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VII CONGRESSO PORTUGUÊS DE SOCIOLOGIA

PARA O VII CONGRESSO PORTUGUÊS DE SOCIOLOGIA

Ficha Técnica:

Organização e Edição:
Associação Portuguesa de Sociologia
Av. Prof. Aníbal de Bettencourt, 9
1600-189 Lisboa
Tel: 217804738 / Fax: 217940274 / E-mail: aps@aps.pt / http://www.aps.pt

Produção técnica:
Plug & Play
Rua José Augusto Coelho nº 117
2925-543 Azeitão
Tel: 210 854 236 / Fax: 210 854 236 / http://www.plugeplay.com

ISBN: 978-989-97981-0-6

Depósito legal: 281456/08

Requisitos Mínimos:
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©Associação Portuguesa de Sociologia – Lisboa, 2012

Associação Portuguesa de Sociologia

 

Como referenciar os textos desta edição

SOBRENOME DO AUTOR, Prenome(s) (2012). Título do texto. in Atas do VII Congresso Português de Sociologia, Lisboa: APS. ISBN: 978-989-97981-0-6. Disponível em http://www.aps.pt/vii_congresso/?area=016&lg=pt. Acesso em: Dia mês (abreviado) ano.

Pesquisa:

Resultados da pesquisa por: «Visual Analogue Scales (VAS)»

PAP1504 - O efeito do formato das respostas no tratamento de itens e escalas tipo Likert
Resumo de PAP1504 - O efeito do formato das respostas no tratamento de itens e escalas tipo Likert PAP1504 - O efeito do formato das respostas no tratamento de itens e escalas tipo Likert
PAP1504 - O efeito do formato das respostas no tratamento de itens e escalas tipo Likert

Em muitas áreas das Ciências Sociais e afins, as pessoas são a origem da informação: as suas crenças, percepções, opiniões, são o próprio objecto de estudo. Estas noções, complexas, subjectivas e multidimensionais, são, à primeira vista, impossíveis de quantificar. Em 1932, Likert propôs um método de medição que mudou para sempre o papel dos métodos quantitativos na pesquisa social – e despoletou uma controvérsia que dura desde então. Likert preconizou a utilização de afirmações, de tal forma que pessoas com posicionamentos diferentes na atitude em estudo, respondam de forma diferente, cada uma delas a ser pontuada numa valoração de um a cinco, de acordo com o grau de concordância do respondente com a afirmação. A medida da atitude obtém-se pela soma das valorações dos itens elegidos, justificando a denominação de escalas adicionadas pela qual também são conhecidas. Desde essa altura, várias alternativas de formatação das respostas vieram a ser sugeridas. As propostas referem-se tanto ao número de pontos a utilizar, como aos descritores verbais incluídos (descrição, quantidade e posicionamento) e, mais recentemente, à substituição de um conjunto finito de opções de resposta por uma linha contínua (visual analogue scales, VAS). Esta comunicação insere-se no âmbito de um projecto mais amplo acerca de crenças sobre a Matemática. Neste caso particular, pretendemos indagar em que medida, quando trabalhamos com itens tipo-Likert, a utilização de âncoras em todos os pontos ou apenas nos extremos, se traduz em resultados diferentes. Pretende-se avaliar a forma como alunos do 1º ano de um conjunto de licenciaturas do ISCTE vêem a Matemática, em três dimensões: utilidade; enquanto domínio masculino e importância de compreensão dos conceitos. Cada dimensão é composta por seis itens, três com conotação positiva e três com negativa (adaptações de Fennema e Sherman, 1976 e Kloosterman e Stage, 1992). Cada item consiste numa afirmação, para a qual se pede o registo da intensidade de concordância. Foram construídos quatro tipos de questionários: nos dois primeiros (A e B) as afirmações são avaliadas através do posicionamento num segmento de recta (Visual Analogue Scale), sendo o A etiquetado nos extremos e no ponto central e o B apenas nos extremos; no terceiro (C) são usados itens de Likert com 5 pontos, todos etiquetados (discordo completamente, discordo, não concordo nem discordo, concordo e concordo completamente); o questionário do tipo D difere do anterior por ter apenas os extremos etiquetados. Nesta comunicação serão apresentados os resultados da comparação das respostas obtidas através da aplicação dos quatro tipos de questionário item a item e também das escalas obtidas por soma dos respectivos itens teoricamente definidos. A avaliação do comportamento dos itens e das escalas será efectuada com recurso a indicadores de localização, comparação de distribuições e medição de consistência interna.
  • BOTELHO, Maria do Carmo CV de BOTELHO, Maria do Carmo
  •  CALAPEZ, Teresa CV - Não disponível 
  • RAMOS, Madalena CV de RAMOS, Madalena

Maria do CarmoBotelho,Instituto Universitário de Lisboa (BRU-IUL), doutoradaem Métodos Quantitativos,Professora Auxiliar no Departamento de Métodos de Pesquisa Social do ISCTE-IUL. Interesses de investigação: estatística robusta, amostragem e escalas de resposta.
Madalena Ramos, Doutorada em Educação pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, é professora auxiliar no Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL), no Departamento de Métodos de Pesquisa Social. Integra o grupo de investigadores do CIES-IUL e é membro da Direção da APS. Áreas de interesse: sociologia da família e das migrações e análise de dados. Publicações mais recentes: i) Ramos, M. e Carvalho, H. (2011). “Mapping Representations about Quantitative Methods in Higher Education”, Higher Education, 61(6): 629-647, Springer. ii) Parente, C., Ramos, M., Marcos, V., Cruz, S., Neto, H. (2011). “Efeitos da escolaridade nos padrões de inserção profissional juvenil em Portugal”, Sociologia Problemas e Práticas, 65:69-93. Ferreira, A.C. e Ramos, M. (2011). “Casamentos Mistos em Portugal: Evolução e Padrões”, Sociologia On Line, Nº 2, Associação Portuguesa de Sociologia.