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VII CONGRESSO PORTUGUÊS DE SOCIOLOGIA

PARA O VII CONGRESSO PORTUGUÊS DE SOCIOLOGIA

Ficha Técnica:

Organização e Edição:
Associação Portuguesa de Sociologia
Av. Prof. Aníbal de Bettencourt, 9
1600-189 Lisboa
Tel: 217804738 / Fax: 217940274 / E-mail: aps@aps.pt / http://www.aps.pt

Produção técnica:
Plug & Play
Rua José Augusto Coelho nº 117
2925-543 Azeitão
Tel: 210 854 236 / Fax: 210 854 236 / http://www.plugeplay.com

ISBN: 978-989-97981-0-6

Depósito legal: 281456/08

Requisitos Mínimos:
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©Associação Portuguesa de Sociologia – Lisboa, 2012

Associação Portuguesa de Sociologia

 

Como referenciar os textos desta edição

SOBRENOME DO AUTOR, Prenome(s) (2012). Título do texto. in Atas do VII Congresso Português de Sociologia, Lisboa: APS. ISBN: 978-989-97981-0-6. Disponível em http://www.aps.pt/vii_congresso/?area=016&lg=pt. Acesso em: Dia mês (abreviado) ano.

Pesquisa:

Resultados da pesquisa por: «Identidade Cultural»

PAP0143 - CRISES IDENTITÁRIAS NA PRODUÇÃO E CONSUMO DE BANDAS DESENHADAS: questões de Reprodução e Hibridização
Resumo de PAP0143 - CRISES IDENTITÁRIAS NA PRODUÇÃO E CONSUMO DE BANDAS DESENHADAS: questões de Reprodução e Hibridização PAP0143 - CRISES IDENTITÁRIAS NA PRODUÇÃO E CONSUMO DE BANDAS DESENHADAS: questões de Reprodução e Hibridização
PAP0143 - CRISES IDENTITÁRIAS NA PRODUÇÃO E CONSUMO DE BANDAS DESENHADAS: questões de Reprodução e Hibridização

Fruto de uma dissertação de mestrado em Sociologia, o trabalho apresenta diversas questões: Será que a maneira de desenhar uma BD revela a cultura de sua região de origem? Será possível reconhecer uma linguagem nacional em cada tipo de HQ? Os “Comics” representam a cultura estadunidense? As Bandé Dessinée representam a cultura francófona? E os Mangás, por sua vez, representam a japonesa? Se a resposta for positiva – e se defende esta perspectiva – como avaliar as produções que se espelham na linguagem de uma BD de outra cultura? BD de super-heróis que visualmente lembram os mangás japoneses, mas produzidos nos EUA, são um “Comic” ou um “Mangá”? Como proceder para avaliar estas HQ´s? O quanto elas têm de uma cultura o quanto se apropriam da outra? Estas nomenclaturas não são simples verbetes que nominam “Bandas Desenhadas” em inglês, francês ou em japonês. Compreender os limites estéticos de cada um é compreender os meios necessários para acessar suas Representações Sociais e efetivar os meios pelos quais os quadrinhos representam a cultura em que é produzida, isto é, se compõe enquanto produto identitários. O trabalho analisa o surgimento dos Mangá Nacionais, as assim chamadas bandas desenhadas produzidas no país com uma estética visual baseada nas HQ´s japonesas. Avalia o papel desempenhado pelos quadrinhistas na produção de fanzines e revistas e as escolhas estéticas que são feitas, na constituição e reconhecimento de uma linguagem nacional dos quadrinhos brasileiros e até que ponto reproduzem padrões comerciais e como corroboram para engendrar uma hibridização cultural responsável, segundo Bauman, por uma liquidez da identidade cultural. O trabalho resgata os perfis estéticos que definem a aparência e a estrutura do mangá no Japão e os compara com aqueles presentes nas versões nacionalizadas, concentrando o levantamento e o enfoque analítico em várias BD´s de sucesso editorial. Partindo da estrutura semiótica unida com a análise sociológica, procura-se discutir como os processos de reprodução da estética seqüencial – acolhido de forma despretensiosa por parte dos produtores de BD, podem incentivar a hibridização cultural, um fenômeno com efeitos não planejados na identidade e na estética nacional. O objetivo do trabalho, portanto, é mapear as estruturas que permitem perceber até que ponto a produção e consumo de BD contribui para dissipar ou fortalecer as fronteiras simbólicas entre “nós” e “eles”.
  •  JÚNIOR, Amaro Xavier Braga CV - Não disponível