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VII CONGRESSO PORTUGUÊS DE SOCIOLOGIA

PARA O VII CONGRESSO PORTUGUÊS DE SOCIOLOGIA

Ficha Técnica:

Organização e Edição:
Associação Portuguesa de Sociologia
Av. Prof. Aníbal de Bettencourt, 9
1600-189 Lisboa
Tel: 217804738 / Fax: 217940274 / E-mail: aps@aps.pt / http://www.aps.pt

Produção técnica:
Plug & Play
Rua José Augusto Coelho nº 117
2925-543 Azeitão
Tel: 210 854 236 / Fax: 210 854 236 / http://www.plugeplay.com

ISBN: 978-989-97981-0-6

Depósito legal: 281456/08

Requisitos Mínimos:
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©Associação Portuguesa de Sociologia – Lisboa, 2012

Associação Portuguesa de Sociologia

 

Como referenciar os textos desta edição

SOBRENOME DO AUTOR, Prenome(s) (2012). Título do texto. in Atas do VII Congresso Português de Sociologia, Lisboa: APS. ISBN: 978-989-97981-0-6. Disponível em http://www.aps.pt/vii_congresso/?area=016&lg=pt. Acesso em: Dia mês (abreviado) ano.

Pesquisa:

Resultados da pesquisa por: «Direitos humanos»

PAP0595 - O Sistema Prisional do Rio de Janeiro, punitivo e controlador.
Resumo de PAP0595 -   O Sistema Prisional do Rio de Janeiro, punitivo e controlador.  PAP0595 -   O Sistema Prisional do Rio de Janeiro, punitivo e controlador.
PAP0595 - O Sistema Prisional do Rio de Janeiro, punitivo e controlador.

O objetivo geral do trabalho é abordar a forma como o Estado do Rio de Janeiro/Brasil, dentro do segmento do sistema prisional, tem enfrentado a criminalidade particularmente via seu aparato punitivo e penal. Importante ressaltar a importância dos direitos humanos, pois comportam pressupostos necessários para que todos possam ter uma vida digna. (SANTOS, 2008) dentro desse contexto punitivo. As violações dos direitos humanos dos presos que se encontram no sistema prisional do Rio de Janeiro/Brasil é significantemente maior, pois estas instituições não se prestam para cumprimento de pena. Os presos ficam desassistidos em suas necessidades básicas, material, saúde, condições de higiene, educação, trabalho, assistência judiciária, banhos de sol e alimentação adequada. Para Almeida (2004), quanto maior a violência produzida pela criminalidade, maior a legitimidade dada ao Estado pela sociedade para produzir uma violência ainda maior, estabelecendo um ciclo de horror e desumanidade que é potencializado a cada dia, mais rigor, menos impunidade; penas mais severas; pena de morte. Este é o permanente clamor da sociedade, esta sentencia a exclusão, o banimento, o holocausto – e o Estado executa. Mingandi apud Feffermann, afirma que o “crime organizado” não prospera sem a cooperação ou conivência promiscua de representantes do Estado oficial. Segundo Torres, a questão carcerária brasileira e os inúmeros problemas que temos no sistema prisional vêm sendo discutidos por meio da comunicação, de autoridade e de organizações da sociedade civil. A população em geral questiona um sistema que se mantém em constantes conflitos sob o julgo das violações dos direitos humanos dos presos. Tem-se, portanto, um sistema penitenciário centrado na pena de privação de liberdade, uma das mais cruéis vitimizações praticadas com aval institucional, porém, voltado, quase que exclusivamente, para os sujeitos que praticam delitos e que tem uma inserção de classe pobre. Diante do caos que o sistema prisional brasileiro vive, a reincidência tem marcado a sociedade nos últimos tempos, decorrente de uma Política Neoliberal, da falta de recursos financeiros, materiais e humanos e de interesse por parte dos Estados em proporcionar e desenvolver uma política voltada para a efetivação dos direitos humanos nos espaços prisionais. Segundo Torres (2001), “a realidade carcerária brasileira é retrato fiel da questão social numa sociedade desigual e de excluídos sociais”. Pois, a exclusão econômica
  • COSTA, Newvone Ferreira CV de COSTA, Newvone Ferreira
Possui graduação em Serviço Social pela Faculdade de Serviço Social do Rio de Janeiro (1983), graduação em Estudos Sociais pela Faculdade Regina Coeli (1981).Especialização em Supervisão em Serviço Social pela Univesidade Veiga de Almeida (1987).Especialização em Direitos Humanos, Mestrado em Psicopedagogia pela Universidade La Habana- Cuba (1999). Ex- Coordenadora Adjunta do curso de Serviço Social do Centro Universitário Augusto Motta . Professora Adjunta do curso de Serviço Social do Centro Universitário Augusto Motta .Criou a disciplina Violência e Criminalização com carater interdisciplinar que faz parte da grade curricular do curso de Serviço Social do Centro Universitário Augusto Motta.Coordenadora do curso de Pós Graduação Justiça e Direitos Humanos no Centro Univerisitário Augusto Motta . Tem experiência na área de pesquisa em criminologia, violência e sistema prisional .Membro titular do Conselho da Comunidade do município do Rio de Janeiro. Foi Conselheira nas gestões de 2005 -2008 e 2008 -2011 no Conselho Regional de Serviço Social do Estado do Rio de Janeiro.Atualmente é Assistente Social do presidio Ary Franco no Rio de Janeiro.Membro titular do Cômite de combate a tortura da ALERJ .Coordenadora da linha de pesquisa violência e sistema penitenciário do Centro Universitário Augusto Motta. Tem experiência na área de Serviço Social, com ênfase no campo sóciojurídico, atuando principalmente nos seguintes temas: supervisão em serviço social, prisão, adolescente com medidas sócioeducativas, familia , ato infracional , execução penal , violência e criminologia

PAP1377 - Blogs e direitos humanos à comunicação para comunidades de contexto popular: um estudo de caso sobre a comunicação comunitária através da web 2.0
Resumo de PAP1377 - Blogs e direitos humanos à comunicação para comunidades de contexto popular: um estudo de caso sobre a comunicação comunitária através da web 2.0 PAP1377 - Blogs e direitos humanos à comunicação para comunidades de contexto popular: um estudo de caso sobre a comunicação comunitária através da web 2.0
PAP1377 - Blogs e direitos humanos à comunicação para comunidades de contexto popular: um estudo de caso sobre a comunicação comunitária através da web 2.0

O artigo analisa a participação de duas comunidades de contextos populares em blogs hospedados na web 2.0, para saber se esses novos meios possuem potencial de influenciar o desenvolvimento local e de promover direitos humanos à comunicação. Entende-se, nessa pesquisa, as comunidades de contextos populares como agrupamentos de habitantes em uma área comum, que compartilham uma situação de vulnerabilidade econômica e social e, nesses ambientes, a comunicação comunitária se torna um bem de grande valor para a melhoria da situação dessa população. Acredita-se que quando pessoas desfavorecidas socialmente acessam um novo direito humano elas se desenvolvem e, a cada novo direito conquistado, as diferenças sociais são reduzidas também. Observa-se, no contexto da cibercultura, uma crescente produtividade e consumo simbólico de conteúdos digitais distribuídos e consumidos, principalmente, a partir de sites com formato de blog, que possibilitam a postagem de comentários dos leitores. O que caracteriza a web 2.0, basicamente, são as possibilidades interativas, por isso os blogs se tornam componentes fundamentais desse ambiente de redes digitais. O grande volume de conteúdos disponíveis na internet vem possibilitando aos indivíduos um maior desenvolvimento intelectual, questão abordada também por Pierre Levy (2004). Além disso indivíduos, que antes da web apenas conheciam a comunicação de fluxo unidirecional, estão obtendo através dela, espaço para promoção de suas ideias e, para os mais empreendedores, a possibilidade de ganhos financeiros, questões que podem influenciar processos de desenvolvimento local sustentável. Assim, para realizar essa análise foram selecionados, como amostra, os conteúdos dos blogs de representantes das comunidades, localizadas na Região Nordeste do Brasil: Ilha de Deus e Caranguejo Tabaiares. O artigo busca embasamento teórico para entender os sentidos de comunidade local e consumo simbólico, em Zygmunt Bauman (2008, 1999); para debater a novas mídias digitais, observa os textos de Carlos A. Scolari (2008) e Charo Lacalle (2010); para falar de desenvolvimento local sustentável, estuda Sérgio C. Buarque (2008) e José Eli da Veiga (2005); e sobre direitos humanos à comunicação, Mione Sales e Jefferson Ruiz (2009) e Fábio Konder Comparato (1997). Dois questionamentos emergem em uma avaliação preliminar: um relacionado ao compromisso dos administradores do blog com a regularidade do conteúdo e outro ligado ao engajamento da população do loca
  • FREIRE, Adriana do Amaral CV de FREIRE, Adriana do Amaral
Adriana do Amaral Freire é Comunicadora Social com Habilitação em Relações Públicas pela Universidade Católica de Pernambuco - UNICAP, especialista em Administração com Ênfase em Marketing e Mestra em Extensão Rural e Desenvolvimento Local pela Universidade Federal Rural de Pernambuco - UFRPE, Brasil. Professora universitária do Instituto Superior de Economia e Administração, onde ministra disciplinas de Introdução a Tecnologia da Informação, Comércio Eletrônico, Tecnologias da Informação para Educação, Ética e Cidadania, Metodologia da Pesquisa, dentre outras; Professora da Faculdade Joaquim Nabuco, responsável pela disciplina de Radiojornalismo. Participou dos Projetos de Pesquisa: Pescando Pescadores - UFRPE; e Rádio Comunitária, Gênero e Desenvolvimento Local, a recepção do Programa Rádio Mulher pelas mulheres da Comunidade do Pirapama - PE, também pela UFRPE. Possui trabalhos publicados na Revista Comunicação e Sociedade, Revista Polêm!ca e Biblioteca Online de Ciências da Comunicação - BOCC, nas áreas de comunicação comunitária, rádio, estudos de gênero, desenvolvimento local e sustentável e novas mídias sociais.