• English version
  • Versão Portuguesa
  • Versão Espanhola
  • Versão Francesa


VII CONGRESSO PORTUGUÊS DE SOCIOLOGIA

PARA O VII CONGRESSO PORTUGUÊS DE SOCIOLOGIA

Ficha Técnica:

Organização e Edição:
Associação Portuguesa de Sociologia
Av. Prof. Aníbal de Bettencourt, 9
1600-189 Lisboa
Tel: 217804738 / Fax: 217940274 / E-mail: aps@aps.pt / http://www.aps.pt

Produção técnica:
Plug & Play
Rua José Augusto Coelho nº 117
2925-543 Azeitão
Tel: 210 854 236 / Fax: 210 854 236 / http://www.plugeplay.com

ISBN: 978-989-97981-0-6

Depósito legal: 281456/08

Requisitos Mínimos:
Windows XP ou superior.
Adobe Acrobat Reader

©Associação Portuguesa de Sociologia – Lisboa, 2012

Associação Portuguesa de Sociologia

 

Como referenciar os textos desta edição

SOBRENOME DO AUTOR, Prenome(s) (2012). Título do texto. in Atas do VII Congresso Português de Sociologia, Lisboa: APS. ISBN: 978-989-97981-0-6. Disponível em http://www.aps.pt/vii_congresso/?area=016&lg=pt. Acesso em: Dia mês (abreviado) ano.

Pesquisa:

Resultados da pesquisa por: «Rural»

PAP0113 - Análisis sociológico de riesgos e impactos de la burbuja inmobiliara en el turismo rural.
Resumo de PAP0113 - Análisis sociológico de riesgos e impactos de la burbuja inmobiliara en el turismo rural. PAP0113 - Análisis sociológico de riesgos e impactos de la burbuja inmobiliara en el turismo rural.
PAP0113 - Análisis sociológico de riesgos e impactos de la burbuja inmobiliara en el turismo rural.

La burbuja inmobiliara en el turismo rural: análisis socioambiental de riesgos e impactos. La estructura económica de España se ha demostrado especialmente desequilibrada con la irrupción en el escenario de la crisis financiera de finales de los 2000; un desequilibrio enraizado, fundamentalmente, en la importancia socioeconómica del sector de la construcción. Una parte importante de las promociones inmobiliarias se han construido en áreas litorales, bajo la demanda (parcialmente ficticia) de segunda residencia, generando una serie de riesgos socioambientales determinantes para las dinámicas locales. Este fenómeno turístico-residencial amenaza con extenderse a áreas de interior, donde el turismo rural se ha establecido (o comienza a establecerse) como nuevo sector de desarrollo. Un nuevo sector con una fuerte carga de valores ambientales y culturales en su base y que, por su definición, ofrece fundadas esperanzas para convertirse en motor de desarrollo sostenible en estas áreas de interior, secularmente subdesarrolladas. Este desarrollo sostenible puede ser amenazado por los principales (y conocidos) impactos del fenómeno turístico, y en particular del turismo-inmobiliario, que parece extenderse en estas áreas, enlazado a los nuevos valores propios de una sociedad en continuo cambio. En este paper presentamos el caso de la Sierra de Huelva, en el suroeste español, limítrofe con Portugal, donde el turismo rural está comenzando a desarrollarse como sector de interés para la población local. El objetivo principal de esta presentación es mostrar el citado caso ante el auditorio sociológico portugués, así como recoger referencias sobre procesos similares en suelo vecino.
  •  DOMINGUEZ, A. CV - Não disponível 
  • BURGOS, E. CV de BURGOS, E.
  •  RELINQUE, F. CV - Não disponível 
  •  RODRIGUEZ, I. CV - Não disponível 
Emilio Burgos Serrano. Diplomado en Trabajo Social y Máestrado en
Estudios Migratorios, Desarrollo e Intervención Social por la
Universidad de Huelva, Doctorando en ciencias sociales aplicadas en
la universidad de Huelva. Análisis del turismo rural en la sierra de
Huelva y evaluación de los impactos sobre la población.

PAP0625 - GT: estudos ciganos em Portugal- Os ciganos transmontanos: contributo para o conhecimento dos ciganos em Portugal
Resumo de PAP0625 - GT: estudos ciganos em Portugal- Os ciganos transmontanos: contributo para o conhecimento dos ciganos em Portugal PAP0625 - GT: estudos ciganos em Portugal- Os ciganos transmontanos: contributo para o conhecimento dos ciganos em Portugal
PAP0625 - GT: estudos ciganos em Portugal- Os ciganos transmontanos: contributo para o conhecimento dos ciganos em Portugal

A investigação efetuada para a tese de doutoramento, apresentada na universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro em junho de 2011, acerca da população cigana do concelho de Bragança, veio contribuir para a desomogeneização dos ciganos de Portugal. O trabalho empírico decorreu em meio urbano, em três bairros da cidade, de outubro de 2005 a outubro de 2006 e em seis localidades do meio rural, onde se considerou que o número de famílias residentes era significativo, de outubro de 2006 a meados de 2007. Para a pesquisa efetuada, optou-se por uma metodologia de caráter qualitativo, com uma permanência prolongada no terreno tentando compreender os significados que os sujeitos atribuiam às suas ações, complementando-se com entrevistas à população cigana e não cigana das localidades estudadas e com um intenso trabalho de pesquisa nos arquivos locais. Em Trás-os-Montes, tanto no meio rural como urbano, podemos encontrar dois grupos de ciganos: os Gitanos ou Quitanos e os Chabotos ou Recos. Estas são as denominações que cada um dos grupos atribui ao outro, sendo que ambos se auto-denominam Ciganos. Segundo os mesmos as diferenciações entre si são evidentes, em vários aspetos, como o sócio-cultural, económico, linguístico, moral e também físico e o afastamento entre eles é uma realidade, pois não se verifica qualquer tipo de interação entre ambos. O trabalho de investigação incidiu sobre o grupo de ciganos que maioritariamente habita na região (Chabotos), tanto no meio rural como urbano. Estes, apesar de um percurso vivencial idêntico até época recente, na atualidade diferenciam-se relativamente ao seu modo de vida e às relações que estabeleceram com a população não cigana, dependendo da localidade onde habitam. Na cidade, para onde se deslocaram há cerca de vinte anos, residem em barracas localizadas na periferia de bairros periféricos, em condições de pobreza extrema e discriminados socialmente. Vivem essencialmente de ajudas sociais, das quais dependem há vários anos, tendo-se criado um círculo de pobreza difícil de romper. No meio rural a realidade é diversificada, aglomerando-se as suas habitações em espaços contíguos ou dispersando-se pela aldeia. Na maioria das localidades os indivíduos ciganos trabalham como jornaleiros para os agricultores locais, sendo que nalgumas povoações são considerados mão-de-obra essencial, uma vez que a população não cigana está muito envelhecida e perde capacidade para realizar trabalhos agrícolas. Algumas famílias ciganas cultivam terrenos (principalmente produtos hortícolas), adquiridos pelos próprios ou cedidos pelos não ciganos e criam animais para auto consumo. .
  • NICOLAU, Lurdes CV de NICOLAU, Lurdes
Lurdes Fernandes Nicolau

Desde 2002 desenvolve trabalho com a população cigana do nordeste transmontano. Frequentou o mestrado em Cultura Portuguesa na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) e em 2003 apresentou a dissertação acerca dos ciganos portugueses a residir em Pamplona, Espanha. O trabalho de investigação para a tese de doutoramento,em Ciências Sociais e Humanas (UTAD, 2010),centrou-se nos ciganos transmontanos, aprofundando os conhecimentos acerca dos mesmos e tratando, também, as relações interétnicas, abrangendo a população que reside no meio urbano e no meio rural.
Investigadora do Centro em Rede de Antropologia- CRIA (polo FCSH-UNL) e do Centro de Estudos Transdisciplinares para o Desenvolvimento (CETRAD/UTAD) tem como principais interesses de pesquisa as áreas da identidade, etnicidade e culturas.

PAP0126 - O Ambiente e a Sociedade Rural de São José dos Ausentes nos Campos de Cima da Serra, Brasil
Resumo de PAP0126 - O Ambiente e a Sociedade Rural de São José dos Ausentes nos Campos de Cima da Serra, Brasil PAP0126 - O Ambiente e a Sociedade Rural de São José dos Ausentes nos Campos de Cima da Serra, Brasil
PAP0126 - O Ambiente e a Sociedade Rural de São José dos Ausentes nos Campos de Cima da Serra, Brasil

O Brasil tornou-se um destino turístico competitivo e consolidado. Isso se deve aos segmentos turísticos ofertados, entre eles, o rural. A partir do inventário das propriedades rurais do município de São José dos Ausentes (região dos “Campos de Cima da Serra”, Rio Grande do Sul, Brasil), as quais desenvolvem atividades turísticas no espaço rural, a pesquisa analisou de que maneira os proprietários rurais e a comunidade local usufruem do ambiente para desenvolver as atividades não agrícolas. A pesquisa foi dividida em duas etapas: a primeira, de caráter exploratório, constituiu-se no levantamento do número das propriedades rurais ali existentes; a segunda, na aplicação de questionário (perguntas fechadas). A investigação, de caráter censitário, foi realizada entre os meses de outubro de 2010 e janeiro de 2011. Os dados foram coletados junto a nove propriedades rurais, que vislumbram, na atividade turística, a oportunidade de desenvolver atividades não agrícolas como forma de ampliar as respectivas receitas. A extensão territorial de São José dos Ausentes é de 1.176,7 km², e a população total é de 3.290 habitantes, sendo 1.228 na zona rural. Seu bioma é caracterizado pela Mata Atlântica e seu clima é subtropical. A paisagem da região é marcada por coxilhas e araucárias. No que se refere às características dos proprietários dos empreendimentos que praticam turismo no espaço rural, 55,6% são homens, 33,3% possuem o ensino médio completo, 88,9% são casados ou estão em uma união estável, 88,9% possuem filhos, e 77,7% residem na própria propriedade. Atualmente, 33,3% das propriedades encontram-se na terceira geração, sendo que uma delas está há sete gerações na mesma família. As propriedades possuem extensões territoriais bastante variadas: 66,7% possuem menos de 101 hectares. Em 44,4% há cachoeiras ou cascatas, como é o caso da cachoeira formada pelo desnível dos rios Divisa e Silveira, um atrativo natural que se constitui que correm paralelamente e em determinado ponto dos seus cursos, com uma queda d’agua. Há também oito propriedades (88,9%) que autorizam a pesca, diferentemente da caça, que é proibida em todas elas. A propriedade que mais tempo se dedica ao turismo está há 15 anos no setor. Entendemos que existe uma consciência ambiental por parte dos proprietários rurais dessa região, contribuindo para a preservação do bioma Mata Atlântica, e, ao mesmo tempo, assegurando a continuidade da atividade turística nesse espaço rural.
  •  SPINDLER, Magda Micheline CV - Não disponível 
  •  VALENTINI, Andiara de Souza CV - Não disponível 
  •  SANTOS, Eurico de Oliveira CV - Não disponível 

PAP0567 - O PAPEL DA SEXUALIDADE NOS PERCURSOS DE FORMAÇÃO DOS CASAIS COABITANTES: GÉNERO, MUDANÇAS GERACIONAIS E CONTEXTOS SOCIAIS
Resumo de PAP0567 - O PAPEL DA SEXUALIDADE NOS  PERCURSOS DE FORMAÇÃO DOS CASAIS COABITANTES: GÉNERO, MUDANÇAS GERACIONAIS E CONTEXTOS SOCIAIS PAP0567 - O PAPEL DA SEXUALIDADE NOS  PERCURSOS DE FORMAÇÃO DOS CASAIS COABITANTES: GÉNERO, MUDANÇAS GERACIONAIS E CONTEXTOS SOCIAIS
PAP0567 - O PAPEL DA SEXUALIDADE NOS PERCURSOS DE FORMAÇÃO DOS CASAIS COABITANTES: GÉNERO, MUDANÇAS GERACIONAIS E CONTEXTOS SOCIAIS

A coabitação conjugal, quer como opção transitória, quer como alternativa ao casamento, faz parte de um movimento modernista de formação progressiva do casal e da família (Aboim, 2005; Bozon, 1991; Kaufmann, 1993) em que, por um lado, o início do relacionamento sexual quase sempre coincidente com o começo do namoro e, por outro, a transição para uma vivência a dois sob o mesmo tecto deixam de representar fronteiras perfeitamente definidas. As linhas divisórias entre o «antes» e o «depois» surgem, do ponto de vista sujectivo, cada vez mais diluídas. A coabitação, de acordo com uma interpretação modernista do fenómeno, estaria assim profundamente implicada no processo de individualização da vida familiar (Beck e Beck-Gernsheim, 1995), tornando-a cada vez mais privada e flexível de acordo com a diversidade de escolhas, trajectórias e biografias individuais. Num contexto de crescente desconexão entre sexualidade e casamento, sexualidade e procriação, conjugalidade e casamento, parentalidade e casamento (Giddens, 1992), alguns autores interrogam-se sobre a própria noção de conjugalidade e as suas fronteiras (Kaufmann, 1993; Singly, 1996). Quando começa um casal? O início do relacionamento sexual como acontecimento marcante na formação dos casais substitui, hoje, o papel outrora desempenhado pelo casamento? Quando é que os homens e as mulheres sentem que fazem parte de um casal? Antes ou depois de irem viver juntos? É necessário viver junto para se ter uma relação conjugal? Neste debate, a própria definição de «coabitação» e de «casal» é problemática. Os casais pesquisados, residentes, na sua maioria, na região da Grande Lisboa, com diferentes percursos conjugais, com filhos e sem filhos, de diferentes idades e contextos sociais de classe, têm em comum o facto de terem iniciado uma primeira ou segunda conjugalidade de modo informal. Para os coabitantes, apesar da diversidade de trajectórias individuais, situações conjugais, contextos e significados associados à coabitação, o casamento deixou de ser o acto fundador do casal, ritual de passagem para a vida sexual, conjugal e familiar. Esta comunicação explora alguns dos resultados obtidos através de 48 entrevistas em profundidade que fazem parte de uma investigação mais ampla concluída em 2007 no âmbito de uma dissertação de doutoramento sobre a coabitação conjugal na sociedade portuguesa. Mais especificamente, foca o papel das primeiras vivências e modos de encarar a sexualidade nos percursos de formação dos casais coabitantes, procurando reflectir acerca da importância de algumas variáveis como a classe social, o género, os percursos biográficos mas também a religião, a componente de ruralidade presente em algumas famílias a residir em meio urbano e a pressão social exercida pelas gerações mais velhas sobre os jovens casais, de modo a compreender, em particular, as mudanças e continuidades face à sexualidade e às relações de género.
  • SANTOS, Filomena Matias dos CV de SANTOS, Filomena Matias dos
Filomena Santos, 49 anos, dois filhos, actualmente a viver na Covilhã onde trabalha como docente na Universidade da Beira Interior. Licenciada e Mestre em Sociologia pelo ISCTE, concluiu o doutoramento na UBI em 2008. Os seus principais interesses de investigação incidem na área da Família, Sexualidade e Género. O trabalho que conduziu à dissertação de doutoramento, e que teve como principal objectivo mostrar a diversidade dos significados e contextos das experiências de coabitação na sociedade portuguesa, chegou a uma tipologia de oito perfis: a coabitação moderna, de transgressão, de experimentação, de noivado, circunstancial, masculina, de tradição e instável (Cf. Santos, Filomena (2008), Sem Cerimónia nem Papéis – um estudo sobre as uniões de facto em Portugal, Universidade da Beira Interior. Disponível: http://ubithesis.ubi.pt//hdl.handle.net/10400.6/654; Santos, F. (2012). Perfis de Coabitação em Portugal. Forum Sociológico, 21 (II Série, 2011), 117-126).

PAP0131 - Utilização dos novos media por três gerações de meio rural: apresentação de resultados dos focus groups e diários
Resumo de PAP0131 - Utilização dos novos media por três gerações de meio rural: apresentação de resultados dos focus groups e diários PAP0131 - Utilização dos novos media por três gerações de meio rural: apresentação de resultados dos focus groups e diários
PAP0131 - Utilização dos novos media por três gerações de meio rural: apresentação de resultados dos focus groups e diários

Será a utilização de novos media realizada de forma diferente dependendo das gerações, residentes em meio rural? Esta é a questão que serve de mote a uma investigação que pretende compreender que utilização os indivíduos nascidos nas décadas de 50, 70 e 90, e que se encontram inseridos no meio rural, fazem dos media, nomeadamente, da televisão, do computador e do telemóvel, os três ecrãs. Assim, e uma vez que estão em estudo três das principais tecnologias utilizadas no quotidiano, é importante compreender como se faz essa utilização nos diferentes contextos, como o/a trabalho/escola, o contexto familiar e de lazer. Esta comunicação pretende apresentar os resultados da primeira etapa da investigação em desenvolvimento, enquadrada no Programa Doutoral Informação e Comunicação em Plataformas Digitais, sob o tema mais vasto “Gerações de ecrã em meio rural. As práticas de utilização dos novos media no quotidiano rural de três gerações.” O estudo inicia-se com a realização de focus groups a três gerações diferentes (nascidos nos anos 50, 70 e 90), colocando-as em interação monogeracional (três grupos com nove elementos de cada década), mas também multigeracional (um grupo com três elementos nascidos em cada década), com o objetivo essencial de compreender as mudanças históricas na utilização dos media, assim como as práticas dos dias de hoje, quer nas gerações mais novas, como nas mais velhas. Como complemento à análise de conteúdo realizada a partir das discussões ocorridas nos focus groups, nos quais a posição é fruto da dinâmica discursiva e argumentativa desse grupo, pretende-se analisar uma perspetiva mais individual, através da solicitação aos participantes do focus group multigeracional do preenchimento de diários durante 15 dias, os quais se pretendem preenchidos com informações sobre o tipo de media que utilizam, quando (altura do dia e contexto – de lazer, laboral/escolar ou familiar), a duração da utilização, a finalidade e se o fazem sozinhos ou acompanhados e, neste caso, com quem. O preenchimento realiza-se em todos os dias da semana, incluindo os fins de semana para, dessa forma, se conseguir captar informações reativas a períodos que se consideram ter dinâmicas de trabalho/estudo, familiar e de lazer diferentes. A aplicação dos focus group e dos diários será realizada em freguesias rurais de Ponte de Lima, interior Norte de Portugal, durante os meses de novembro e dezembro, sendo a sua análise realizada entre dezembro e janeiro.
  • MELRO, Ana CV de MELRO, Ana
  • OLIVEIRA, Lídia CV de OLIVEIRA, Lídia
Ana Melro é aluna do doutoramento Informação e Comunicação em Plataformas Digitais, na
UA e na FLUP. Pertence ao CETAC.MEDIA e é bolseira de investigação na Escola de Engenharia,
da UM. É licenciada em Sociologia (2004) e mestre em Sociologia da Infância (2007), pela
Universidade do Minho, Braga. Os interesses de investigação são: a literacia e inclusão digital,
a utilização de ecrãs e as perspetivas socio-históricas da apropriação dos novos media.
Lídia Oliveira é Professora Auxiliar com Agregação da UA. Licenciada (1991) em Filosofia pela
UC, mestre (1995) em Educação Tecnológica pela UA, Valenciennes (França) e Mons (Bélgica) e
doutorada (2002) em Ciências e Tecnologias da Comunicação também pela UA. Os seus
interesses de investigação concentram-se na sociologia da comunicação, novos media,
ecologia dos media e cibercultura. Investigadora no CETAC.MEDIA e no CES.