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VII CONGRESSO PORTUGUÊS DE SOCIOLOGIA

PARA O VII CONGRESSO PORTUGUÊS DE SOCIOLOGIA

Ficha Técnica:

Organização e Edição:
Associação Portuguesa de Sociologia
Av. Prof. Aníbal de Bettencourt, 9
1600-189 Lisboa
Tel: 217804738 / Fax: 217940274 / E-mail: aps@aps.pt / http://www.aps.pt

Produção técnica:
Plug & Play
Rua José Augusto Coelho nº 117
2925-543 Azeitão
Tel: 210 854 236 / Fax: 210 854 236 / http://www.plugeplay.com

ISBN: 978-989-97981-0-6

Depósito legal: 281456/08

Requisitos Mínimos:
Windows XP ou superior.
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©Associação Portuguesa de Sociologia – Lisboa, 2012

Associação Portuguesa de Sociologia

 

Como referenciar os textos desta edição

SOBRENOME DO AUTOR, Prenome(s) (2012). Título do texto. in Atas do VII Congresso Português de Sociologia, Lisboa: APS. ISBN: 978-989-97981-0-6. Disponível em http://www.aps.pt/vii_congresso/?area=016&lg=pt. Acesso em: Dia mês (abreviado) ano.

Pesquisa:

Resultados da pesquisa por: «Memória»

PAP0324 - Perceções e divulgação de artistas plásticos africanos em Portugal
Resumo de PAP0324 -  Perceções e divulgação de artistas plásticos africanos em Portugal PAP0324 -  Perceções e divulgação de artistas plásticos africanos em Portugal
PAP0324 - Perceções e divulgação de artistas plásticos africanos em Portugal

Em Portugal a receção e divulgação da obra de artistas plásticos africanos tem evidenciado, ao longo das últimas duas décadas uma cadência intermitente, marcada pontualmente pela integração das artes plásticas no discurso da lusofonia ou do pós-colonialismo sem que estes factos tenham contribuído na realidade para uma discussão ou análise crítica das suas linguagens particulares, decorrentes, nomeadamente, dos seus trânsitos transnacionais ou permanências continuadas, bem como das dinâmicas históricas que envolvem Portugal e África. Com esta comunicação propõe-se um olhar sobre a obra de alguns artistas africanos, procurando vislumbrar algumas dinâmicas tais como a afirmação de identidades partilhadas, a problematização das realidades experienciadas nos países de origem ou nos espaços diaspóricos, a guerra e a violência, a reflexão acerca da própria história que envolveu a Europa e a África, assumidas como matéria de reflexão plástica, e desvendando linhas de continuidade entre passado e presente, numa trajetória solvente das fronteiras impostas pelo discurso histórico, que, em última análise, revelam as transfigurações e múltiplas faces da temporalidade vivida, narrada ou transformada em terreno de utopias.
  • PEREIRA, Teresa Matos CV de PEREIRA, Teresa Matos
Nota Curricular

Nome: Teresa Matos Pereira
Formação: Doutoramento em Belas Artes, Mestrado em Teorias da Arte e Licenciatura em Artes Plásticas – Faculdade de Belas Artes de Lisboa

Docente no Instituto Politécnico de Setúbal – Escola Superior de Educação e Investigadora no CIEBA- Faculdade de Belas Artes de Lisboa.
Interesses de investigação. Artes visuais e colonialismo; discursos artísticos e pós-colonialidade.

Textos :
- «A Condição da mulher em Angola na cerâmica de Helga Gamboa, in :ESTÚDIO, Vol.3, nº5, FBA-Ul/CIEBA, Lisboa, 2012( pp.112-118). ISSN 1647-6158
- «As Artes Plásticas nos Labirintos da Colonialidade», in RODRIGUES, José Damião e RODRIGUES Casimiro. Representações de África e dos Africanos na História e Cultura – séculos XV a XXI. PONTA Delgada: CHAM, 2011 (pp.371-387)

- «Desenhos de África, Desígnios Coloniais, Desejos Suspensos: Artes Plásticas e Colonialidade» in CIEA7, Lisboa, ISCTE-IUL (disponível em http://hdl.handle.net/10071/2533 )
- "Intervisualidade e Metáfora. Trajectórias dos Signos na Pintura Angolana e Portuguesa durante a segunda metade do séc. XX " In Actas do VI Congreso de Estudios Africanos en el Mundo Ibérico (CD-ROM) Depósito Legal: GC- 247-2009

PAP1364 - A memória dos mortos na era digital: quando os mortos se encontram à distância de um clique.
Resumo de PAP1364 - A memória dos mortos na era digital: quando os mortos se  encontram à distância de um clique. PAP1364 - A memória dos mortos na era digital: quando os mortos se  encontram à distância de um clique.
PAP1364 - A memória dos mortos na era digital: quando os mortos se encontram à distância de um clique.

A morte, ou mais precisamente, a consciência da morte, constitui fundamento essencial para o fundamento da vida. Se o homem não tivesse consciência da morte, se não concebesse a ideia da sua finitude, a vida (e logo a vida social também), perderiam muito do seu significado. Surgindo como forma do homem alcançar e atribuir alguma ordem e sentido à força caótica da natureza, a cultura humana toma, no que se refere às atitudes face à morte e à memória dos mortos, um forma especial. É na certeza da sua morte física que o homem desenvolve as mais diversas formas culturais, simbólicas e materiais, que procuram impedir que um dia, sendo morto, os ainda vivos se esqueçam dele. É através da memória que o homem mantém presentes aqueles que já morreram, dando forma à concepção conteana de humanidade, que contemplava não só aqueles que estão vivos como aqueles que já morreram e todos os que hão-de vir. Mas à semelhança do que acontece nas restantes esferas sociais, os regimes de memória vão sendo alterados. Numa longa história que se materializou em obeliscos, pilares, pirâmides, monumentos, túmulos, estátuas, jazigos, capelas, nos quais os seres humanos também quiseram geralmente inscrever palavras, informações e mensagens, e que o mundo moderno acrescentou técnicas de comunicação como os jornais, notícias e anúncios, assiste-se agora a uma outra sequência estimulada pelas novas tecnologias da informação. Estas têm feito irromper novos rituais, formas cerimoniais, códigos de rememoração e inclusivamente modalidades de reunião dos mortos no mundo dos vivos através do manto da “tele-presença” e de um impedimento aparente do corte da comunicação. No mundo virtual, através das redes sociais, memoriais on-line, blogs e cemitérios virtuais, os novos suportes de memória suscitam questões variadas, uma vez que permitem, como nenhum outro, a perpetuação da ilusão da presença daquele que já morreu. Através de dispositivos de imagem, movimento e som, através da manutenção e dinamização das suas páginas no facebook, o encontro com os mortos faz-se, já não por meio da tradicional visita aos cemitérios (muitos dos corpos são hoje cremados e as cinzas volatilizadas), mas no espaço virtual, através do écran do computador.
  • MENDES, Ana Celeste CV de MENDES, Ana Celeste
Ana Celeste Mendes é licenciada em Comunicação Social e Cultural pela
Universidade Católica Portuguesa, Pós Graduada em Jornalismo pelo
ISCTE, Mestre em Comunicação Cultura e Tecnologias da Informação pelo
ISCTE e Doutoranda em Sociologia no CIES-ISCTE. Bolseira da FCT,
tem-se dedicado, sobretudo, ao estudo das questões sociais ligadas à
morte e ao morrer na sociedade contemporânea. Lecciona Sociologia da
Saúde da Escola Superior de Saúde da Cruz Vermelha Portuguesa.

PAP0349 - Demolição em contexto urbano: Apagamento ou reforço da memória?
Resumo de PAP0349 - Demolição em contexto urbano: 	Apagamento ou reforço da memória? PAP0349 - Demolição em contexto urbano: 	Apagamento ou reforço da memória?
PAP0349 - Demolição em contexto urbano: Apagamento ou reforço da memória?

Convencionalmente pensamos na demolição como um acto destruidor e menos vezes a encaramos liminarmente como um processo que pode permitir o renascimento de um espaço moribundo. Nesse sentido, a demolição pode ser uma forma de fazer cidade. Mas pode ser mais do que isso. Pode ser também um mecanismo que promove o apagamento de memórias. Tal como pode despertá-las. Pode anunciar um fim, tanto quanto pode marcar um princípio. Encarado desta forma, o acto da demolição pode afigurar- se, em si, um fascinante e complexo fenómeno, tão ecléctico quanto ambíguo. O ensaio a apresentar pretende salientar a demolição como algo mais do que um mero acto técnico num qualquer processo de requalificação urbana. Pretende afirmá-la enquanto acto cultural e social. O objectivo principal é salientar a forma como o seu papel pode ser preponderante no reforço da memória, na medida em que o apagamento material que ela provoca em determinadas construções “adormecidas” nas cidades pode, por outro lado, revitalizar a sua lembrança, uma presença imaterial que confere uma “aura” de nostalgia e saudosismo à memória do edifício desaparecido. Pretende-se neste estudo fazer uma abordagem inicial de índole predominantemente teórica, debruçando-nos sobre a demolição, genericamente falando, enquanto acto dinamizador da memória. Numa segunda fase materializaremos, de forma breve, os argumentos defendidos, através da análise à reacção pública em torno de uma demolição levada a cabo em 2005, em Santa Comba Dão. “O Engenho”, edifício que cumpria originalmente a função atribuída pelo nome, “jazia” no centro da cidade, inactivo há vários anos, completamente votado ao abandono. Estando localizado numa zona privilegiada, do ponto de vista imobiliário tornou-se naturalmente, alvo do interesse de investidores. Os rumores da sua demolição geraram uma onda de oposição na cidade que, contudo, se verificou não ter quaisquer repercussões. Não obstante, o saudosismo e a nostalgia mantiveram-se após a demolição e prolongam-se até hoje. Um fenómeno de personificação do património construído, essencialmente plasmado na imprensa local, em torno de um edifício de cuja forma original, bem vistas as coisas, já muito pouco restava.
  • FERREIRA, Joana Rita Pedro CV de FERREIRA, Joana Rita Pedro
Licenciou-se em Arquitectura na Universidade Lusíada (2001), é Mestre em Arquitectura pela Universidade de Salford, UK (2006) e encontra-se a desenvolver doutoramento em Sociologia na Fac. Economia da UC. A sua tese, subordinada ao tema da demolição enquanto prática e enquanto discurso no processo de evolução da cidade, é orientada pelo Professor Carlos Fortuna. É também, desde 2006, docente do Dept. Arquitectura da Escola Universitária Vasco da Gama, em Coimbra.

PAP1474 - Memoria y Memoriales. Las Baldosas en Argentina como expresión de las memorias resistentes.
Resumo de PAP1474 - Memoria y Memoriales. Las Baldosas en Argentina como expresión de las memorias resistentes. PAP1474 - Memoria y Memoriales. Las Baldosas en Argentina como expresión de las memorias resistentes.
PAP1474 - Memoria y Memoriales. Las Baldosas en Argentina como expresión de las memorias resistentes.

Algunos miembros de las Asambleas Barriales nacidas al calor de la lucha callejera del 19-20 de diciembre de 2001 en Argentina, entraron en contacto con organizaciones preexistentes y fundaron, durante el año 2005, “Barrios x Memoria y Justicia”. Desde el seno de la ciudadanía, en torno a la figura de los luchadores populares muertos y desaparecidos, se tejieron redes sociales, se recuperaron espacios públicos, se recuperaron sus historias de lucha y de vida y crearon dimensiones propias e innovadoras de memoria colectiva. Reflexionando sobre la pugna entre las diferentes memorias y la musealización de los DDHH se rescata aquí la hechura y colocación de Baldosas en la Ciudad Autónoma de Buenos Aires como construcción de una novedosa forma de expresar la memoria desde los ciudadanos y de visibilizar a los militantes populares de los años ’70. A pesar de la instauración de una fuerte memoria oficial con grandes espacios destinados a la apropiación de la historia reciente, la cuestión estética y arquitectónica de las memorias resistentes da lugar a la presencia de la ausencia en el ámbito público de lo cotidiano. Con una estrategia cuasi etnometodológica participamos en la hechura y colocación de Baldosas para explorar su funcionamiento, a su vez, los diálogos informales permitieron conocer los acuerdos y discrepancias que dieron origen a los textos sintetizados en las Baldosas y el análisis de los dos libros que editaron nos facultaron a comprender la historia procesual de cada grupo que conforma “Barrios x Memoria y Justicia”.
  • SAMANES, Graciela Cecilia CV de SAMANES, Graciela Cecilia
Graciela Cecilia Samanes
Maestranda en Políticas Sociales. UBA (cohorte 2012-2013)
Licenciada en Sociología. Orientación Diagnóstico Social (egresada 2010)
Analista Programadora en Sistemas (año 1985)
Pertenencia institucioanl: Programa de Estudios del Control Social (PECOS) en el Instituo de Investigaciones Gino Germani (IIGG) . Facultad de Ciencias Sociales. UBA
Derechos Humanos. Memoria colectiva. Criminología.

PAP0690 - Reflexões estratégicas de desenvolvimento local no contexto da preservação da identidade de Penedos (Mértola).
Resumo de PAP0690 - Reflexões estratégicas de desenvolvimento local no contexto da preservação da identidade de Penedos (Mértola).  PAP0690 - Reflexões estratégicas de desenvolvimento local no contexto da preservação da identidade de Penedos (Mértola).
PAP0690 - Reflexões estratégicas de desenvolvimento local no contexto da preservação da identidade de Penedos (Mértola).

1. Enquadramento teórico A proposta em presença tem como objecto de estudo as questões da identidade e da memória de uma aldeia alentejana, enquanto território de partilha de uma comunidade rural, tendo em conta a participação estratégica dos actores locais. Estudaremos a partir daí, a sua relação com a terra, o quotidiano, a mudança, a organização social, a ruralidade, os factores portadores de futuro e novas propostas de desenvolvimento local, para territórios de baixa densidade. Em função do exposto, pretendemos encontrar formas contributivas para preservar a identidade da aldeia e concomitantemente encontrar conjuntamente com os actores locais territorializados, alternativas de desenvolvimento local, capazes de contrariar a tendência de despovoamento e empobrecimento territorial. 2. Metodologia Com este trabalho de investigação, que se insere no âmbito da Sociologia da Acção, será utilizada metodologicamente o MACTOR e a sua aplicabilidade na determinação da estratégia de actores e respectivas relações de forças com o território e o que a ele diz respeito e ainda a observação participante/método de pesquisa de terreno e consequentemente o inquérito por entrevista. 3. Enquadramento empírico Pretendendo-se aprofundar e conhecer os problemas da interioridade e abandono populacional, designadamente na aldeia de Penedos que se situa na margem direita do rio Guadiana, freguesia de S. Miguel do Pinheiro e concelho de Mértola, no Baixo Alentejo, integrando-se num dos territórios mais despovoados e envelhecidos do País, com todas as características que lhe são inerentes: êxodo rural, despovoamento, baixa natalidade, duplo envelhecimento, redução ou ausência de ofertas de serviços, entre outras. Neste trabalho procura-se uma participação efectiva dos actores locais, cujo objectivo é a elaboração de reflexões e propostas alternativas de desenvolvimento local que permitam às pessoas continuar no território, através da sua identidade e memória. Prevendo- se a realização de um filme e criar um museu, para além da valorização de tradições, de artes, de produtos locais e de outros elementos do saber-fazer a serem trabalhados junto dos actores locais que protagonizarão o processo de investigação-acção, com vista a atrair pessoas, criar riqueza e bem-estar e assim assegurar a sustentabilidade da aldeia de Penedos.
  • PEREIRA, Orlando Manuel Fonseca CV de PEREIRA, Orlando Manuel Fonseca
  • MARQUES, António Pedro Sousa CV de MARQUES, António Pedro Sousa
Orlando Manuel Fonseca Pereira, tema da comunicação. REFLEXÕES
ESTRATÉGICAS DE DESENVOLVIMENTO LOCAL NO CONTEXTO DA PRESERVAÇÃO DA
IDENTIDADE DE Penedos(MÉRTOLA)"

É secretário executivo da Comunidade Intermunicipal do Baixo Alentejo
.Colaborador/ docente no Instituto Superior Manuel Teixeira Gomes de
Portimão/Grupo Lusófona.
Licenciado e Mestre em Sociologia (variante Recursos Humanos e
Desenvolvimento Sustentável), Pós-Graduado em Administração Pública e
Desenvolvimento Regional na Perspetiva das Comunidades
Europeias,Doutorando em Sociologia 2010/2013, pela Universidade Évora.
Temas de interesse - Planeamento,Desenvolvimento local, mundo rural
-sALVAR AS ALDEIAS E O INTERIOR. Autor de algumas obras e artigos
individual e coletivamente.
Alguns exemplos, designadamente: O Papel da Formação Autárquica no
Desenvolvimento Local: o caso particular do Pólo do CEFA em Beja,
Coimbra: 2001, (tese de mestrado), Reivindicações por um Alqueva
Humano - 1º Congresso de Demografia, participações conjuntas - "Além
da Água" e "Alqueva o centro do Mundo?", Contributos para um Modelo
de Desenvolvimento alternativo para territórios de baixa densidade,
entre outros. Obra de Poesia: Pedaços de Poesia Escorrendo
Amor.Exposição: Pedaços de Poesia Debaixo dos Pés.Participou em
estudos e grupos de trabalho - formação,planos integrados e programas
teritoriais de desenvolvimento, cartas educativas, redes culturais,
cooperação trasnacional e transfronteiriça, Quadros comunitários de
Apoio, QREN, Beja digital...
Nome:António Pedro Sousa Marques

Habilitações:Licenciatura em Sociologia (ISCTE-IUL); Mestrado em Sociologia do Território (ISCTE-IUL) ;Doutoramento em Sociologia (Universidade de Évora)

Profissão / Ocupação:Professor Universitário

Instituição /Empresa:Universidade de Évora, Escola de Ciências Sociais, Departamento de Sociologia

Cargo desempenhado:Professor Auxiliar Convidado

Outras informações relevantes:
Investigador Associado do CesNova/Universidade Nova de Lisboa
Interesses de investigação nas áreas do desenvolvimento local, estratégias de atores, territórios metropolitanos, territórios de baixa densidade e territórios transfronteiriços
Artigos publicados:
“Da construção do Espaço à Construção do Território”, Fluxos & Riscos, nº 1, Lisboa, Universi-dade Lusófona, 2011, pp.75-88
“Urbanismo e Planeamento Urbano”, Inuaf-Studia, Suplemento nº 16 – Gestão e Me-diação Imobiliária, Loulé, Instituto Universitário D. Afonso III, 2009, edição em CD-Rom
“Mudança Social, Modernidade e Globalização”, Inuaf-Studia, nº 5, Loulé, Instituto Universitário D. Afonso III, 2003, pp. 265-284