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VII CONGRESSO PORTUGUÊS DE SOCIOLOGIA

PARA O VII CONGRESSO PORTUGUÊS DE SOCIOLOGIA

Ficha Técnica:

Organização e Edição:
Associação Portuguesa de Sociologia
Av. Prof. Aníbal de Bettencourt, 9
1600-189 Lisboa
Tel: 217804738 / Fax: 217940274 / E-mail: aps@aps.pt / http://www.aps.pt

Produção técnica:
Plug & Play
Rua José Augusto Coelho nº 117
2925-543 Azeitão
Tel: 210 854 236 / Fax: 210 854 236 / http://www.plugeplay.com

ISBN: 978-989-97981-0-6

Depósito legal: 281456/08

Requisitos Mínimos:
Windows XP ou superior.
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©Associação Portuguesa de Sociologia – Lisboa, 2012

Associação Portuguesa de Sociologia

 

Como referenciar os textos desta edição

SOBRENOME DO AUTOR, Prenome(s) (2012). Título do texto. in Atas do VII Congresso Português de Sociologia, Lisboa: APS. ISBN: 978-989-97981-0-6. Disponível em http://www.aps.pt/vii_congresso/?area=016&lg=pt. Acesso em: Dia mês (abreviado) ano.

Pesquisa:

Resultados da pesquisa por: «Comportamento»

PAP1447 - As crianças e suas múltiplas práticas de consumo
Resumo de PAP1447 - As crianças e suas múltiplas práticas de consumo PAP1447 - As crianças e suas múltiplas práticas de consumo
PAP1447 - As crianças e suas múltiplas práticas de consumo

O tema do consumo na sociedade contemporânea tornou-se um objeto de investigação e ação mais abrangentes. Nossas sociedades se caracterizam pelo consumo de bens e serviços. Entretanto, esse consumo não pode ser avaliado e analisado apenas a partir da ótica da produção desses bens e serviços que serão consumidos. A ampliação da problematização da questão do consumo não se deu apenas a partir da ampliação da importância dos aspectos simbólicos nela envolvidos. Limitada antes ao universo dos indivíduos com algum poder aquisitivo, o eixo da discussão passou a se deslocar também na direção dos adolescentes e das crianças. Assiste-se, assim, a uma transformação no status da criança também no universo do consumo. Antes considerada como um futuro consumidor, que deve ser preparado e cativado para ser fiel a determinados padrões e marcas de produtos, a criança passa a ser vista como um agente que já está apto a consumir esses produtos, independente de não possuir meios materiais que lhe possibilitem o consumo. Ela é reconhecida como consumidora de fato, na medida em que interfere e até mesmo direciona o consumo das unidades domésticas. Nos últimos tempos tem sido crescente a atenção para o público infanto-juvenil em diferentes aspectos, dentre eles o consumo. O objetivo da pesquisa é refletir sobre como as condições da cultura de consumo permeiam o comportamento de consumo de crianças e de adolescentes e se evidenciam no cotidiano escolar. Apesar de não restar dúvida sobre o caráter de transmissão de valores culturais desempenhado pela TV, devemos sempre nos lembrar que ela não atua sobre um público totalmente passivo. Esses valores sofrem uma releitura não sendo assimilados de maneira mecânica. Também se deve considerar que os valores apresentados pela publicidade não são os únicos presentes na sociedade. Embora seja inegável que as crianças cada vez mais estejam envolvidas com produtos industrializados e globalmente distribuídos, isso não as impede de fazer outros usos desses artefatos. Os sujeitos da pesquisa têm mostrado o quanto ressignificavam o que aprendem na TV, revelando-se como sujeitos criativos e não apenas consumidores compulsivos. Eles nos permitiram percebê-los como pertencentes a um mundo cada vez mais tecnológico, freqüentemente, nos mostraram como lidavam com as diferentes tecnologias, fazendo conexões e relações entre elas e ressignificando o que vêem na TV, no computador, no celular, por exemplo. Pensando nas ações das crianças, durante a realização da pesquisa, foi importante perceber a maneira como agem “[...] diante de uma produção racionalizada, expansionista, centralizada, espetacular e barulhenta [...]” (CERTEAU, 2004, p.94), gerando um tipo totalmente diverso do consumo, que tem como característica suas astúcias e sua invisibilidade na maneira de usar o que lhe é oferecido sedutoramente. E são essas práticas que estamos investigando.
  • FREITAS, Patrícia Oliveira de CV de FREITAS, Patrícia Oliveira de
Patrícia Oliveira de Freitas é atualmente professora da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, doutora em Educação pela Universidade Federal Fluminense (UFF), tendo realizado estágio doutoral em sociologia da infância, na UMINHO, sob orientação do prof Dr Manuel Jacinto Sarmento. Tem experiência na área de estudos do consumo, com interesse de investigação nos seguintes temas: educação financeira, comportamento do consumidor, publicidade e consumo e práticas de consumo de crianças e adolescentes. E na área de educação, tem interesse pelas questões relacionadas à infância, ao consumo e as novas tecnologias.

PAP0252 - Consumo verde: práticas quotidianas e preocupações ambientais dos estudantes da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas - Universidade Nova de Lisboa
Resumo de PAP0252 - Consumo verde: práticas quotidianas e preocupações ambientais dos estudantes da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas - Universidade Nova de Lisboa PAP0252 - Consumo verde: práticas quotidianas e preocupações ambientais dos estudantes da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas - Universidade Nova de Lisboa
PAP0252 - Consumo verde: práticas quotidianas e preocupações ambientais dos estudantes da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas - Universidade Nova de Lisboa

As acções humanas têm sérias implicações negativas sobre os ecossistemas. Já há vários anos que a comunidade científica alerta para o facto de que a produção e consumo de bens e serviços são a grande causa dos problemas ambientais e que urge uma mudança de atitude. Dada a dimensão dos problemas ambientais e sociais que o consumo tem trazido e o aumento do acesso à informação sobre os mesmos, muitos consumidores começaram a preocupar-se com esses aspectos e a mudar os seus hábitos de consumo, numa tentativa de proteger o ambiente. Nasceu, assim, o consumo verde, ou seja, um consumo que se preocupa fundamentalmente com a protecção ambiental. Para além de ter um elevado poder de compra, a população juvenil representa o grupo de consumidores do futuro e, portanto, é importante perceber que ideias orientam as suas práticas. Assim, procurámos apreender os hábitos de consumo que pautam o quotidiano dos estudantes universitários face às suas preocupações de índole ambiental. No âmbito do projecto de investigação Making Science Work in Society (Universidade Nova de Lisboa e Universidade de Strathclyde, Glasgow), que visa conhecer as atitudes pró-ambientais dos estudantes do ensino superior, foi aplicado um inquérito que partiu da adaptação da escala NEP (New Ecological Paradigm, Dunlap et al., 2000) em associação com questões relacionadas com padrões de consumo verde, gaps de comportamento pró-ambiental, ligação ao campus universitário e felicidade. Esta comunicação incidirá e reflectirá sobre os principais resultados desse mesmo inquérito, no sentido de perceber se existe ou não uma tendência para o consumo verde, por parte dos estudantes da FCSH – UNL.
  • RIBEIRO, Salomé Cosme CV de RIBEIRO, Salomé Cosme
Salomé Ribeiro

Licenciada em Sociologia, pelo ISCTE, trabalhou em Educação e Formação de Adultos nos últimos 4 anos. No passado, trabalhou com Organizações Não Governamentais de Desenvolvimento e de Ambiente, nomeadamente como investigadora, formadora e coordenadora de projectos. Frequenta actualmente o 1º ano do doutoramento em Ecologia Humana, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas (FCSH-UNL), em Lisboa. Os seus interesses de investigação prendem-se com sociologia do consumo e sociologia do ambiente.
Votos de continuação de bom trabalho,

PAP0381 - Em busca de práticas sustentáveis: A influência das crenças, dos valores e das atitudes ambientais nos comportamentos de uso de energia
Resumo de PAP0381 - Em busca de práticas sustentáveis:  A influência das crenças, dos valores e das atitudes ambientais nos comportamentos de uso de energia PAP0381 - Em busca de práticas sustentáveis:  A influência das crenças, dos valores e das atitudes ambientais nos comportamentos de uso de energia
PAP0381 - Em busca de práticas sustentáveis: A influência das crenças, dos valores e das atitudes ambientais nos comportamentos de uso de energia

O estudo que se apresenta é parte integrante do projecto Net Zero Energy School: Reaching the community (FCT-MIT), cujo objectivo é identificar como as percepções e os comportamentos relativos à energia, conjuntamente com a caracterização de parâmetros físicos do espaço, podem contribuir para uma maior eficiência e sustentabilidade no consumo de energia numa escola secundária de Lisboa, recentemente requalificada. Assim, com base na Teoria da Acção Planeada (Azjen & Fishbein, 1980; Azjen, 1991), na Teoria dos Valores e Crenças Normativas (Stern et al., 1999; Stern, 2000) e no Novo Paradigma Ambiental de Dunlap et al (2000), o estudo identifica a forma como as representações sobre energia, os valores sociais e ambientais e a cidadania ambiental podem contribuir para um uso mais eficiente de energia e para o reforço das práticas de conservação, delineando os aspectos que mais se destacam para a planificação de intervenções para a mudança comportamental face ao ambiente e para a promoção de práticas sustentáveis no contexto escolar. Os principais resultados, obtidos através de um inquérito por questionário aplicado a uma amostra representativa de 731 estudantes do 3º ciclo e do ensino secundário, mostram a forte influência do género, da idade e da classe social nas representações e práticas de uso de energia. Mais especificamente, as raparigas apresentam uma representação mais tradicional da energia, sobretudo associada à luz e à electricidade e ao uso de equipamentos domésticos, atribuem uma maior importância à conservação de energia, e apresentam uma maior preocupação com o ambiente e com a diminuição do consumo de energia no país do que os rapazes. Por outro lado, os rapazes, revelam um conhecimento mais preciso a respeito do uso e das fontes de energia, mas parecem menos sensibilizados em relação ao tema da energia em contexto doméstico e referem falar menos sobre o assunto. Em geral, estes resultados mostram que os jovens estão preocupados com os riscos ambientais e essa é a principal razão para a conservação da energia. Além destes resultados gerais, foi desenvolvido um modelo de equações estruturais para compreender os factores de influência das práticas de eficiência energética. A dimensão directa de explicação das práticas de eficiência energética refere-se às atitudes pró-activas de conservação dos recursos naturais (energia, água) e de prevenção das alterações climáticas. Estas, por seu lado, são formadas a partir da influência do contexto familiar na exposição ao tema da energia e nos valores altruístas e tradicionais. O planeamento da intervenção escolar para a mudança de comportamento deve tomar em conta estes resultados, nomeadamente, a necessidade de continuadamente expor os alunos a informação precisa sobre a energia, de fomentar uma monitorização activa dos consumos de energia e das formas eficientes de uso do recurso, de modo a ajustar comportamentos e a promover práticas sustentáveis.
  • REBELO, Margarida CV de REBELO, Margarida
  • MENEZES, Marluci CV de MENEZES, Marluci
  •  CAEIRO, Tiago CV - Não disponível 
  • SCHMIDT, Luísa CV de SCHMIDT, Luísa
  • HORTA, Ana CV de HORTA, Ana
  •  CORREIA, Augusta CV - Não disponível 
  • FONSECA, Susana CV de FONSECA, Susana
Nome: Margarida Rebelo
Afiliação: Laboratório Nacional de Engenharia Civil
Área de formação: Doutoramento em Psicologia Social
Interesses de investigação: Dimensões psicológicas e socio-culturais dos
comportamentos de sustentabilidade ambiental, designadamente, dos
comportamentos de uso e conservação de água e de energia.
Nome: Marluci Menezes
Afiliação Institucional: Núcleo de Ecologia Social (NESO) do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC)
Área de formação: Geografia / Antropologia
Interesses de Investigação: habitat, espaço público e qualidade de vida urbana, cultura, património e intervenção urbana, práticas e representações do espaço e de sustentabilidade.

Luísa Schmidt
Socióloga investigadora principal do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, dedica-se actualmente a duas áreas de investigação principais: Sociologia da Comunicação e Sociologia do Ambiente, em que se doutorou. No ICS-UL coordena a Linha de Investigação 'Sustentabilidade: Ambiente, Risco e Espaço' e integra o Comité Científico do Programa Doutoral em "Alterações Climáticas e Políticas de Desenvolvimento Sustentável". Faz parte da equipa de investigadores que criaram e montaram em 1996 o OBSERVA - Observatório de Ambiente e Sociedade que actualmente dirige, onde desenvolve vários projectos de investigação que articulam ciências sociais e ambiente.
Investigadora de pós-doutoramento no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa com bolsa da Fundação de Ciência e Tecnologia. Membro da equipa de investigação do Observa – Observatório de Ambiente e Sociedade. Doutoramento em Sociologia da Comunicação, Cultura e Educação, licenciatura em Sociologia e mestrado em Comunicação, Cultura e Tecnologias da Informação pelo ISCTE. Actualmente participa em projectos de investigação sobre questões sociais relacionadas com energia, sustentabilidade e alimentação.
- Susana Maria Duarte Fonseca
- Doutoranda do ISCTE-IUL no Programa de Doutoramento em Sociologia a trabalhar no projecto: “O princípio da prevenção nas políticas de ambiente - o caso da eficiência energética”;
- Colabora em projectos de investigação na área da sociologia do Ambiente no ISCTE– UL (Projecto GISA - Gestão Integrada da Saúde e do Ambiente no Litoral Alentejano) e no ICS-UL (Net Zero Energy School – Reaching the Community e Consensos e controvérsias socio-técnicas sobre energias renováveis);
- Tem colaborado em vários projectos de investigação nas áreas da percepção de risco, representações sociais, movimentos sociais, energia, ambiente e saúde;
- Voluntária da Quercus, tendo sido membro da Direcção Nacional entre Março de 2003 e Dezembro de 2011.

PAP0387 - O que se diz quando se pensa em energia? Reflexões sobre o tema da energia a partir das representações dos jovens e dos professores de uma escola secundária
Resumo de PAP0387 - O que se diz quando se pensa em energia? Reflexões sobre o tema da energia a partir das representações dos jovens e dos professores de uma escola secundária PAP0387 - O que se diz quando se pensa em energia? Reflexões sobre o tema da energia a partir das representações dos jovens e dos professores de uma escola secundária
PAP0387 - O que se diz quando se pensa em energia? Reflexões sobre o tema da energia a partir das representações dos jovens e dos professores de uma escola secundária

A crescente importância da temática da eficiência energética em edifícios, designadamente os de uso colectivo como são as escolas, através do aperfeiçoamento das práticas de conservação energética e da implementação de novas tecnologias, tem paulatinamente enfatizado o papel que a mudança de comportamentos associados ao uso e à conservação de energia detém na melhoria desta eficiência. Mas como contribuir para a alteração de comportamentos sem antes conhecer os sentidos e significados sociais atribuídos ao tema da energia? Considerando que este conhecimento é fulcral no âmbito da alteração de comportamentos, o presente estudo caracteriza as representações sociais da energia de dois grupos – alunos e professores de uma escola secundária – investigando as possíveis articulações entre essas representações e a forma como ambos os grupos se pronunciam acerca das práticas de uso e conservação de energia. Na concretização deste objectivo, recorre-se aos resultados de um inquérito por questionário sobre o uso de energia desenvolvido com alunos e professores de uma escola secundária de Lisboa recentemente intervencionada no âmbito de um programa de reabilitação (Parque Escolar) –, conforme foi desenvolvido no âmbito do projecto Net Zero Energy School - Reaching the Community (FCT-MIT Portugal). A primeira pergunta do questionário solicitava aos inquiridos que indicassem as primeiras três palavras que lhes vinham à ideia quando pensavam em energia. Enquanto a maioria dos alunos associa a palavra “energia” às energias renováveis e à luz, para os professores energia é sinónimo de ambiente e de sustentabilidade energética, de questões de natureza económica e de consumo de energia. Só nas categorias menos referidas pelos professores é que estes concordam com os alunos e consideram que a energia se refere às fontes renováveis e à luz eléctrica/electricidade. Tomando como central a primeira ideia avançada, e a partir da articulação destas com outras variáveis de análise, explora-se os aspectos centrais e periféricos das representações da energia na explicitação dos sentidos e significados atribuídos a energia e discutem-se as questões fundamentais a considerar no âmbito da mudança de comportamentos de uso e conservação de energia de uma dada comunidade escolar.
  • MENEZES, Marluci CV de MENEZES, Marluci
  • REBELO, Margarida CV de REBELO, Margarida
  •  CAEIRO, Tiago CV - Não disponível 
  • SCHMIDT, Luísa CV de SCHMIDT, Luísa
  • HORTA, Ana CV de HORTA, Ana
  •  CORREIA, Augusta CV - Não disponível 
  • FONSECA, Susana CV de FONSECA, Susana
Nome: Marluci Menezes
Afiliação Institucional: Núcleo de Ecologia Social (NESO) do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC)
Área de formação: Geografia / Antropologia
Interesses de Investigação: habitat, espaço público e qualidade de vida urbana, cultura, património e intervenção urbana, práticas e representações do espaço e de sustentabilidade.
Nome: Margarida Rebelo
Afiliação: Laboratório Nacional de Engenharia Civil
Área de formação: Doutoramento em Psicologia Social
Interesses de investigação: Dimensões psicológicas e socio-culturais dos
comportamentos de sustentabilidade ambiental, designadamente, dos
comportamentos de uso e conservação de água e de energia.

Luísa Schmidt
Socióloga investigadora principal do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, dedica-se actualmente a duas áreas de investigação principais: Sociologia da Comunicação e Sociologia do Ambiente, em que se doutorou. No ICS-UL coordena a Linha de Investigação 'Sustentabilidade: Ambiente, Risco e Espaço' e integra o Comité Científico do Programa Doutoral em "Alterações Climáticas e Políticas de Desenvolvimento Sustentável". Faz parte da equipa de investigadores que criaram e montaram em 1996 o OBSERVA - Observatório de Ambiente e Sociedade que actualmente dirige, onde desenvolve vários projectos de investigação que articulam ciências sociais e ambiente.
Investigadora de pós-doutoramento no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa com bolsa da Fundação de Ciência e Tecnologia. Membro da equipa de investigação do Observa – Observatório de Ambiente e Sociedade. Doutoramento em Sociologia da Comunicação, Cultura e Educação, licenciatura em Sociologia e mestrado em Comunicação, Cultura e Tecnologias da Informação pelo ISCTE. Actualmente participa em projectos de investigação sobre questões sociais relacionadas com energia, sustentabilidade e alimentação.
- Susana Maria Duarte Fonseca
- Doutoranda do ISCTE-IUL no Programa de Doutoramento em Sociologia a trabalhar no projecto: “O princípio da prevenção nas políticas de ambiente - o caso da eficiência energética”;
- Colabora em projectos de investigação na área da sociologia do Ambiente no ISCTE– UL (Projecto GISA - Gestão Integrada da Saúde e do Ambiente no Litoral Alentejano) e no ICS-UL (Net Zero Energy School – Reaching the Community e Consensos e controvérsias socio-técnicas sobre energias renováveis);
- Tem colaborado em vários projectos de investigação nas áreas da percepção de risco, representações sociais, movimentos sociais, energia, ambiente e saúde;
- Voluntária da Quercus, tendo sido membro da Direcção Nacional entre Março de 2003 e Dezembro de 2011.