectivas, Ribeirão, Edições Húmus, 2008.