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VII CONGRESSO PORTUGUÊS DE SOCIOLOGIA

PARA O VII CONGRESSO PORTUGUÊS DE SOCIOLOGIA

Ficha Técnica:

Organização e Edição:
Associação Portuguesa de Sociologia
Av. Prof. Aníbal de Bettencourt, 9
1600-189 Lisboa
Tel: 217804738 / Fax: 217940274 / E-mail: aps@aps.pt / http://www.aps.pt

Produção técnica:
Plug & Play
Rua José Augusto Coelho nº 117
2925-543 Azeitão
Tel: 210 854 236 / Fax: 210 854 236 / http://www.plugeplay.com

ISBN: 978-989-97981-0-6

Depósito legal: 281456/08

Requisitos Mínimos:
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©Associação Portuguesa de Sociologia – Lisboa, 2012

Associação Portuguesa de Sociologia

 

Como referenciar os textos desta edição

SOBRENOME DO AUTOR, Prenome(s) (2012). Título do texto. in Atas do VII Congresso Português de Sociologia, Lisboa: APS. ISBN: 978-989-97981-0-6. Disponível em http://www.aps.pt/vii_congresso/?area=016&lg=pt. Acesso em: Dia mês (abreviado) ano.

Pesquisa:

Resultados da pesquisa por: «Mudança Organizacional»

PAP1517 - O Planeamento Estratégico e a mudança organizacional participada - um estudo de caso numa Instituição de Ensino Superior Público
Resumo de PAP1517 - O Planeamento Estratégico e a mudança organizacional participada - um estudo de caso numa Instituição de Ensino Superior Público PAP1517 - O Planeamento Estratégico e a mudança organizacional participada - um estudo de caso numa Instituição de Ensino Superior Público
PAP1517 - O Planeamento Estratégico e a mudança organizacional participada - um estudo de caso numa Instituição de Ensino Superior Público

O novo Regime Jurídico de Instituições de Ensino Superior (RJIES) (Lei nº. 62/2007 de 10 de Setembro) enquadrou e definiu um novo cenário legal de funcionamento das Instituições de Ensino Superior (IES) em Portugal, dando expressão a valores e a preocupações manifestados nas reflexões sobre o ensino superior a nível europeu e mundial. O diploma introduz exigências adicionais ao nível do corpo docente e aumenta as responsabilidades das IES no que se refere à sua missão e objectivos estratégicos. É neste contexto que a IES em estudo desenvolveu o seu Plano Estratégico (PE), para o período de 2010-2013. A conceção decorreu durante 11 meses (entre Novembro de 2009 e Novembro de 2010) tendo assumido como metas fundamentais para o processo: •Melhorar a lógica de actuação transversal e inter-sectorial da instituição (apesar da centralização de serviços e da existência de Departamentos transversais desde 2010, a lógica de trabalho por sectores e/ou por unidades orgânicas tendia a imperar,simultâneo à inexistência de práticas de trabalho em equipa e entre diferentes sectores/departamentos); • Co-responsabilizar todos (pessoal docente, pessoal não docente, alunos e ex-alunos) na definição dos resultados, impactos e metas a alcançar até 2013;• Contribuir para a assunção da missão, visão e objectivos estratégicos organizacionais O PE resultou de um processo dividido em cinco fases assente numa metodologia de forte implicação e participação de todos os actores internos (pessoal docente, pessoal não docente, alunos e ex-alunos) e de múltiplos atores-chave locais, nacionais e internacionais. A metodologia adotada, concretizada em estratégias diversas, a saber: apresentações, workshops, fóruns de discussão, reuniões com as equipas responsáveis pelas intervenções do Plano de Ação, entre outras, contribuiu para que o PE tenha sido apropriado por todos na organização. O PE resultou do comprometimento partilhado entre a Presidência e as equipas responsáveis pelas intervenções do Plano de Ação delineado, que se envolveram afincadamente na definição realista dos indicadores de realização, resultados e metas a atingir no horizonte temporal assumido. Como corolário do processo, regista-se a atual elevada taxa de cumprimento das intervenções propostas e/ou o 1º prémio de boas práticas atribuído pelo Observatório Ibero-Americano de Boas Práticas em Direcção Estratégica no Ensino Superior. Através de uma reflexão sobre o percurso empírico que esteve na base da construção do PE e, igualmente, no respetivo processo de monitorização, pretendemos compreender de que forma se ‘reconfiguraram ‘ os formatos de intervenção e participação, individuais e colectivos, dos diferentes actores que trabalham na instituição. O nosso objectivo é, assim, o de refletir sobre a forma como, no caso em estudo, o planeamento estratégico permitiu a capacitação dos actores para a inovação e mudança organizacional. Palavras-chave:Estratégia, participação, planeamento, mudança organizacional
  • SAÚDE, Sandra CV de SAÚDE, Sandra
  • LOPES, Sandra CV de LOPES, Sandra
· Sandra Saúde

Doutorada em Sociologia, com especialização em Sociologia do Trabalho e das Organizações. É Profª Adjunta no Instituto Politécnico de Beja, desde 2003, e integra, atualmente, o Departamento de Educação, Ciências Sociais e do Comportamento.
Tem participado e coordenado vários projetos de investigação, de âmbito nacional e internacional, nas áreas da inserção profissional, da formação profissional e da avaliação de competências.
Atualmente é Pró-Presidente e Coordenadora dos Serviços de Planeamento e Desenvolvimento Estratégico do IPBeja. É consultora convidada do Observatório Português de Boas Práticas de Direção Estratégica em Instituições de Ensino Superior.
Sandra Lopes
Instituto Politécnico de Beja ( desde 1998 docente na Escola Superior de Educação de Beja sobretudo ligada ao cursos de Animação Sociocultural; desde 2009/10, colaboradora dos Serviços de Planeamanento e Desenvolvimento Estratégico do IPBeja);
Licenciada em Sociologia e Mestre em Demografia Histórica e Social (ambos pela FCSH/UNL)
Áreas de Investigação: Planeamento territorial; Demografia, Sociologia da Cultura