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VII CONGRESSO PORTUGUÊS DE SOCIOLOGIA

PARA O VII CONGRESSO PORTUGUÊS DE SOCIOLOGIA

Ficha Técnica:

Organização e Edição:
Associação Portuguesa de Sociologia
Av. Prof. Aníbal de Bettencourt, 9
1600-189 Lisboa
Tel: 217804738 / Fax: 217940274 / E-mail: aps@aps.pt / http://www.aps.pt

Produção técnica:
Plug & Play
Rua José Augusto Coelho nº 117
2925-543 Azeitão
Tel: 210 854 236 / Fax: 210 854 236 / http://www.plugeplay.com

ISBN: 978-989-97981-0-6

Depósito legal: 281456/08

Requisitos Mínimos:
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©Associação Portuguesa de Sociologia – Lisboa, 2012

Associação Portuguesa de Sociologia

 

Como referenciar os textos desta edição

SOBRENOME DO AUTOR, Prenome(s) (2012). Título do texto. in Atas do VII Congresso Português de Sociologia, Lisboa: APS. ISBN: 978-989-97981-0-6. Disponível em http://www.aps.pt/vii_congresso/?area=016&lg=pt. Acesso em: Dia mês (abreviado) ano.

Pesquisa:

Resultados da pesquisa por: «Cinema»

PAP1227 - A magia do cinema na praça: apropriação do espaço e sociabilidade em Salvador-Ba
Resumo de PAP1227 - A magia do cinema na praça: apropriação do espaço e sociabilidade em Salvador-Ba PAP1227 - A magia do cinema na praça: apropriação do espaço e sociabilidade em Salvador-Ba
PAP1227 - A magia do cinema na praça: apropriação do espaço e sociabilidade em Salvador-Ba

São nos espaços da cidade, moldados a partir dos usos e apropriações cotidianos que a vida se efetiva, como produto das relações sociais, da acumulação histórica e da tecedura realizada no presente. Nessa relação, o “velho” e o “novo” são elementos que constituem esse cenário, resultante das construções das sucessivas gerações. A praça é vista como exemplo dessa relação, pois consiste em um espaço fértil de possibilidades de convivência urbana. No rastro dessas considerações, surge o presente estudo sobre a apropriação e sociabilidade na Praça Tomé de Sousa, localizada na cidade de Salvador-Ba, tendo como enfoque precípuo a relação especial entre o cinema e a praça, no que diz respeito ao espaço das práticas de exibição da arte cinematográfica. As exibições de filmes em praças viabilizam um modo peculiar de apropriação que ocorre desde os primórdios do cinema. Atualmente no Brasil pululam projetos dessa natureza, que visam a apresentação da sétima arte à grande parcela da população que não tem acesso às salas convencionais de projeção. Nesse particular o Projeto Cinema na Praça, realizado em Salvador, torna-se a referência empírica desse trabalho. Esse caminhar revela o fascínio que essa grande arte vem tecendo ao longo dos tempos, atraindo e encantando multidões. O cinema toca de modo especial as pessoas, despertando afetos e isso se reverbera em múltiplas práticas sociais. No tocante a esse trabalho, destaca-se mormente as projeções em praças, iniciativas que tornam possíveis assistir a filmes coletivamente. Para realização do trabalho levou-se em consideração os relatos dos freqüentadores das sessões de cinema na Praça, das pessoas envolvidas da equipe dos projetos de cinema e cineastas. Para a feitura do trabalho, afora a revisão bibliográfica, realizou-se observações participantes na Praça Tomé de Sousa, entrevistas semi-estruturadas com pessoas envolvidas com projetos de exibição e freqüentadores das sessões de cinema na Praça. Também investigação em jornais e revistas impressos e na Internet, além de fontes documentais e iconográficas. O registro fotográfico apresenta-se como importante contributo ao trabalho de campo. A pesquisa desenvolve-se, portanto, a partir da compreensão de que são as práticas sociais, que tornam possíveis os usos e apropriações dos espaços. Nessa perspectiva a praça surge como um locus privilegiado onde afloram-se possibilidades de múltiplas manifestações que as práticas sociais podem engendrar.
  •  SILVA, Alzilene Ferreira da CV - Não disponível 

PAP0645 - Cinema e realidade: entender a função vital da sétima arte
Resumo de PAP0645 - Cinema e realidade: entender a função vital da sétima arte PAP0645 - Cinema e realidade: entender a função vital da sétima arte
PAP0645 - Cinema e realidade: entender a função vital da sétima arte

Para a compreensão e definição da vida humana e das distintas “versões-do-mundo” (Goodman), a Arte desempenha um papel fundamental ao permitir indagar elementos sensoriais e criativos da realidade que a Ciência não enquadra na sua ambição de objectivar e universalizar o real. Neste contexto, o Cinema instituiu-se como forma artística mais completa para criar metáforas sobre dados do real. Ao aliar imagem, som, palavra, ficção, metáfora e narrativa, permite simular e actualizar o passado, reflectir sobre o presente ou imaginar o futuro. O Homem pode assim expressar e experimentar sentidos e ideias em mundos possíveis e simulados, que contribuem para a construção da sua identidade e compreensão da (sua) realidade.
  • ALVES, Pedro CV de ALVES, Pedro
Pedro Alves, Porto (Portugal). Conclui, em 2007, a Licenciatura com Mestrado integrado em Som e Imagem na Escola das Artes da U.C.P. - Porto, com estágio curricular na RTP - Meios de Produção. Entre 2007 e 2008 trabalha na Utopia Filmes, Lisboa, nas áreas de Produção, Operação de Câmara e Argumento. Entre 2008 e 2011 participa no projecto “Revisitar / Descobrir Guerra Junqueiro” da Escola das Artes da U.C.P. - Porto, como Assistente de Realização e Co-Director de Fotografia de "Nome de Guerra, a Viagem de Junqueiro" e Assistente de Produção em "A Música de Junqueiro". Actualmente é bolseiro da FCT em Doutoramento na Faculdade de Ciencias de la Información da Universidade Complutense de Madrid, investigando temas relacionados com produção e recepção de cinema. É também membro da Associação Científica ICONO14 (Espanha) desde 2010, e colaborador do CITCEM (FLUP - Porto) desde 2011.

PAP1237 - Consumo cultural do cinema: práticas de exibições itinerante e em praças
Resumo de PAP1237 - Consumo cultural do cinema: práticas de exibições itinerante e em praças PAP1237 - Consumo cultural do cinema: práticas de exibições itinerante e em praças
PAP1237 - Consumo cultural do cinema: práticas de exibições itinerante e em praças

Desde seu nascedouro o cinema tem a marca inelutável da transformação, mas da origem até a atualidade ocorreram muitas mudanças no modo de consumir essa grande arte. A seara da produção, distribuição e exibição cinematográfica serve de lente de análise do cenário mundial, onde a tônica assenta-se na distribuição de produtos das corporações transnacionais de entretenimento e informação. Nesse contexto, a cultura passa ser vista como área estratégica de investimento, tornando-se, por isso, cada vez mais forte, os debates em torno das questões referentes às políticas culturais. No cenário brasileiro destaca-se alguns aspectos importantes, quais sejam: número reduzido de salas de cinema, (nos bairros e nas cidades de médio/pequeno portes) em que a produção nacional não dispõe de um amplo espaço para ser exibida; a preponderância norte-americana nos processos de exibição de filmes; as mudanças nos modos de consumo do cinema. Diante desse quadro, medidas do Governo brasileiro vem sendo tomadas para consolidar um plano de desenvolvimento, no qual se insere a cultura como setor estratégico, em especial o audiovisual. Explicita-se, igualmente, a compreensão do cinema como meio de difusão de valores, como forma de expressão, capaz de modelar a identidade cultural. Nesse sentido, ações pertinentes às políticas culturais, são implementadas com o intuito de possibilitar aos brasileiros o acesso ao conhecimento acerca do cinema nacional e às salas de exibição. O que vem possibilitando a conformação de diversas práticas (cineclubes, aumento de festivais e das produções de filmes, projetos de exibição em espaços sociais como universidades e praças). No rastro dessas considerações, surge o presente trabalho que consiste em analisar a prática social de exibição da arte cinematográfica, tendo como ponto de investigação os projetos de apresentação de cinema itinerantes e em praças públicas, que atualmente pululam em todo o país.
  •  SILVA, Alzilene Ferreira da CV - Não disponível