• English version
  • Versão Portuguesa
  • Versão Espanhola
  • Versão Francesa


VII CONGRESSO PORTUGUÊS DE SOCIOLOGIA

PARA O VII CONGRESSO PORTUGUÊS DE SOCIOLOGIA

Ficha Técnica:

Organização e Edição:
Associação Portuguesa de Sociologia
Av. Prof. Aníbal de Bettencourt, 9
1600-189 Lisboa
Tel: 217804738 / Fax: 217940274 / E-mail: aps@aps.pt / http://www.aps.pt

Produção técnica:
Plug & Play
Rua José Augusto Coelho nº 117
2925-543 Azeitão
Tel: 210 854 236 / Fax: 210 854 236 / http://www.plugeplay.com

ISBN: 978-989-97981-0-6

Depósito legal: 281456/08

Requisitos Mínimos:
Windows XP ou superior.
Adobe Acrobat Reader

©Associação Portuguesa de Sociologia – Lisboa, 2012

Associação Portuguesa de Sociologia

 

Como referenciar os textos desta edição

SOBRENOME DO AUTOR, Prenome(s) (2012). Título do texto. in Atas do VII Congresso Português de Sociologia, Lisboa: APS. ISBN: 978-989-97981-0-6. Disponível em http://www.aps.pt/vii_congresso/?area=016&lg=pt. Acesso em: Dia mês (abreviado) ano.

Pesquisa:

Resultados da pesquisa por: «Ambientalismo»

PAP0469 - A revista Ozono, camada a camada
Resumo de PAP0469 - A revista Ozono, camada a camada PAP0469 - A revista Ozono, camada a camada
PAP0469 - A revista Ozono, camada a camada

Entre Outubro de 2000 e Fevereiro de 2003 foram publicados 18 números da Ozono - Revista de Ecologia, Sociedade e Conservação da Natureza. Dirigida por Paulo Trancoso, ecologista politicamente empenhado e dirigente do Partido da Terra (MPT), a revista era impressa com tintas vegetais em papel reciclado e, ao longo de toda a sua publicação, foi acompanhada de cassetes de vídeo alusivas a temas ambientais, aproveitando o facto de a proprietária do título ser a distribuidora Costa do Castelo Filmes. Nesta comunicação, propomo-nos abordar as várias camadas da revista, da capa, que destacava a «melhor ilustração portuguesa», à contracapa, que ora acolhia publicidade própria ou de anunciantes, ora incluía referências a campanhas cívicas. Dessa abordagem constará a análise dos seguintes tópicos: a rubrica editorial “Buraco da Ozono”; a opção da revista por um jornalismo “ambientalmente comprometido”; as escolhas temáticas e ângulos de abordagem dos vários artigos; a diversidade de colaboradores e colunistas; a parceria com revistas de referência estrangeiras, como a The Ecologist, a World Watch e a Integral; as opções de design; a interacção com os leitores; e as limitações comerciais auto-impostas por motivos de coerência filosófica (ou seja, a selecção da publicidade com vista a incluir apenas anunciantes “amigos do ambiente”). Não serão esquecidas questões relacionadas com a gestão do produto, como a tiragem, a colocação da revista em banca, a gestão da relação com os assinantes, a estratégia de diferenciação do título face à concorrência e a promoção da revista com vista à captação de um público mais alargado. Procuraremos também fazer o retrato do funcionamento interno da redacção e do departamento comercial, de modo a obter uma imagem o mais completa possível do projecto e compreender que razões levaram a que este se tornasse economicamente insustentável. Esperamos deste modo contribuir para um mais profundo conhecimento de uma iniciativa editorial que marcou o início do século XXI no nicho das publicações portuguesas especializadas em temas ambientais.
  • TEIXEIRA, Luís Humberto CV de TEIXEIRA, Luís Humberto
  • FREITAS, Helena de Sousa CV de FREITAS, Helena de Sousa
Luís Humberto Teixeira nasceu em Setúbal em 1977, onde se licenciou em Comunicação Social (ESE-IPS). Enquanto jornalista, colaborou em órgãos locais, regionais, nacionais e internacionais, e é membro da organização do Festroia – Festival Internacional de Cinema de Setúbal desde 2005.

Mestre em Política Comparada (ICS-UL), efectuou diversos estudos sobre o sistema eleitoral português e escreveu os livros Reciclemos o Sistema Eleitoral! (2003) e Verdes Anos - História do Ecologismo em Portugal (2011).

Traduziu o livro A Tradição da Liberdade – Grandes obras do pensamento liberal (2010), do politólogo belga Corentin de Salle e, em 2011, escreveu o argumento do documentário Setúbal, Cidade Verde, realizado por Helena de Sousa Freitas e vencedor do Prémio do Público do IV Curtas Sadinas.
Helena de Sousa Freitas (Lisboa, 1976) é licenciada em Comunicação Social, pós-graduada em Direito da Comunicação Social e mestre em Comunicação, Cultura e Tecnologias da Informação.
Bolseira da FCT no CIES – IUL, desenvolve actualmente a investigação “Histórias Que as Paredes Contam – O Muralismo como Forma de Comunicação Alternativa na Cidade de Setúbal (1974-2010)” no âmbito do doutoramento em Ciências da Comunicação.
Jornalista desde 1996, ingressou na agência Lusa em 1998 e foi galardoada pela APDSI com o Prémio Editorial Sociedade da Informação 2010.
É autora dos ensaios “Jornalismo e Literatura: Inimigos ou Amantes?” (2002), “Sigilo Profissional em Risco” (2006) e “O DN Jovem entre o Papel e a Net” (2011).